Mesmo assim, está a levar-me à náusea o desequilíbrio entre essas notícias e a cobertura paranoica, doentia, mórbida e destrambelhada no seu exagero, da morte (lamentável) de Carlos Castro, essa pobre figura de pobre cronista "social", levada a cabo por todos os canais de televisão e pela imprensa, ocupando metade dos telejornais e vendendo papel à tonelada.
Trinta e cinco anos de contrarrevolução trouxeram-nos ao estado em que estamos e, desgraçadamente, também a esta comunicação social indigente.
A sério... não foi para isto que se fez o 25 de Abril!
