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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

António José Seguro – Se é para imitar...


Apesar da espessa impopularidade do governo e da notória vergonha que alguns candidatos autárquicos têm da sua ligação aos partidos do governo, os resultados desta eleição não vão ser favas contadas, como precipitadamente alguns dirigentes do PS julgaram.
Lá vão chegando as notícias (e, infelizmente, também as imagens) dos tremendos esforços de António José Seguro para conseguir alguma relevância e popularidade. Aqui diz umas coisas, logo ali faz ginástica, mais acolá anda de bicicleta...
Apesar de respeitar esta disponibilidade de Seguro para suar as estopinhas pelos seus candidatos, estas notícias não me sugerem grandes comentários. Talvez dois, vá...
Um, para lembrar aos amigos do PS um princípio das famosas “Leis de Murphy”:
“O seguro cobre rigorosamente tudo... menos aquilo que realmente aconteceu”.
O outro, para dar um conselho directo a António José Seguro.
- Homem... se faz mesmo questão de emular (algum dia havia de conseguir usar esta palavra!) dirigentes “notáveis” do PS, deixe lá essa tolice do exercício físico do Sócrates e imite um dirigente realmente notável e com um lugar garantido na História (independentemente do que eu pense dele)!
Largue as corridas e as bicicletas, ganhe uns cinquenta quilos e fique "gordinho"... como Mário Soares!!!


sábado, 20 de julho de 2013

A montanha da “salvação nacional” nem chegou a parir o rato – Aquilo era mais “gases”...



António José Seguro subiu um ponto na minha consideração! Confesso que a sua figura nunca me mobilizou o suficiente para tentar conhecer, mais aprofundadamente, os meandros do seu pensamento. Assim, não me é possível saber se disse NÃO por uma questão de convicção... ou em resultado das pressões – algumas acompanhadas da ameaça de cisão – de alguns sectores do seu partido.
Enquanto a posição do PS for a de cumprir o “memorando de entendimento”, como eles gostam de chamar ao tratado de capitulação que co-assinaram com atroika, era indiferente que houvesse, ou não, acordo nesta “marmelada salvacionista” inventada pelo brilhante intelecto de Cavaco Silva.
Independentemente da minha discordância com o PS quanto à questão de fundo, teria ficado bem mais impressionado se Seguro tivesse levado o tempo que um grande líder de um partido que se pretende de oposição deveria ter demorado a dizer não: cerca de dez segundos.
Pessoalmente, quero crer que uma fortíssima contribuição para o NÃO de Seguro, foi dada, afinal... por Passos Coelho. Na verdade, foi sempre transparente a irritação que esta vingança de Cavaco lhe provocou, o que o levou a passar todos os dias que durou esta “negociação”, ocupado a dinamitar qualquer hipótese de acordo. Comportando-se publicamente como um garoto malcriado, como um simples provocador... como o calhordas que já demonstrou ser.
Como dizia um amigo, só tenho um “adjectivo”: gostei!
Agora, a bola foi devolvida a grande velocidade em direcção à cara de Cavaco Silva. A bem da sua dentadura, espero que seja capaz de a agarrar.
Como terá aprendido com os exemplos dos indígenas, durante a sua mais recente visita de Estado... o verdadeiro Presidente... é o “cagarra”.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Portas - “Aquilo” está doente...



Por estes dias, uma nova sombra paira sobre o futuro próximo de António José Seguro e das suas pretensões à provável tomada do poder enquanto primeiro-ministro de Portugal.
Na verdade, se até agora o que ia valendo era a opinião de gente da sua máquina partidária, gente “progressista” como Francisco Assis e outros que tais, segundo a qual, a dar-se o caso de o PS não obter uma maioria absoluta, Seguro deveria fazer uma aliança à sua direita, sendo o CDS o parceiro óbvio (e já antes experimentado)... os acontecimentos dos últimos dias devem ter mergulhado os estrategas “socialistas” num estado de algum desânimo.
Como não desanimar, perante a perspectiva de vir a ter como parceiro de coligação “aquilo”? Já se sabia da “natureza” de escorpião de Portas, obrigado por essa sua “natureza”, como a História documenta, a trair todos aqueles com quem estabelece acordos. Já se sabia da sua falta de ligação à noção de “palavra dada”. Já se sabia da sua compulsão pela mentira e pela permanência no poder a qualquer preço. Desgraçadamente para aqueles que são obrigados a conviver com ele... ainda não se sabia desta sua faceta potencialmente catastrófica e digna de um documentário do National Geographic”, ou de uma produção do Filipe La Féria: a de sofrer verdadeiros surtos de histeria violenta, surtos que só se acalmam dando-lhe coisas. Nesta sua patologia particular, as “coisas” são mais lugares, mais cargos, mais poder... o que não torna a sua patologia muito diferente de outras variantes da “doença” que podem “acalmar-se” com dinheiro. Em qualquer das variantes, trata-se de corrupção! Pura e simples!
Compreendo a apreensão de quem esteja a antever um futuro político... amarrado “àquilo”.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Seguro – A pose...


Passava um pouco das 18:30h... passei inadvertidamente à frente do electrodoméstico audiovisual. António José Seguro repetia pela enésima vez a sua “narrativa” dos últimos tempos... mas com pompa e pose de “primeiro-ministro”.
Confesso que já vi melhores imitações!

Adenda: O facto de eu não estar particularmente mobilizado pela extraordinária "onda de entusiasmo" que percorre todo o país, na esteira da passagem triunfal de Seguro... não me impede de ver que algumas coisas que diz são acertadas... e dizer que seria muito bom que, pelo menos algumas delas, fossem sentidas.

terça-feira, 26 de março de 2013

Seguro – Que tristeza!



Chega-se a casa, janta-se uma boa “chinezada” comprada pelo caminho... e, finalmente, dá-se uma espreitadela nas notícias do “google”. Lá está a coisa: «Seguro escreve à troica a explicar porque pretende derrubar o governo».
Seguro aproveita ainda para lhes garantir que podem estar sossegados, já que pretende cumprir tudo o que está no memorando, ou seja, no essencial, garante que levará a cabo a mesmíssima política do actual governo.
Fico a pensar na renovação na continuidade que parece vir por aí.
Fico a pensar no facto de Seguro, goste-se ou não dele, ter sido eleito pelos militantes do PS e correr o risco de vir a ser primeiro ministro com os votos de várias centenas de milhar de portugueses... e não sei o que pensar desta sua necessidade de se explicar perante a “troica” e os seus funcionários que ninguém elegeu.
Fico com aquela embaraçosa, mesmo insuportável, sensação de profunda vergonha. Mesmo não sendo comigo. Mesmo não sendo militante ou simpatizante do PS.
É tão triste!

sábado, 2 de março de 2013

Seguro e a troika – Pára tudo!!!




O secretário-geral do PS diz que a equipa de técnicos da troika com quem esteve reunido mostrou uma “maior disponibilidade para escutar e acolher as propostas e medidas” do seu partido.
Pára tudo! Pára tudo! Pára tudo!!!
Isto é uma grande novidade!
Será que ainda vamos a tempo de cancelar todas as manifestações de hoje?

sábado, 23 de fevereiro de 2013

António José Seguro – Ser solidário (*)


Há sempre uma primeira vez para tudo! Ontem senti-me extensamente solidário com o hiper-activo secretário geral António José Seguro! O melhor é explicar...
Ontem, como disse, por volta das 4 da tarde, passei por um electrodoméstico que estava sintonizado na "menina dos olhos de Balsemão, a SIC-Notícias. Um repórter atirou-me de supetão:
“António José Seguro está, há meia hora, a explicar a Cavaco Silva... ...”
Nem ouvi mais! Só de imaginar a cena excruciante de Seguro a tentar explicar não sei bem o quê a Cavaco Silva... o meu coração foi-se transformando lentamente numa “amálgama de ferros retorcidos”, ou num “cenário dantesco”... tudo expressões muito queridas dos senhores jornalistas, sempre que querem descrever desastres, que podem ir do colapso de uma banca de frutas e legumes, ou a uma inundação na despensa da senhora Adosinda... até acontecimentos corriqueiros.

Ninguém teve a ideia caridosa de avisar Seguro de que não adianta tentar explicar seja o que for àquela criatura? Que “aquilo” tem cimento armado de primeira qualidade e dureza em cima dos ombros? Que nem que ficasse lá até ser noite cerrada... ali não entraria nada?!!!
Entretanto percebi que Seguro não estava a explicar coisa nenhuma, mas sim a recitar o seu “mantra” dos últimos dias, sobre isto e aquilo, com aquela animação e originalidade apenas superada pela gravação daquela senhora que debita as informações sobre os comboios nas estações da “Fertagus”... o que, convenhamos, também não deve ter sido propriamente o melhor programa de entretenimento para a tarde do senhor Presidente... mas ainda assim, que diabo!
Quem quer que seja levado a estar sozinho numa sala com Cavaco Silva, por que motivo for e ainda que por pouco tempo... tem toda a minha solidariedade!
* O José Mário Branco não merecia esta desfeita!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O “namoro” (*)



… … … …          
…mandei-lhe uma carta          
e ela disse que não”          

* Espero que o Viriato da Cruz e o Fausto consigam perdoar este meu desaforo!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Costa e Seguro em linha – Alô... alô... Largo do Rato?... sim... é da guerra?...


Uma coisa é aquilo que o eleitorado do PS parece querer... outra muito diferente, é aquilo que o PS quer.
Esta evidência vem a propósito do desfecho provisório da “guerra” pelo lugar de topo da hierarquia do grande aparelho partidário sediado no Largo do Rato.
A escassos segundos de ser apodado de traidor pela entourage de Seguro, que não poupou nos adjectivos, António Costa chegou há dias ao Rato rodeado de “generais” (já com director de campanha arregimentado e tudo) e com o peito tufado. Depois... foi o que se tem visto e que, para já, deu nisto:
Pode não fazer sentido... mas parabéns porquê? Em que é que Seguro mudou?
Que diabo de negociação não contém cedências?!
Daí eu gostar muito deste título, “Costa diz estar em linha com Seguro”, e de ter encontrado uma ilustração bastante adequada para a notícia que ele anuncia.
É já a grande e esperada maravilha do Século XXI... e das suas assombrosas formas de “comunicação” avançadas!!!
Declaração de interesses: Declaro, para os devidos efeitos, que nenhuma destas situações me dá qualquer espécie de prazer... antes pelo contrário!
Na realidade, preferia que Portugal tivesse um PS que não tivesse traído a Revolução de Abril, pelas mãos de Soares, da CIA e Carlucci, que não tivesse conspirado com a “igreja” do nojento cónego Melo, para a sublevação do interior e norte do país e com com as redes bombistas de extrema direita, para assaltar e incendiar sindicatos “vermelhos” e sedes do Partido Comunista, que não tivesse "fabricado" dezenas e dezanas de coligações autárquicas com a direita, cujo único “programa” era afastar a FEFU, APU e depois a CDU do poder local, de ter conspirado para criar uma central sindical amarela, cujo único programa, confessado publicamente por dirigentes do PS, era “partir a espinha à Intersindical”, finalmente, um PS que a nível de política nacional sempre fez alianças com o PPD e o CDS, contra a esquerda a que diz pertencer.
Na realidade... preferia! Mas a realidade, por enquanto, é o que é!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ségolène Royal – E as coisas que ela sabe?!!!...


Madame Ségolène Royal tem uma coisas giras! Não! Não comecem já a pensar tolices... estou a falar de coisas que ela faz e diz, volta não volta.
A simpática francesa, ex-candidata à presidência da República, veio até cá, em representação do PS gaulês, participar numa reunião da Internacional Socialista. Não faço a mais pálida ideia daquilo que se trata numa reunião da dita organização, atendendo a que tudo leva a crer que não será de Socialismo... e confesso que a minha curiosidade sobre o tema é, pelo menos, bastante modesta.
Ainda assim, não pude deixar de reparar numas declarações da notre amie Ségolène. Diz ela que ficou «muito impressionada» com a credibilidade das propostas do líder socialista português… a quem, diz a notícia, tratou sempre por António (tem lógica! Ele chama-se, realmente, António). Acrescentou ainda que o «António tem uma visão global do desenvolvimento económico, da alternativa possível»… e que a alternativa representada pelo Partido Socialista português «não só é credível, mas é sólida, é sustentada em convicções fortes e valores fortes». Concluiu, declarando que a alternativa em Portugal… «está pronta».
Foi, portanto, por este conjunto de declarações, ao contrário das brejeirices que vocês, incorrigíveis, chegaram a imaginar, que eu disse que Ségolène Royal tem umas coisas giras.
Ou então… o António José Seguro andou a mostrar-lhe habilidades que a nós, certamente por timidez… nunca mostrou!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

António Costa – O “nim” visto de fora...


O meu apreço pela gelatina limita-se praticamente à “Royal” e desde que seja com aroma de morango. Daí que qualquer alteração que o PS resolva introduzir quanto ao seu actual líder... para mim está muito bem.
Apesar de ter presenciado por muitas vezes o ódio cego com que destacados “socialistas” se referem a alguns dos meus amigos, não me move nenhum desamor personalizado em relação aos novos ou futuros dirigentes daquele partido.
Quanto aos do passado... citando Ary dos Santos, «o passado é já bastante, vamos passar ao futuro».
Sei que tenho alguns leitores cujas simpatias vão para aquele campo político e esses, sim, estarão justamente preocupados nesta hora, com a convulsão provocada pela ameaça de tomada do poder por parte de António Costa que, ao que parece, para já pretende apenas manter o cargo na Câmara lisboeta... e contribuir para a “unidade”.
Todos estão no seu direito. Costa, no direito de tentar ou desistir. Os membros e simpatizantes do seu partido, de preferirem Seguro, ou Costa. Seguro, de fazer qualquer coisa “violenta”, como é seu timbre.
Seja como for, não venha a dar-se o caso de António Costa decidir mesmo avançar, este post destina-se a ser uma espécie de aviso à navegação dos restantes frequentadores deste estabelecimento que, provavelmente, tão desinteressados quanto eu, sobre qual o nome que se segue na liderança do PS, tendo apenas, tal como eu, alguma espectativa quanto à possibilidade de aquele partido voltar a ser dirigido por um vertebrado... possam, a dado momento, não ter presente o facto de um se chamar António José Seguro e o outro, António Costa.
Se isso acontecer, quero dizer, se não conseguirem destrinçar a confusão entre “antónios”, façam-me o especial favor de não tentarem distinguir os dois pela cor. Pela vossa saúde... e a bem da “saúde” da caixa de comentários (aqui e a seguir no Facebook)!
Em caso de absoluta necessidade e se vos falharem de todo os nomes, digam que um é “muito branco” (alvar, mesmo...) e que o outro é “apenas um pouco menos branco”... e esperemos que tudo corra pelo melhor.
Obrigado!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Pobre “tozé”!


Como é que se pode levar minimamente a sério um “líder” que, perante a séria contestação interna no seu partido, em vez de avançar para o confronto de ideias, finca os pés, agarra-se às ombreiras das portas, tenta sabotar a realização de um Congresso e a única ideia que tem para “combater” os opositores, é afivelar um sorrizinho indigente na cara... perguntando, repetida e idioticamente:
«Qual é a pressa?»
«Qual é a pressa?»
«Qual é a pressa?»
«Qual é a pressa?»
«Qual é a pressa?»

Infeliz!!!


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O regresso aos mercados


Ao contrário das “permanências”, que se arriscam, muitas vezes, à fatalidade do aborrecimento da rotina, as partidas e os regressos são acontecimentos intensos e dramáticos. A matéria de que se fazem os grandes dramas teatrais ou do cinema... como é o caso de “Regresso a Howards End, interpretado por um elenco fabuloso.
Fabulosos também, mas estes na sua mediocridade, falsidade e mesquinhez, Gaspar & Coelho, Lda., não se cansam de anunciar a sua “fita” (com Seguro num papelzeco secundário) que leva por título “Regresso aos Mercados”!
É sabido que “os mercados” são uma espécie muito dada a “crises nervosas”... mas, por uma vez, estou inclinado a dar-lhes razão.
Quem é que não fica “nervoso” ao ver entrar pela porta dentro, de regresso, estas duas avantesmas?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

ADSE - Odisseia no espaço




Correia de Campos, deputado europeu e ex-ministro da “Saúde” de Sócrates, que parece não ter perdido nada da sua conhecida “fúria encerradora”, acha que se deve acabar com a ADSE.
Carlos Zorrinho, actual líder da bancada parlamentar do Partido Socialista, diz que não senhor, que o PS não tem a menor intenção de acabar com a ADSE.
Um outro dirigente do partido diz que sim, que «vamos acabar com a ADSE para acabar com a injustiça».
Portanto, agora só falta António José Seguro subir para uma cadeira, à frente de um grupo de militantes... e falar directamente para Pedro Passos Coelho, como é seu hábito, ameaçando-de “ter o PS pela frente” (violentamente, claro!), se ousar extinguir a ADSE... ou se, pelo contrário, tiver o atrevimento de a manter.
Acho que já estou a perceber qual é a “arma” de Seguro contra Passos Coelho. Quer desorientá-lo... e estas, digamos assim, posições políticas desconcertantes, são como que uma espécie de pistolas "phaser" de atordoamento, daquelas que se usam nas séries de ficção científica.

Adenda: Como um embaraço nunca vem só, agora têm o genial Relvas a gabar-lhes a "ideia"... mas a perguntar qual é a ideia que vale.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

António José Seguro – A poeirada


Um grande elefante africano e um ratinho correm lado a lado pela savana deserta. Grita o ratinho:
- Ó elefante!
- ...
- Elefante!!!
- ... ...
- Ó elefante!!!
- O que é que foi, pá?!!!
- Já viste a poeirada que a malta está a levantar?
Desculpem-me alguns amigos do Partido Socialista... mas por qualquer razão, lembrei-me desta “fábula” ao ler este título de jornal:

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Seguro – Abstenção?


Estive todo o dia fora de casa, a trabalho. O facto de existirem, ainda, projectos de trabalhos futuros e uma ou duas para fazer imediatamente, já é suficientemente positivo. O tipo de trabalho que é... faz-nos (quase) esquecer os inconvenientes de se ter optado por ser “cigarra” num país onde isso é um defeito.
Sobre isso falaremos num outro dia. Agora, o que me traz completamente “desinquietado” é não ter informação definitiva e fidedigna sobre a próxima (e quase certa) abstenção de Seguro!
Será uma “abstenção violenta”? Será assim-assim? Será fofinha?!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

António José Seguro – Bem aventurados...


Segundo o Diário de Notícias, António José Seguro disse ser «um líder muito feliz do Partido Socialista por saber que há muita qualidade nos dirigentes do partido», incluindo no presidente da Câmara de Lisboa, António Costa.
Esta referência ao autarca do PS ficou a dever-se ao facto de António Costa, volta que não volta, não se coibir de lembrar que é a sombra negra de Seguro, como nesta entrevista em que assume ter «algumas qualidades» para dirigir o partido... seja lá o que for que isso quer dizer, ou insinuar, sobre o pensamento de António Costa no que respeita às “qualidades” do actual dirigente.
Seja como for, o que me deixou a magicar foi esta cândida “felicidade” do secretário geral, felicidade que, nos tempos que correm, me parece encaixar muito bem em dois tipos de pessoas:
1. Os anjinhos... o que não me parece nada que seja o caso presente.
2. Os muito pobres de espírito, já a caminhar para totais patetas... o que também não se aplica nesta estória.
Resta-me apenas uma terceira e salvadora explicação para tanta felicidade. António José Seguro produziu estas declarações no final da visita ao festival do anho e do arroz no forno, de Baião, experiência que, atendendo ao calibre da pinga que por lá se usa para regar estas iguarias, deixa quase toda a gente irresistivelmente... "feliz", vá lá... bastante alegre.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

António José Seguro... “régio”!


A esta hora deve reinar o mais espesso terror nas hostes do governo Passos/Portas. Seguro ameaça opor-se à política (miserável, diga-se!) do governo para o ensino. Se a abstenção já costuma ser violenta... imagine-se o que poderá acontecer se ele resolve opor-se.
«Não se atrevam a ir por aí!» - esganiça-se ele, com uma cara meio esgazeada. Uma cara de quem, infelizmente, quando diz “não se atrevam a ir por aí”, o máximo que consegue é parecer um José Régio, mas ao contrário... um “Cântico negro” dito de trás para a frente...
Tudo “com o mesmo sem vontade com que" rasgou “o ventre à" sua “mãe”...

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Troika, Tozé Seguro... e um atropelamento




Proclamou António José Seguro, do alto da sua... pronto... proclamou: «A alternativa à receita do governo é pedir mais um ano à troika».
Este fantástico “plano alternativo” do maior partido que (oficialmente) não está no Governo é todo ele um verdadeiro programa digno de estudo. Já o termo “pedir à troika deve ser apenas um traço de carácter. Estou certo que deve ser uma espécie de “pedido violento”, a famosa fórmula pra todo o serviço de Seguro.
Como se tudo isto não fosse já suficientemente triste... eis senão quando, assiste-se a este verdadeiro atropelamento de Tozé pelos figurões do PSD que, subitamente, não só descobriram os encantos dos prolongamentos, como falam em dois anos.
E agora, Tozé?!

sábado, 12 de maio de 2012

António José Seguro - Aceitam-se “palavras de ordem”...




Tal como o Vítor Dias (a quem surripiei a imagem), também eu imaginei um princípio de frémito de esperança entre alguns militantes do PS, ao lerem este título de jornal.
Claro que depois o texto da notícia estraga tudo. Afinal, António José Seguro está "disponível para ir para a rua”... mas para se manifestar. Para gritar aos quatro ventos a sua “abstenção violenta”. Para dar um corpo e um som à sua persistente e vasta inexistência. No limite do que é possível acrescentar aos tacões... para aparecer na fotografia.