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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Ovelha “Jonet”...


Como forma de terapia ocupacional, a fim de resistir à tentação de rever, ou (abrenúncio!) produzir também algum filme sobre a Merkel, onde, fatalmente, acabaria por mandar a “senhora” para o Reich que a parta... e que seria, tal como estoutro (sugerido pelo Prof. Marcelo e executado por um “queixoso cromo” monárquico do blog “31 da Armada”),  digno de passar nos sistemas de vídeo dos táxis e das tabernas da Alemanha, prantei-me ao computador a fazer um trocadilho visual com uma imagem da “Ovelha Choné” e o apelido da senhora do Banco Alimentar, a que seguiria uma qualquer derradeira consideração sobre o extenso caso das patéticas declarações da senhora, caso que já fez correr tinta demais e, não poucas vezes, da forma mais errada... um caso já a pedir “velório, funeral e encerramento”.
A meio do processo “fotochópico”, uma inesperada voz fininha por detrás de mim:
- O que é que estás a fazer à Ovelha Choné?! Isso é a fazer pouco da minha Ovelha Choné???!!!
- Não... não! Isto sou eu a imaginar uma estória em que a ovelha vai às compras... e depois encontra uma senhora... mas ainda não inventei bem a estória.
- Ah... tá bem! – E foi-se, aparentemente tranquilizada pela “explicação”.
Resumindo:
1. A “voz” ainda não tem idade para saber quem é a senhora que eu ia “trocadilhar”, nem que trabalho faz... e, sobretudo, quais os responsáveis pelas causas que tornam esse trabalho necessário.
2. Devemos saber abdicar de uma “discussão” quando sabemos não ter a menor hipótese de a ganhar!