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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

António Costa – Na verdade...nada de novo!


Ora aí está uma notícia que, embora cheia de significado, não altera nenhuma das minhas convicções em relação a António Costa!
Na verdade, se eu votasse em Lisboa, Costa nunca teria tido o meu voto para a autarquia, nem a minha presença nas várias aparições públicas da sua comissão de “honra”, por mais que isso seja “charmoso” e, provavelmente, proveitoso.
Na verdade, e com muita honra... se votasse em Lisboa teria o meu candidato!
Na verdade, se alguma vez António Costa se decidir a ser candidato a PR... na falta, hipotética, de um candidato com quem me identifique... não votarei! (o meu médico recomendou-me o corte total na ingestão de sapos)
Na verdade, se António Costa fosse politicamente digno, já se teria rebelado contra a indignidade de participar, há anos, naquele travesti de debate plural, que dá pelo nome de “Quadratura do Círculo”, onde ele e os representantes do PPD e do CDS não se coíbem de, semana após semana, dizerem tudo o que lhes vem à cabeça sobre os comunistas, as suas propostas e ideias... mas, cobardemente! Sem a presença de nenhum destes! Sem contraditório!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Costa e Seguro em linha – Alô... alô... Largo do Rato?... sim... é da guerra?...


Uma coisa é aquilo que o eleitorado do PS parece querer... outra muito diferente, é aquilo que o PS quer.
Esta evidência vem a propósito do desfecho provisório da “guerra” pelo lugar de topo da hierarquia do grande aparelho partidário sediado no Largo do Rato.
A escassos segundos de ser apodado de traidor pela entourage de Seguro, que não poupou nos adjectivos, António Costa chegou há dias ao Rato rodeado de “generais” (já com director de campanha arregimentado e tudo) e com o peito tufado. Depois... foi o que se tem visto e que, para já, deu nisto:
Pode não fazer sentido... mas parabéns porquê? Em que é que Seguro mudou?
Que diabo de negociação não contém cedências?!
Daí eu gostar muito deste título, “Costa diz estar em linha com Seguro”, e de ter encontrado uma ilustração bastante adequada para a notícia que ele anuncia.
É já a grande e esperada maravilha do Século XXI... e das suas assombrosas formas de “comunicação” avançadas!!!
Declaração de interesses: Declaro, para os devidos efeitos, que nenhuma destas situações me dá qualquer espécie de prazer... antes pelo contrário!
Na realidade, preferia que Portugal tivesse um PS que não tivesse traído a Revolução de Abril, pelas mãos de Soares, da CIA e Carlucci, que não tivesse conspirado com a “igreja” do nojento cónego Melo, para a sublevação do interior e norte do país e com com as redes bombistas de extrema direita, para assaltar e incendiar sindicatos “vermelhos” e sedes do Partido Comunista, que não tivesse "fabricado" dezenas e dezanas de coligações autárquicas com a direita, cujo único “programa” era afastar a FEFU, APU e depois a CDU do poder local, de ter conspirado para criar uma central sindical amarela, cujo único programa, confessado publicamente por dirigentes do PS, era “partir a espinha à Intersindical”, finalmente, um PS que a nível de política nacional sempre fez alianças com o PPD e o CDS, contra a esquerda a que diz pertencer.
Na realidade... preferia! Mas a realidade, por enquanto, é o que é!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

António Costa – O “nim” visto de fora...


O meu apreço pela gelatina limita-se praticamente à “Royal” e desde que seja com aroma de morango. Daí que qualquer alteração que o PS resolva introduzir quanto ao seu actual líder... para mim está muito bem.
Apesar de ter presenciado por muitas vezes o ódio cego com que destacados “socialistas” se referem a alguns dos meus amigos, não me move nenhum desamor personalizado em relação aos novos ou futuros dirigentes daquele partido.
Quanto aos do passado... citando Ary dos Santos, «o passado é já bastante, vamos passar ao futuro».
Sei que tenho alguns leitores cujas simpatias vão para aquele campo político e esses, sim, estarão justamente preocupados nesta hora, com a convulsão provocada pela ameaça de tomada do poder por parte de António Costa que, ao que parece, para já pretende apenas manter o cargo na Câmara lisboeta... e contribuir para a “unidade”.
Todos estão no seu direito. Costa, no direito de tentar ou desistir. Os membros e simpatizantes do seu partido, de preferirem Seguro, ou Costa. Seguro, de fazer qualquer coisa “violenta”, como é seu timbre.
Seja como for, não venha a dar-se o caso de António Costa decidir mesmo avançar, este post destina-se a ser uma espécie de aviso à navegação dos restantes frequentadores deste estabelecimento que, provavelmente, tão desinteressados quanto eu, sobre qual o nome que se segue na liderança do PS, tendo apenas, tal como eu, alguma espectativa quanto à possibilidade de aquele partido voltar a ser dirigido por um vertebrado... possam, a dado momento, não ter presente o facto de um se chamar António José Seguro e o outro, António Costa.
Se isso acontecer, quero dizer, se não conseguirem destrinçar a confusão entre “antónios”, façam-me o especial favor de não tentarem distinguir os dois pela cor. Pela vossa saúde... e a bem da “saúde” da caixa de comentários (aqui e a seguir no Facebook)!
Em caso de absoluta necessidade e se vos falharem de todo os nomes, digam que um é “muito branco” (alvar, mesmo...) e que o outro é “apenas um pouco menos branco”... e esperemos que tudo corra pelo melhor.
Obrigado!