domingo, 14 de outubro de 2007

Um belo "gesto técnico"!


Imagem airosamente subtraída ao Anónimo do Séc. XXI

Pela pose dos atletas percebe-se que vai ser marcado um livre directo.
Perguntas que ficam no ar:
1. Afinal foi golo ou não?
2. Porque é que nestas barreiras há sempre um ou dois inconscientes armados em bravos e que não protegem os "tintins"?

National Geographic



Este indivíduo está gravemente doente, o que o faz repetidamente vomitar para cima do Correio da Manhã.
Pergunta o lacaio do governo (qualquer que ele seja) se é democrático haver tantas manifestações "contra" o primeiro ministro. De facto não é! Devia haver pelo menos outras tantas para este infeliz, mas acompanhadas de uns panos encharcados... (zona de improviso para o leitor).
Afirma ainda, "Não sei se o PCP tem um centro de preparação de arruaceiros desta estirpe, mas a verdade é que se não tem é como se tivesse".
Aqui nem me interessa que seja o PCP ou o BE ou o raio que o parta. Fascinante é a profundidade intelectual do conceito "se não tem é como se tivesse".
Mas sobre a profundidade intelectual desta lamentável imitação de jornalista já fomos tendo muitos e variados exemplos prácticos ao longo dos últimos anos. Há pratos de sobremesa bem mais profundos!

sábado, 13 de outubro de 2007

"O amor nos tempos da porrada"



(ou pelo menos, nos intervalos...)

Porque será que tantos idiotas chegam a cargos tão "importantes"?

Pergunto eu ao ler um excerto de uma entrvista de Monsenhor Luciano Guerra, reitor do Santuário de Fátima, à Notícias Sábado (suplemento do DN), de 6.10.07, página 18.

Aqui vai uma pequena amostra:

Isso antigamente acontecia de igual modo. As pessoas eram talvez hipócritas...
Mas hoje ainda são mais. Os divorciados passam por períodos imensos de hipocrisia antes de consumar o divórcio.
Havia vidas desgraçadas quando não existiam divórcios...
Havia e hoje também há. E agora até há mais. No tempo em que não havia divórcios, havia situações bastante dolorosas, mas a pessoa resignava-se. A mulher dizia: calhou-me este homem, não tenho outra possibilidade, vou fazer o que posso. Ao passo que hoje as pessoas querem safar-se de uma situação e caem noutras piores.
Na sua opinião, uma mulher que é agredida pelo marido deve manter o casamento ou divorciar-se?
Depende do grau de agressão.
O que é isso do grau de agressão?
Há o indivíduo que bate na mulher todas as semanas e há o indivíduo que dá um soco na mulher de três em três anos.
Então reformulo a questão: agressões pontuais justificam um divórcio?
Eu, pelo menos, se estivesse na parte da mulher que tivesse um marido que a amava verdadeiramente no resto do tempo, achava que não. Evidentemente que era um abuso, mas não era um abuso de gravidade suficiente para deixar um homem que a amava.

O "livrinho" vermelho



Nos meus tempos de juventude, no comunitário da Cruz Quebrada, apareciam por vezes uns amigos, apreciadores de um livrinho pequenino, mas em compensação recheado de pensamentos perfeitamente imbecis! (obrigado, Vasco Santana!).
Na minha juvenil inconsciência, nem suspeitava da verdadeira dimensão e longevidade dos estragos que tal livreco viria a provocar nos cérebros de alguns desses apreciadores.
É o caso lamentável de Helena Matos, no Público de dia 11.10.07, onde escreve uma das suas croniquetas, com o título "O Che morreu. E Tatu onde está?", recheada de sintomas de prolongada exposição aos tais "pensamentos".
Como não há link disponível para o Público, quem quiser saber exactamente de que estou a falar, fará o favor de ir ao "Tempo das cerejas".
Ainda hei-de tentar saber mais sobre a luta armada da jovem Helena Matos, nos idos do PRED (processo revolucionário em discurso), nas serranias da Estrela, contra a burguesia que ousava tentar implantar em Portugal, pasme-se, um regime democrático!!!

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Mantem-se o impasse!

Bush contesta a votação da Comissão Nobel. Já seguiu para a Suécia uma task force de "experientes" juizes americanos motivadíssimos para fazer a recontagem dos votos. 



Imagem elegantemente surripiada ao Arrastão.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Deve ser "derivado" à humidade


Segundo o Correio da Manhã de hoje, Zita Seabra já corre para o lugar de líder parlamentar da bancada do PSD. Durante a pesquisa que fiz ao nome de Zita fui parar acidentalmente a este "douto" dicionário.




Portanto, uma espécie de fungo!
E não é que eu já andava desconfiado?
Como se pode ver na fotografia em baixo à direita, a doença também ataca as laranjas.
Azar!

Liberdade climatizada...

...ou condicionada, ou como quer que se diga!


Peço desculpa por não conseguir decifrar o nome do autor do cartoon, portanto apenas admito que o tirei descaradamente do Puxapalavra.
Adenda: Graças a uma preciosa dica do Aristides, posso dizer que o cartoon pertence a Anterozóide, um blog a visitar, decididamente!