O escroque e criminoso de guerra Tony Blair, que recentemente nem conseguiu juntar apoios suficientes para ser nomeado presidente (da treta) da União Europeia, cargo (da treta) criado pelo Tratado (da treta) de Lisboa, continua igual a si próprio. Numa altura em que o envolvimento do Reino Unido na invasão criminosa do Iraque é seriamente posto em causa, reage, subindo substancialmente o seu nível de arrogância, afirmando que mesmo que soubesse da não existência das tristemente famosas armas de destruição massiva, teria invado o Iraque da mesma maneira.
Primeiro, o pomposo arrogante, ainda acha que alguém pensa que ele estava convencido da existência das tais armas.
Segundo, já quase toda a gente entendeu que o que estava decidido era invadir o Iraque, independentemente do pretexto escolhido.
Terceiro, é absolutamente obsceno que este traste, em vez de, juntamente com a bestas George Bush e Aznar e o seu indigente criado Durão Barroso, ter já sido julgado, condenado e preso por crimes de guerra, ande em vez disso, a alinhar palestras umas atrás das outras e sendo pago principescamente por cada uma delas.






