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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O Vaticano... e as cenouras


Quem se sentir tentado a pensar que esta coisa dos descontos em cartão e “promoções” semelhantes, que alguns grandes hiper-merceeiros nos "oferecem", são vantagens reais, ou sequer uma inovação... tire daí o sentido.
Na verdade, não só as tais vantagens são pouco mais do que virtuais, como obrigam a continuar a consumir, eternamente, no mesmo fornecedor, para além de já existirem desde que a ideia de “concorrência” ultrapassou a qualidade e honestidade, como factor distintivo na actividade comercial.
Mais ainda, os próprios capitalistas do retalho, não inventaram nada. Esta cegueira das “promoções” é praticada pelas grandes religiões há séculos.
Qual o candidato a mártir muçulmano, que não se faz explodir com muito mais alegria, tendo a perspectiva de ir imediatamente para o paraíso, onde será “pastoreado” reiteradamente, por 70 virgens doidas para a brincadeira?
Qual o peregrino que não esbardalha os pés ou os joelhos com muito mais devoção, na perspectiva de sacar uns favorzinhos à santa da sua devoção?
Vem esta reflexão (algo inopinada, admito!) a propósito da notícia de mais uma destas “promoções”, oferecida pelos “serviços comerciais e de marketing”da Igreja Católica, que nos dá conta das “indulgências e bênçãos” a conceder pelo Vaticano aos potenciais clientes da Romaria da Penha, em Guimarães.
Talvez com o propósito - que muito agradeço – de me fazerem rir a propósito de uma tão triste realidade, coisa tão difícil nos tempos que correm, os serviços do Vaticano anunciam que o Papa Francisco, num inequívoco toque de modernidade e inovação, oferece as indulgências e as bênçãos também àqueles que sigam a missa pela televisão ou pela rádio.
Boa malha! Se o Vaticano prometer passar a pagar, todos os meses, a minha conta da ZON... eu prometo seguir a missa muito atentamente... pela internet!

sábado, 22 de junho de 2013

Israel – Mais uma “lamentação” a juntar ao muro...


Um dos muitos habitantes de Jerusalém que tiveram a fatalidade de serem, ao mesmo tempo, israelitas e árabes, fez, há pouco, a sua última visita ao histórico “Muro das Lamentações”. Ali chegado, quis afirmar a sua pública convicção de que o seu “deus” é grande. Enorme erro!
Poderia, como qualquer um de nós, dizer simplesmente “Deus é grande!”... ou Dios es grande, ou Dieu est grande, ou God is great, ou Gott ist groß...  mas não! Levado pela sua manifestamente infeliz natureza de árabe, disse Alla’hu Akbar… o que lhe foi fatal!
Um dos “nervosos” seguranças israelitas que por ali andava, despejou-lhe uma interminável rajada de balas no corpo, assassinando. Estava desarmado. Não constituía qualquer espécie de ameaça.
Numa trágica ironia, acontece que o “deus” do assassinado e do seu carrasco, é exactamente o mesmo. Acontece também que, desgraçadamente, em nenhuma das duas versões é o que se possa chamar um “deus” grande. Pelo menos não é, nem um milímetro, maior dos que a infinidade de pequenos e médios “deuses” que povoam a História da Humanidade, desde os simples “deuses” das florestas... até ao mais arrogantes e pretensiosos... todos saídos da imaginação temerosa do homem.
Acontece que nenhum desses esteve nem perto de conseguir igualar o número esmagador de seres humanos chacinados em seu nome. Este pobre israelita/árabe foi apenas mais um, numa, aparentemente, imparável lista de actos de profundo ódio que vem desde a casa desavinda de Abraão, passando pelas "Cruzadas", pela "Santa Inquisição", por cada acto terrorista do cobarde fundamentalismo islâmico... até ao intolerante e venenoso "cristianismo" de qualquer beata de uma qualquer das nossas aldeias.