É uma estória de Natal extremamente curta... já que as canalhices têm, por vezes, enredos muito simples:
Paulo Ribeiro trabalha numa sucateira, deram-lhe um cheque de cento e poucos euros e como o banco ficava em caminho, decidiu levantar o dinheiro.
Decisão “errada”!!!
A indumentária de trabalhador de uma sucateira, mais o muito provável cheiro que condiz com os materiais envolvidos, estão fora do código de “fardamento e perfume” do Banco Santander desta freguesia de Braga.
Logo... rua com o cliente! Atende-se o indesejável no passeio e nem se lhe permite sequer o acesso ao livro de reclamações... ainda por cima, era facilmente confundível com um romeno!!!
O “Espírito de Natal”, tão presente em toda a parte, por estes dias... assume, por vezes, formas muito, mas mesmo muito, muito estranhas!
Mas isto é agora, na quadra natalícia. No resto do ano este "espírito" não passa de simples xenofobia e do célebre “racismo” contra os aparentemente pobres, por parte dos lacaios do dinheiro, arvorados em guardiões da “higiene social” nos templos do “deus capital”.






