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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Francisco Louçã – Apenas para espairecer...


Quando vejo as iniciativas do BE, divergências históricas à parte, fico contente por ver tanta gente nova que, a não se ter aproximado do BE, provavelmente não estaria ganha para a atividade política. Independentemente de estarem ali, não posso deixar de gostar de ver aquela “miudagem” a chegar-se à frente... em vez de ficar por aí a arrastar-se na apatia geral. Ou a militar nas juventudes do CDS-PP e do PPD-PSD.
Esta Convenção não fugiu à regra destes encontros. Não a segui passo a passo, mas chegado o discurso final de Francisco Louçã, deu para ver que está em forma e a tentar recuperar das trapalhadas mais ou menos embaraçosas em que o BE e ele próprio se meteram nos últimos tempos, com as sondagens a refletirem isso mesmo.
Nem me passa pela cabeça questionar a capacidade e o impressionante currículo académico de Francisco Louçã... mas naquela coisa da “angariação” de votos, durante o discurso, mesmo registando a elegante lucidez de não ter pedido os votos dos militantes do PCP e mesmo sabendo que não é possível “criar” votantes no BE, saídos do nada, logo eles terão forçosamente que vir de outros partidos, ou de gente que nunca votou em ninguém... mesmo assim, como dizia, naquele entusiasmado apelo aos votos dos eleitores do PS, do PSD e mesmo do CDS, pareceu-me que Louçã se esticou, vá lá... um bocadinho.
Não fosse ele natural de Lisboa e sim da famosíssima Messejana... seria caso para lhe perguntar se não quer também uma praia...

quarta-feira, 30 de março de 2011

António Filipe – Mas esse não é c... co... comun... ista?!!!


Como que para “provar” que a barreira “monolítica e sisuda” do Grupo Parlamentar do PCP é absolutamente estanque e imune ao (bom) humor, encontrei esta pérola, escrita pelo deputado comunista António Filipe, na sua página do “Twitter”:
«O debate quinzenal com o Primeiro-Ministro que estava marcado para o dia das mentiras foi cancelado. Já não há respeito pela tradição».

terça-feira, 29 de março de 2011

Cavaco Silva – Rais parta tal pátria...


É com o coração sangrando e a alma em farrapos que imagino o excruciante sofrimento de Aníbal Cavaco Silva ao convocar o Conselho de Estado, sabendo que não vai ver entre as caras dos seus Conselheiros a expressão serena e segura do seu amigo, delfim e protegido, Manuel Dias Loureiro, cujos “conselhos” seriam, mais uma vez, fundamentais, para traçar um caminho de transparência para as contas públicas, de honestidade na governança, de lisura nos processos, de uma solução para o enorme buraco financeiro em que o país está atascado.
Não duvidando dos bons conselhos que todos os Conselheiros providenciarão... e já que falei da nódoa que temos a fazer de Presidente, ou “A coisa”, como muito bem escreveu aqui o meu amigo Viriato Teles, quero acabar com uma nota de boa disposição, trazendo aqui para a sala principal um comentário/estória que me foi deixado quando, há dias, aqui falei do miserável discurso presidencial elogiando a guerra colonial, estória passada exatamente na guerra colonial e que dedico ao inestimável contributo de Cavaco e de muitos dos seus Conselheiros, para a solução dos nossos reais problemas.
Quando entrámos pela primeira vez na caserna, construída em pleno mato, vimos escrita na parede a frase: “Soldado. Cada coice da tua arma é um agradecimento da tua Pátria!”Entretanto, alguém já tinha escrito por baixo:
Rais parta tal pátria... que agradece aos coices!”

domingo, 13 de março de 2011

“Geração à rasca.2” – Acabou o carnaval! Já levas a mal?


(Imagem surripiada a uma galeria de imagens do Expresso)

Nos comícios, ou como no caso que agora interessa, nas manifestações, para além de se gritarem «as palavras de ordem corretas e ainda outras que enfim...», como escreveu o Mário Castrim neste delicioso poema, há sempre alguns rasgos de imaginação à solta e humor certeiro.
Foi exatamente o que se passou nesta jornada “informal” de protesto, mais precisamente em Braga. Alguém pendurou na rua um enorme pano com a pergunta “Acabou o carnaval! Já levas a mal?”.
O humor cortante desta pergunta, somado aos “pesados” números que envolveram estas manifestações, são a melhor resposta à tentativa de piadola pobre e insolente, bem típica de José Sócrates, quando reagiu à interrupção do seu jantar em Viseu, dizendo que “até gostaria de jantar com aqueles jovens e que como era carnaval, ninguém levava a mal”... mas claro, só depois de os seus seguranças terem expulso violentamente da sala os jovens que tal coisa ousaram.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Frases que ficam no ouvido (e fazem inveja)


Numa leitura de um texto do nosso amigo Correia da Fonseca no “Odiario.info”, deparei-me com uma verdadeira pérola. O crítico de televisão, que já leio pelo menos desde os tempos do saudoso jornal com o mesmo nome, “O Diário”, jornal que o Ary batizou – e muito bem – como “a verdade a que temos direito”... ... ... portanto, o Correia da Fonseca, como ia dizendo, comentava o facto indesmentível de uma das qualidades sine qua non para ter lugar como comentador e analista nas televisões ser o anticomunismo.
Pelo meio desta dissertação e a propósito da convocação do salazarista confesso, Jaime Nogueira Pinto, enquanto “especialista” de assuntos do Egipto, Correia da Fonseca saiu-se com esta:
«Uma outra situação verdadeiramente sintomática aconteceu com o dr. Jaime Nogueira Pinto, chamado um pouco inesperadamente para opinar sobre o Egiptopois embora sabendo-se que o dr. Jaime é devoto do dr. Salazar não é inevitável que essa devoção o relacione forçosamente com o país das múmias».
O que eu gostava de ter escrito isto!!!