Agradecimentos
À minha mãe, por nunca me permitir deixar de acreditar no potencial ilimitado das minhas capacidades.
Ao meu irmão André, por nunca deixar que essa crença me subisse à cabeça.
Ao meu pai, ao Paulo, à Maria, à Lúcia e à Sara, por me abrirem a janela para um lado tão criativo da minha família. E por me encherem de neuroses por ser consistentemente a única pessoa na sala sem qualquer talento musical.
A toda a minha família (incluindo o Armindo e a Odete – vocês serão sempre parte da minha família), pelo apoio incondicional que nunca me faltou.
À Secundária do Restelo, por me ter ensinado que a fúria descontrolada nunca é a melhor forma de resolver conflitos. É mais eficaz manipular as pessoas com piadas.
Ao curso de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, por me ter transformado de um rapaz neurótico e depressivo com a mania que tem piada num homem neurótico e depressivo com a mania que tem piada.
À coerência organizativa, ao Rockline, ao Vale Travelho, a Cancun e a Odemira. Aos jantares de anos, de Natal, de Ano Novo, de Páscoa, de fim de aulas, de recomeço e, acima de tudo, aos jantares sem absolutamente nenhuma razão de ser.
À Porra do Deserto, aos brasileiros sem sotaque e a todos os que não entram em tilt depois de um bad beat.
À Livros do Brasil por acreditar em mim, e ao revisor, por não me ter assassinado depois de passar horas a navegar pelo tenebroso mar dos meus vícios de escrita.
A Deus, ao Pai Natal, ao Calvin e ao Hobbes.
A Stephen King.
Por fim, quero dedicar este livro a todas as mulheres que, directa ou indirectamente, alguma vez me rejeitaram. Sem as profundas feridas emocionais que me causaram, este livro não seria possível.
Pedro Quedas
Isto foi o que o jovem escritor de 26 anos, de seu nome Pedro Quedas, entendeu escrever como agradecimentos, no seu primeiro romance, “Escolhas”, lançado ontem à tarde na Feira do Livro de Lisboa, com a chancela Livros do Brasil e o aconchego de uma sala cheia.
Escreve bem! Isso é bom... pois se bem me lembro, desde o infantário não quer fazer outra coisa.
Este texto revela pouco ou nada sobre o livro, mas algo no seu tipo de humor deixa uma coisa bastante clara: afinal eu tenho a quem sair!































