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sábado, 22 de junho de 2013

Israel – Mais uma “lamentação” a juntar ao muro...


Um dos muitos habitantes de Jerusalém que tiveram a fatalidade de serem, ao mesmo tempo, israelitas e árabes, fez, há pouco, a sua última visita ao histórico “Muro das Lamentações”. Ali chegado, quis afirmar a sua pública convicção de que o seu “deus” é grande. Enorme erro!
Poderia, como qualquer um de nós, dizer simplesmente “Deus é grande!”... ou Dios es grande, ou Dieu est grande, ou God is great, ou Gott ist groß...  mas não! Levado pela sua manifestamente infeliz natureza de árabe, disse Alla’hu Akbar… o que lhe foi fatal!
Um dos “nervosos” seguranças israelitas que por ali andava, despejou-lhe uma interminável rajada de balas no corpo, assassinando. Estava desarmado. Não constituía qualquer espécie de ameaça.
Numa trágica ironia, acontece que o “deus” do assassinado e do seu carrasco, é exactamente o mesmo. Acontece também que, desgraçadamente, em nenhuma das duas versões é o que se possa chamar um “deus” grande. Pelo menos não é, nem um milímetro, maior dos que a infinidade de pequenos e médios “deuses” que povoam a História da Humanidade, desde os simples “deuses” das florestas... até ao mais arrogantes e pretensiosos... todos saídos da imaginação temerosa do homem.
Acontece que nenhum desses esteve nem perto de conseguir igualar o número esmagador de seres humanos chacinados em seu nome. Este pobre israelita/árabe foi apenas mais um, numa, aparentemente, imparável lista de actos de profundo ódio que vem desde a casa desavinda de Abraão, passando pelas "Cruzadas", pela "Santa Inquisição", por cada acto terrorista do cobarde fundamentalismo islâmico... até ao intolerante e venenoso "cristianismo" de qualquer beata de uma qualquer das nossas aldeias.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Gosto muito deste relatório! Sempre que puder... vou lá!



Esta estirpe de “-ése-dês” radicais que se instalou no poder é muito fofa!
Chega a ser comovente a convicção com que acusam Sócrates e os seus ministros e secretários, de negociatas em têm também as mãos enterradas, num lamaçal que desde bem antes de Ferreira do Amaral na Lusoponte (para destacar apenas o mais “espectacular) já fez correr milhões para os bolsos dos ministros e “clientes” do PSD, senão mesmo para os cofres do partido.
Chega a ser enternecedora a tentativa de, com estas vistosas ameaças de criminalização de elementos do governo anterior, conseguirem desviar o olhar dos portugueses das suas diárias falcatruas, crimes sociais, terrorismo político, ilegalidades várias, miserável traição dos interesses nacionais... ... ... ...
Será que, já que estão com a mão na massa, não quererão fazer uns inquéritos assim igualmente “rigorosos e factuais” aos ex-ministros e secretários de Estado do PSD e do CDS, à bandalheira do que realmente se passou no BPN, ou então, para não terem que alargar tanto o leque e irem começando a aquecer concentrando-se numa única família:
1. À troca “milagrosa” da casinha algarvia do Cavaco...
2. Às acções “de favor” da SNL compradas pelo Cavaco...
3. Ao financiamento de muitos milhões de euros, pela banca, para a privatização do Pavilhão Atlântico (que até dava lucro ao Estado), financiamento concedido a uma empresa afogada em problemas com o fisco... pertencente ao genro do Cavaco???
Isso é que era “de valor”!!!

sábado, 1 de junho de 2013

Passos Coelho – Não lhe bastava ser o que é... ainda por cima está a ensandecer!



Todos os grandes canalhas de que a História nos dá conta, para além da má índole que os impelia e dos interesses - quantas vezes mesquinhamente particulares - que defendiam... tinham grandes “desvios de personalidade”... que poderiam ir da grande “pancada” na cabeça, até aos casos mais graves de sociopatia.
Pedro Passos Coelho, um fanático religioso dos mercados, cuja ideologia pré-fascista*, ideologia radical que embaraça até os neoliberais que o seguem e envergonha profundamente os poucos sociais-democratas que ainda militam no PSD, parece sofrer, para além disso, de uma espécie de descolamento da retina que lhe fornece a visão da sociedade.
Só esse estado patológico explica esta sua saída, segundo a qual, o ambiente de contestação geral que se vive e que não para de crescer... não existe senão na comunicação social e, de uma forma geral, no que se diz no «espaço público», sendo que, nas suas palavras, «existe um divórcio entre o que se diz e o sentimento dos portugueses».
Esta tirada, não desculpando um milímetro da extensão da sua vasta canalhice... tem já pormenores que indiciam um inquietante foco de demência!
* Lamento a brutalidade do termo... mas, para mim, alguém que não se importe de, fria e sistematicamente, dar cabo da vida a milhões de cidadãos, levando muitos deles, objectivamente, a uma morte prematura, com o único fito de defender e encher os bolsos a meia dúzia... é um pré-fascista.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Mobilidade – O que é?


Este link para uma peça do “JN” leva-nos ao contacto com um texto sobre o que espera os trabalhadores que venham a ser colocados na chamada “mobilidade” na Função Pública.
O texto que ali se encontra, igual em vários outros media, é aquilo que este governo criminoso pretende “negociar” com os sindicatos. É um texto aparentemente confuso, emaranhado, aldrabão, cheio de alçapões, de banha da cobra, de esperteza “saloia”, de coisas não ditas, mas, pelo menos para algumas pessoas, pode ser de uma grande utilidade e claridade:
Para todos os que ainda duvidam que “mobilidade”, realmente quer pura e simplesmente dizer, de forma crua...
 ser posto “a andar”!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Jorge Videla – Festejar (apenas) o que é festejável


Jorge Videla, que vemos aqui em duas poses diferentes, a primeira a sua pose oficial de ditador fascista e assassino sanguinário, perdoe-se a redundância... e a segunda, de “bom cristão”, comungando e, certamente, elevando o pensamento aos céus e aos vários milhares de vítimas da sua pose oficial, vítimas mandadas assassinar, no caso de se tratar de oposicionistas, ou crianças roubadas aos pais, aos milhares... e de que, até hoje, não se conhece o paradeiro.
Se há coisa de que me posso gabar é do facto de não ser fácil, senão impossível, encontrar um texto em que eu tenha festejado a morte de alguém neste espaço que já leva mais de cinco anos de desabafos mais ou menos sérios, mais ou menos disparatados, mais ou menos irritados.
Mais uma vez, também agora não festejarei a morte do ditador argentino, morte anunciada já há alguns dias. Não! Aquilo que festejo, sem sequer tentar disfarçar... é o facto de, embora por pouco tempo, o canalha ter, de facto, cumprido a pena de prisão perpétua a que foi condenado.
Digo mesmo mais. A morte bem que poderia ter esperado mais um bom par de anos... mas é bom que o tenha encontrado no seu lugar: uma cela da prisão!
Tantos já escaparam! Tantos ainda por apanhar, julgar e prender... mas é um passo!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Fascismo agrícola?


Muitos países no planeta e milhões e milhões de agricultores já conhecem o peso das botas cardadas do fascismo económico e ambiental imposto pelas gigantescas multinacionais agro-industriais que estão por detrás do comércio de fertilizantes, sementes e plantas.
Com esta estúpida legislação que a UE quer impor, o crime vai intensificar-se e alastrar até ás mais remotas aldeias portuguesas.
Assim, com o único objectivo de enriquecer ainda mais uns quantos, destrói-se a biodiversidade, aniquila-se a produção de sementes e produtos regionais e locais, arruinando, de passagem, a vida de comunidades agrícolas inteiras e dos seus habitantes ligados ao trabalho da terra.
Caminhamos, se nada fizermos contra este estado de coisas, para um mundo uniformemente desenxabido. Um mundo em que os agricultores não poderão produzir e armazenar as suas sementes, trocá-las com os vizinhos, serem independentes. Um mundo de pequenos agricultores condenados à dependência total destas gigantes cas multinacionais, para quem, na prática, passarão a trabalhar em exclusivo.
Já nem se dão a incómodo de disfarçar a cada vez mais evidente imposição do fascismo económico!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Bangladesh – Um pensamento...




É típico daquela região do mundo (e de outras, infelizmente!) a instalação de fábricas de têxteis em edifícios de vários andares, sem condições de trabalho, sem condições de higiene e sem normas de segurança dignas desse nome.
Mais um desses edifícios ruiu. Desta vez foi no Bangladesh. Estavam lá dentro trabalhando, à hora do desastre, mais de 3.000 seres humanos. A contagem de vidas sacrificadas à incúria, à ganância sem escrúpulos e à abjecta cumplicidade das autoridades e do comércio do mundo “civilizado”, vai já em mais de seiscentas.
Pensemos nisso de cada vez que ouvirmos a notícia de mais uma pequena empresa têxtil portuguesa que fecha, por não poder "competir" com esta prática criminosa, lançando mais umas dezenas, centenas, milhares de trabalhadoras e trabalhadores para o desemprego.
Pensemos nisso, de cada vez que acharmos tão “maravilhosamente baixos” os preços de t-shirts, calças, camisas e outros produtos têxteis vindos desses países. Preços “maravilhosos” que são fruto de trabalho semiescravo... e muitas vezes feito por crianças.

sábado, 4 de maio de 2013

Mais austeridade – Assim à primeira vista...


Não tenho palavras “inteligentes” para comentar as anunciadas novas medidas do governo, medidas que insistem de forma demencial nos erros que provocaram a catástrofe social em que vivemos, aumentando a sua dose em vez de os corrigir ou mudar de rumo.
Apesar da minha falta de ferramentas de análise política ou económica, há, ainda assim, algumas classificações que me ocorrem:
“Canalhice”
“Crime organizado”
“Protofascismo”
“Terrorismo de Estado”

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vítor Gaspar – O ruir do mito


Eles sabem que é extremamente difícil vir a conseguir-se desfazer os crimes que estão a cometer contra os trabalhadores portugueses.
Eles sabem que sem uma Revolução e as convulsões que ela acarretaria neste lugar do mundo, ou com despesas absolutamente incomportáveis para o Estado, não será possível reverter as privatizações que eles têm como uma das principais missões.
Eles sabem que uma vez perdidas quer a TAP, quer a RTP, quer a água pública, uma boa parte da saúde, ensino etc... tal como já aconteceu com sectores absolutamente estratégicos da nossa economia, será praticamente impossível o povo português tomar de volta aquilo que lhe foi roubado.
Eles sabem que para cumprir até ao fim a tarefa de que foram incumbidos, terão que suportar toda a contestação, todas as humilhações, insultos, moções de censura... tudo o que vier. Nada os fará sair a bem!
Esta nova canalhice, anunciada por Gaspar, bem classificada pelo PCP como uma chantagem a merecer toda a repulsa, é apenas mais um passo na estratégia da quadrilha de celerados colocada no governo com a tarefa de desmembrar Portugal, como se faz a uma empresa que se quer vender às parcelas.
Já é tarde para continuar a considerar Gaspar como um técnico competente que, simplesmente, tem uma ideologia com que não concordamos... ou sequer alguém que, embora defendendo outro caminho, é movido por boas intenções. Nada disso!
Gaspar é um simples lacaio! Um inútil enquanto ministro e um incompetente miserável enquanto técnico. Um incompetente que não consegue acertar uma única previsão nem cumprir uma única das metas com que se tem comprometido. Nem sendo dirigido pelos donos como um boneco teleguiado (até fala como tal!).
Já não é mais possível separar o homem do político ou do técnico. É abjecto. É repulsivo. É nojento. É nocivo. É daninho. É asqueroso.

Tudo considerado e à mistura... é um canalha!

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Moody’s e Standard & Poor’s - Provar do próprio veneno


Embora seja uma imagem sempre bastante arrepiante… gosto destes momentos em que a esporádica escassez de carne fresca das vítimas habituais, faz com que as feras comecem a abocanhar-se umas às outras.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Bento XVI – Vá lá... deixem o homem ir embora em paz!!!


Eu sei muito bem que para resolver o meu problema de “náusea” com a avalanche de notícias, comentários, dúvidas, imagens de cortejos a despropósito, etc., etc., sobre a figura “resignante” do papa... basta-me o precioso botão do televisor, a que o José Mário Branco chamou – e muito bem! – “onofre”.
Como já usei o meu “onofre” deixei de aturar a histeria colectiva que aí vai... mas ainda assim, não pude evitar ficar a saber da ansiedade que assola as hostes do Vaticano;
O papa vai retirar-se e ficar em silêncio absoluto? Vai falar? Vamos ter que andar “escrutinar os seus textos à vírgula” (sic)? Irá estar na missa de posse do novo papa? Isto já andava a ser planeado há que tempos? Que fazer com os segredos que ele ficou a conhecer?!!!
Adiantando já, embora tal não fosse necessário, que sou terminantemente contra uma solução tão radical... lembro os manda-chuvas do Vaticano que têm uma maneira de resolver a questão do silêncio do senhor Ratzinguer de uma forma infalível, definitiva... e com provas dadas.
Na verdade, a solução de que falo já foi aplicada com extrema eficácia a muitos outros papas antes deste!
Presumo que não seja necessário fornecer uma lista de nomes, mas pronto, aí vai à mesma...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Japão – Um ministro fascista


Estas são as ideias do novo ministro Taro Aso, do governo recentemente empossado no Japão, oriundo da direita mais reaccionária e cavernícola.
A notícia nem tem por onde ser comentada! O energúmeno pertence a uma longa linhagem de imperiais canalhas que, e só para folhear a página da História mais recente, se aliou a Adolf Hitler... com os resultados trágicos que se conhecem.
É uma marca d’água! Sempre que esta estirpe de direita chega ao poder, seja em que lugar do mundo for... acontecem coisas “prodigiosas”.
Igualmente uma marca d’água é o facto de juntarem a hedionda canalhice à cobardia, como se pode ver pelas tentativas de “explicar melhor” aquilo que disse.
No caso – improvável – de o fascista japonês não saber como se faz esse "controlo da despesa", leia uns jornais portugueses. Informe-se. Enquanto não tiver coragem para fazer nada mais “radical”... baixe as pensões aos idosos para níveis de fome. Retire-lhes os transportes pagos para ir a consultas e tratamentos. Feche os centros de saúde que lhe fiquem próximos (uma viagem muito longa para um velho em estado crítico e em choque, pode ser decisiva). Limite o acesso às consultas e medicamentos. Desertifique as suas aldeias. Ponha os olhos em nós!

sábado, 12 de janeiro de 2013

A fome programada


Por culpa de regras estúpidas quanto à “beleza” e uniformidade de tamanhos e aspecto de frutos e legumes, por prazos de validade exageradamente curtos, por manobras de marketing que levam ao consumo exagerado, etc., etc., que o lucro é "sagrado"... «metade dos géneros alimentares que são produzidos, vão para o lixo».
São milhares e milhares de toneladas de alimentos perdidos por dia, num criminoso caudal de desperdício, apenas para manter os preços “interessantes” para os distribuidores e as grandes superfícies. É o capitalismo em todo o esplendor do seu “grande apego” à dignidade dos seres humanos e à sua qualidade de vida!
Lembremo-nos disto sempre que mais um qualquer canalha tente vender-nos a ideia de que a fome é uma fatalidade e que a pobreza de milhões de cidadãos é apenas mais uma “inevitabilidade”.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

FMI e Governo Passos/Portas – Bando de criminosos!


Christine Lagarde, a miserável ruminante sonsa que dirige o FMI, precisou de apenas algumas horas para passar dos elogios hipócritas a Portugal e ao povo português, a este relatório monstruoso e nojento.
O FMI e a ruminante sonsa vêem o país como uma manada mais ou menos misturada com outros “activos” negociáveis, bastando cortar aqui, liquidar ali, despedir acolá... para que as contasdêem certo.
Não importa à ruminante sonsa, o facto de toda a gente ver que ela, todos os dias e só em farpelas e assessórios, carrega em cima do lombo mais dinheiro do que aquele que um trabalhador português com o ordenado médio da Função Pública ganha num ano inteiro.
Não importa quantos milhares de seres humanos se atiram para a miséria. Não interessa quantas famílias (o que eles gostam de falar das “famílias”!!!) se destroem. Desde que o crime renda os milhões certos (ainda que os crimes anteriores não tenham rendido nada daquilo que planearam)... destrua-se!
Não importa que um país inteiro se enoje e indigne. Não importa que para a GNR o relatório seja «uma verdadeira afronta», que para a Polícia seja «estranho e ridículo», que para a FENPROF signifique a possível «demolição do sistema educativo», que para os utentes do SNS seja «inconcebível», que para aqueles que realmente se opõe a esta política, como é o caso do PCP, se trate apenas da «continuação do roubo do povo português».
O que importa é satisfazer os fanáticos das contas, de que é exemplo o “alegre” secretário Carlos Moedas, para quem o relatório, evidentemente, «muito completo e importante», acrescentando mesmo que «o Governo não elimina qualquer medida do relatório».
Esta canalha troikista e o governo que a serve, deve ser varrida!
Toda a resistência é legítima!!!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Não têm qualidades para “dirigir” varas de porcos... quanto mais pessoas!


Chega-nos da Indonésia a notícia de mais um lugar no mundo (não é o primeiro) em que a lei islâmica, no seu estado mais fanático, proibiu as mulheres de andarem no lugar do pendura em motorizadas ou quaisquer outros motociclos. Razão: tratar-se de um atentado à decência e bons costumes.
Vendo passar uma qualquer motorizada ou lambreta carregando um par de namorados... dá para perceber o que vai na cabeça do legislador!
Também dá, infelizmente, para confirmar, mais uma vez, que 99 por cento dos “hereges”, “pecadoras” e “pecadores”, que morreram nas fogueiras da “Santa Inquisição”, ou que ainda hoje são queimados nas “fogueiras” dos olhares de beatas e moralistas, mais aqueles (sobretudo aquelas!) que morrem nas selvagens lapidações ordenadas por leis medievais em vigor em boa parte do mundo islâmico... 99 por cento desses "pecadores", como disse, eram e são, afinal, a perfeita incarnação da inocência, quando comparados com as mentes irremediavelmente podres dos seus acusadores, de uma maneira geral... e dos seus dirigentes religiosos, em particular.
Nojento!!!

sábado, 29 de dezembro de 2012

João Loureiro – De triste memória



O clube portuense de futebol, Boavista, parece não conseguir libertar-se das mãos da “famiglia” Loureiro. Depois de muitos anos sob a botifarra militaresca e a berraria desatinada de Valentim, passou mais uns anos sob a bota de João. Caiu na ruína!
Ao que leio, encabeçando uma "combativa" lista única e legitimado pela espantosa votação de quinhentos e poucos sócios, num universo de votantes de seis mil, menos de 10%, portanto... o João está de volta.
Pelos vistos, os boavisteiros preferem lembrar os êxitos desportivos do tempo do João, em vez da ruína de que ele foi protagonista... e tentam que a História se repita. Faço votos, em atenção à gente boa que torce por aquele clube, que só a parte dos êxitos desportivos se repita!
E poderiam muito bem perguntar alguns de vocês: “mas então agora interessa-te pelo futebol e pela vida interna dos clubes?”
Não! – respondo eu – Mas a partir de agora terei o desprazer de ver mais vezes nos jornais o nome de um cromo de que já quase não me lembrava. Quando, infelizmente, me lembrava dele, era como o desgraçado líder de um grupo de pop/rock ("Ban") mais ou menos insuportável (para o meu gosto), muito por culpa da voz (chamemos-lhe assim) do jovem Loureiro, ou como se isso não fosse bastante, como o “garoto” que disse um dia numa entrevista que a melhor recordação que guardava da juventude, era ter andado com o pai Valentim e alguns dos seus amigos terroristas e bombistas, no “verão quente”... a incendiar sedes de sindicatos de esquerda e alguns centros de trabalho do PCP.
Francamente, preferia não ter sido lembrado da miserável existência deste “desportista”...

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

EUA – Um regime apodrecido


Esta notícia sobre a influência e poderio da NRA, uma organização de contornos fascistas, toda-poderosa nos EUA, que defende a total liberalização e generalização do porte de arma (sobretudo, o negócio que isso gera), deve fazer-nos pensar.
Por vezes diz-se, descuidadamente, que o regime no poder nos EUA é capaz do melhor e do pior. Pelo “melhor” entende-se, normalmente, a grande arte que, em todos os géneros, alguns cidadãos norte-americanos são capazes de produzir.
Nada mais duvidoso! Na sua esmagadora maioria, esses criadores e artistas, ou vivem separados da realidade política do seu país, nomeadamente quanto ao uso privado das armas, ou, os mais consequentes, como se pode ver neste vídeo, são abertamente contra.
A triste realidade da vasta mole de gente que povoa aquele conjunto de Estados é outra e retrata aquilo que, na verdade, aquele regime pode fazer a milhões de pessoas.
Que raio de regime pode convencer milhões de cidadãos de que é normal não existir um serviço público de saúde?
Que raio de regime pode convencer milhões de cidadãos de que é normal o egoísmo fanático, a arrogância ignorante, a ignorância militante erguida como um troféu?
Que raio de regime produz uma sociedade em que muitos acreditam que a solução para o problema da criminalidade com recurso a armas de fogo... é correr a comprar mais armas de fogo? Que a solução para a violência é a escalada da violência? Que "política externa" é a predisposição para a agressão a outros países?
Que raio de regime produz mentecaptos capazes de achar que a solução para tragédias como a do massacre na escola de Newton passa por permitir que toda a gente, jovens incluídos, possam andar armados, principalmente os professores nas salas de aula?
Por mais que a imagem “fantástica” de alguns dos meus saudosos professores e professoras, sentados nas suas secretárias empunhando “canhambulos”, me arranque um sorriso... a noção de que este regime em vigor nos EUA é o principal “formatador” do pensamento único mundial... é arrepiante!
Felizmente, mesmo nestes campos minados podem germinar as sementes de uma outra sociedade... e gente que anseie e lute por ela!

Escola de Marianna – E estes... o que teriam sobre o portão de entrada?


Uma notícia passou meio despercebida entre as mensagens natalícias e as garfadas das consoadas: a descoberta das práticas "pedagógicas" e consequente desenterrar da história de uma espécie de “escola-prisão”, algures nos Estados Unido da América.
É um cenário abjecto e aterrador, feito de salas de chicote, de sala de violações, banheiras para afogamentos, seres humanos permanentemente acorrentados, etc., etc.
A panóplia de “crimes” que faziam os “estudantes” (que podiam ter entre os 5 e os 18 anos de idade) ir para àquela “escola” era vasta. Ia desde o facto de serem apanhados a fumar numa escola mais “rigorosa”, cometerem pequenos roubos, serem considerados “incontroláveis” ou “incapazes” pela sociedade... ou, simplesmente, serem órfãos. Perigosos bandidos, portanto.
No topo da tremenda pirâmide de “crimes” que justificavam as chicotadas, as violações repetidas e as execuções, destaca-se, em segundo lugar, o “crime” partilhado pela esmagadora maioria dos “estudantes”: serem negros.
Em primeiro lugar, o “crime” maior, esse partilhado por todos sem excepçãoserem pobres.
Neste relato, a ler atentamente, resta ainda um enorme pormenor: tudo começou muitos anos antes e só terminou muitos, muitos anos depois do Holocausto nazi!

sábado, 22 de dezembro de 2012

Portugal nas mão de bandidos


Tinha que dar nisto! Quando se coloca um país nas mão de bandidos, ele acaba vendido, espoliado, com milhões de cidadãos roubados para encher os bolsos aos membros do bando.
Em casos extremos, como o nosso, em que os bandidos padecem de um fanatismo patológico, o país pode mesmo acabar desfigurado geográfica e historicamente, com milhares e milhares de portugueses a ter que pensar duas vezes antes de dizerem onde nasceram, não vá a sua freguesia de nascimento ter sido extinta pela paranoia demagógica e mentirosa destes bandalhos... isso para além das dificuldades acrescidas para a vida de populações inteiras, desviadas das suas tradições, rotinas de vida, serviços públicos, etc., etc., etc.
Não, não vivemos uma época edificante! Como se não bastasse, vem, mais uma vez, o que faz de primeiro-ministro da quadrilha... tentar colocar o peso da culpa sobre os ombros dos portugueses.
Desta vez, o canalha espera que 2013 «seja um ano em que as pessoas vençam o pessimismo e não acrescentem dificuldades àquelas que já temos», insinuando que somos nós quem origina a crise e as dificuldades por que estamos a passar. Insinuando que o estado miserável da sua governação não passa, afinal, de um “estado de espírito”, de que é o povo, “piegas e pessimista”, o único culpado.
Não satisfeito com isso, acrescenta ainda o canalha que «às vezes parece que há quem queira mais pessimismo e mais dificuldades»... a velha e fascista calúnia contra todos os que se opõe à política oficial e cometem o “crime” de anunciar, com antecedência, os seus resultados nocivos.
Pessoalmente, não quero nem mais “pessimismo” nem mais “dificuldades”. Provavelmente, nem sempre sei sequer aquilo que quero… excepto quanto ao futuro deste miserável que dá pelo nome de Pedro Passos Coelho e da sua abjecta quadrilha. Isso sei muito bem!!!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Crianças vítimas - Desculpem-me a brutalidade...


Mesmo sabendo que posso estar a convocar a ira de todos aqueles que, ainda que não o confessando de viva voz, acham mesmo que uma criança branca alemã, francesa ou norte-americana, vale mais do que dez, ou mesmo cem crianças negras, árabes... ou, como diriam Caetano Veloso e Gilberto Gil, quase negras ou árabes, de tão pobres... ainda assim atrevo-me a este desabafo:
Embora também horrorizado com o massacre tresloucado das crianças da escola dos EUA e entendendo o atractivo editorial (e comercial) das catadupas de notícias sobre as crianças assassinadas, as professoras heróis, a mãe amante de armas, as lágrimas de Obama, o choque de Passos Coelho, etc., etc., etc... ainda assim, como ia a dizer, gostaria de lembrar aos nossos queridos directores de informação dos vários media que as crianças até hoje chacinadas pelos aviões israelitas na faixa de gaza, ou as crianças do Iraque, ou do Afeganistão, até hoje chacinadas por aviões pilotados pelos “irmãos mais velhos” de crianças norte-americanas exactamente iguais àquelas da escola de Sandy Hook, em Newtown, Connecticut... também eram lindas, todas gostavam de ir (ou poder ir) à escola, todas gostavam de (ou poder) brincar, todas tinham mãe e pai e irmãos e amigos... e um futuro à sua frente. Essas nunca têm nem uma pequena fatia desta atenção por parte dos media.
Tanta parcialidade enoja!!!