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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Colégio Militar – Qualquer coisa... desde que se calem com a porra do anúncio!


Não fiz o serviço militar. Não digo cumpri, pois isso já suporia a admissão de estar obrigado a tal. Acho que apenas em ocasiões absolutamente excepcionais é que um país pode permitir-se dispor das vidas dos seus jovens... e apenas naqueles casos muitíssimo raros em que se pudesse considerar a guerra em causa como justa. A guerra do “meu tempo”, que matava os meus colegas de escola e os jovens de Angola, Guiné e Moçambique... não o era!
Isto para dizer que exceptuando aquela pequena janela que, por um curto espaço no tempo, se abriu em 74, por mais que goste deste ou daquele militar enquanto ser humano, a vida militar não me diz coisa alguma, não tenho qualquer respeito pela chamada disciplina militar (que não passa de autoridade cega e brutal) nem pelos famosos “princípios” que na maior parte dos casos não passam de formas de aplicar a lei do mais forte, nem me comovo por aí além (embora respeite) a arreigada camaradagem que ainda hoje une os militares que fizeram a Guerra Colonial... já que ela é fruto, simplesmente, do violento trauma vivido em grupo, em que cada um dependia do companheiro de armas para se manter vivo.
Ainda por cima, quase todos os tais militares “diferentes” que assomaram à tal “janela do 25 de Abril”, não tardaram a ser afastados, ostracizados, colocados em prateleiras, ou mesmo humilhados depois de morrerem, como foi o caso do Salgueiro Maia, o herói “inconveniente” a cuja viúva o miserável calhordas Cavaco Silva negou uma pensão... enquanto as concedia a “pides”.
Resumindo, tanto me faz que exista o Colégio Militar, como não! Tanto me faz que haja não sei quantas ruas com os nomes de ex-alunos... como que as ruas passem a ser numeradas à moda do centro de Espinho. Tanto me faz que os alunos do Colégio Militar andem vestidos de pequenos paquetes de um qualquer hotel de luxo (que explore trabalho infantil), como que passem a vestir-se de entregadores de pizzas.
Sendo assim, quer seja para "matar o colégio", o tremendismo encontrado para definir a entrada do demónio na forma de raparigas no colégio, se bem entendi a estorieta, quer seja para manter como está... qualquer uma das duas opções que faça parar a difusão do anúncio nas televisões, com a insuportável lamúria sobre o “bendito” colégio e o desfile de “notáveis” a tremelicar de emoção indignada... terá o meu incondicional apoio!

sábado, 22 de junho de 2013

Israel – Mais uma “lamentação” a juntar ao muro...


Um dos muitos habitantes de Jerusalém que tiveram a fatalidade de serem, ao mesmo tempo, israelitas e árabes, fez, há pouco, a sua última visita ao histórico “Muro das Lamentações”. Ali chegado, quis afirmar a sua pública convicção de que o seu “deus” é grande. Enorme erro!
Poderia, como qualquer um de nós, dizer simplesmente “Deus é grande!”... ou Dios es grande, ou Dieu est grande, ou God is great, ou Gott ist groß...  mas não! Levado pela sua manifestamente infeliz natureza de árabe, disse Alla’hu Akbar… o que lhe foi fatal!
Um dos “nervosos” seguranças israelitas que por ali andava, despejou-lhe uma interminável rajada de balas no corpo, assassinando. Estava desarmado. Não constituía qualquer espécie de ameaça.
Numa trágica ironia, acontece que o “deus” do assassinado e do seu carrasco, é exactamente o mesmo. Acontece também que, desgraçadamente, em nenhuma das duas versões é o que se possa chamar um “deus” grande. Pelo menos não é, nem um milímetro, maior dos que a infinidade de pequenos e médios “deuses” que povoam a História da Humanidade, desde os simples “deuses” das florestas... até ao mais arrogantes e pretensiosos... todos saídos da imaginação temerosa do homem.
Acontece que nenhum desses esteve nem perto de conseguir igualar o número esmagador de seres humanos chacinados em seu nome. Este pobre israelita/árabe foi apenas mais um, numa, aparentemente, imparável lista de actos de profundo ódio que vem desde a casa desavinda de Abraão, passando pelas "Cruzadas", pela "Santa Inquisição", por cada acto terrorista do cobarde fundamentalismo islâmico... até ao intolerante e venenoso "cristianismo" de qualquer beata de uma qualquer das nossas aldeias.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Homofobia violenta – O melhor disfarce...


Um velho fascista francês, assassino de profissão, pelo menos durante o tempo em que “militou” na organização assassina paramilitar francesa, OAS, decidiu pôr fim à porca vida que viveu.
Alegadamente em protesto contra a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, entrou na catedral parisiense de “Notre Dame”... e deu um tiro nas hastes. Dado o lugar do falecimento, presumo que esperasse ir directamente para o céu... o que indicia que seria um ultra-católico assaz ignorante sobre as regras de entrada no mítico paraíso.
De quando em vez, lá temos estes fanáticos homofóbicos nas ruas, nas televisões, nos jornais, nas redes sociais... declarando o seu ódio “cristão” e sem limites aos seus “irmãos” homossexuais.
Fazem-no por pura estupidez, por julgarem que o facto de existir uma lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo os pode vir a obrigar, algum dia, a tornarem-se homossexuais... ou pela razão que eu sempre acho a mais provável:
Por estarem convencidos de que o excesso de ruído que produzem contra a homossexualidade... é a melhor forma de abafarem quaisquer ecos do seu passado, que relatem episódios equívocos, passados entre coleguinhas de escola, da catequese, dos acampamentos de escuteiros, daquele dia nas traseiras do púlpito da igreja lá da terra (católica ou das outras) com aquele saudoso padre ou pastor... ou no presente, com aquele, ou aquela colega do emprego...
Tudo coisas que se querem bem mortas e enterradas no passado... e ainda mais bem escondidas e negadas no presente!
Adenda: Apesar de correr o risco, diga o que disser, de haver uma ou outra alma mais simples e sensível que ache que estou a cantar aleluias pela morte do homem... ainda assim digo que não. Não festejo nem lamento! Apenas lamento o tremendo susto dos turistas que visitavam a catedral. Isso é que era escusado!

terça-feira, 5 de março de 2013

Governo Passos/Portas – A cobardia inscrita no ADN



Algumas vezes se comentou que o governo de “Passos & Portas - Vergonha Lda.” deveria andar a preparar o anúncio de mais medidas de austeridade... só que estava à espera de que passasse a manifestação... não fosse ter a infelicidade de transformar o milhão e meio de manifestantes em três milhões.
As primeiras aí estão a “pôr os pauzinhos ao sol”, na forma de cortes nos subsídios de desemprego e de doença que, ao que parece, para além de serem agravados, passarão a ser permanentes... pelo menos na intenção destas bestas fanáticas que, decididamente, tomaram o freio nos dentes.
Não é de estranhar a evidente cobardia do gesto. Este tipo de meliantes, só quando tem a garantia do poder absoluto é que arrisca mostrar “coragem”. Sem essa garantia arrastam-se por aí, agradando aos fortes, agredindo os mais indefesos, rodeados de seguranças, borrando-se de medo de canções cantadas e coro e três ou quatro cartazes.
Sem essa garantia são assim:
abjectos ladrões furtivos!