Vocês nem imaginam a despesa que eu tenho todos os meses em “aspas” que, como vêm, uso para tudo e mais alguma coisa... até para escrever a palavra aspas.
De quando em vez, não porque elas se me esgotem, sinto-me suficientemente aventuroso para tentar fazer passar uma ironia, uma farpa, uma simples piada, sem o recurso às famosas e sempre úteis e explicativas aspas.
Como se pode ver pelo resultado desta minha frase do post anterior, «Seguro subiu um ponto na minha consideração», em que por falta de aspas, digamos, na palavra “subiu”... lá ficaram alguns amigos e amigas a pensar que a triste figura que o homem fez em toda esta estória, alteraria de alguma maneira o que penso sobre ele. Na verdade, Seguro não subiu nem desceu! Seguro é o que é!
Já agora, antes que me esqueça... o que faz falta não são acordos de “salvação nacional” cozinhados à direita, na tentativa de salvar os seus negócios e interesses particulares vários, mas sim a dissolução imediata do Parlamento e a convocação de eleições antecipadas!
Já agora, antes que me esqueça... sim, seria importante que continuassem os contactos, compromissos e procura activa de convergência de objectivos entre o PCP, o BE, Os Verdes, independentes de esquerda, movimentos cívicos, etc., para que, depois de apurados os resultados eleitorais de cada um, se encontrasse uma plataforma de acção concertada que “despertasse” o PS (ou pelo menos uma boa parte dos seus militantes e simpatizantes) para o que faz falta: uma mudança efectiva de política. Feita para o povo e para os trabalhadores e não para a banca e os mercados.
Tudo isto, partindo do princípio pessimista (ou simplesmente realista, para outros) de que estes contactos e convergência não serão possíveis com o PS, antes das eleições.