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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Escondido

 



Agora fico aqui escondido para sempre… 

e nunca me vão encontrar… 

e vão chorar muito com saudades de mim!



domingo, 16 de agosto de 2020

Sem mistérios

 



Tal como acontece tantas vezes….também aqui, muito provavelmente, Jorge Amado e Saramago, os dois seres humanos fotografados na Bahía pela escritora Zélia Gattai, estavam apenas a fazer horas para a feijoada que o Amado explicava… e que o Saramago prometia “pagar” com uma favada do Alentejo, ou um sável frito com açorda de ovas, acompanhado com magusto à moda da sua ribatejana Azinhaga.  

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Em cada esquina um amigo – Lá chegaremos, Zeca!


Olá, Zeca!
Como não tenho a menor intenção de falar de morte... este recado é só para dizer que a saudade aqui por casa não abranda.
A tua Grândola está a fazer um sucesso fantástico... por boas razões, mas nem sempre da forma mais acertada. Mas isso são contas de outro rosário.
Como deves calcular - já que me conheces - não estou a falar na afinação vocal dos espontâneos cantores e cantoras, nem tão pouco do facto de quase ninguém saber a letra da cantiga... pois nesta segunda “arte” sempre foste tu o campeão.
Seja como for, cantando mal ou bem... havias de gostar de ver as idades da maior parte da malta que anda a cantar-te, por vezes pela primeira vez. Quem sabe se nalguns, mesmo que pouco a pouco, a coisa pega e frutifica?
A propósito... dentro de algumas semanas estarei de novo no júri do “Festival Cantar Abril”, inventado pela Câmara de Almada, e que instituiu um prémio com o teu nome. Há um belo punhado de malta nova que vem a concurso e, sobretudo, a convívio, mostrar as suas cantigas originais que falam de liberdade e futuro, ou recriar as canções da resistência e de Abril. Destas, como aliás nas edições anteriores, quase metade dos títulos a concurso... são teus.
Não fiques acanhado e, muito menos preocupado. Ninguém leva a mal!

Um abraço apertado.