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terça-feira, 19 de novembro de 2013

João César da Neves – Uma coisa morta trazida pelo gato...


João César da Neves é um homem com imenso para dar! Dá aulas de economia, não poucas vezes dá uma imensa vontade de lhe “remodelar” o focinho e, sobretudo... dá opiniões!
Mais uma vez, num artigo de opinião (lá está!!!) no DN, e numa entrevista ao mesmo DN e à TSF, não deixou ficar mal todos aqueles que dele já só esperam o pior.
Entre pérolas como «aumentar o salário mínimo seria a pior forma de estragar a vida aos pobres», ou de ser «suicida e estúpido» baixar a idade da reforma, mais a lenga-lenga costumeira contra as greves e todos aqueles que ousam reivindicar melhores condições de vida, dá um verdadeiro espectáculo ao meter os pés pelas mãos num emaranhado de frases confusas (e nojentas) para tentar explicar uma ideia canalha sublimada nesta frase:
Atendendo à “superioridade” dos cursos ostentados pelo senhor das Neves, não me parece, dada a minha ignara condição, que tenha ferramentas para contestar as suas opiniões com a necessária "qualidade técnica".
Ainda assim, muitos anos a virar frangos e outros tantos de observação destes cromos saídos do mais bolorento salazarismo, permitem-me afirmar com grande confiança:
A maior parte dos neurónios do César da Neves, não são neurónios. 
São lixo! Esterco, estrume, dejectos, coisas mortas trazidas pelo gato, diria mesmo merda... sei lá...

terça-feira, 19 de março de 2013

Passos Coelho – Demita-se! Já!!! Olhe que é uma “oportunidade”...


Mais uma vez, o estropício Pedro passos Coelho repete a “graça”. Já o tinha dito sobre o desemprego, agora volta a dizê-lo sobre os despedimentos, perdão... as rescisões de contrato na Função Pública: «São uma oportunidade!»
Pressionados pela constante ameaça de mais cortes nos vencimentos, de menos direitos, de menos esperança e antes que sejam despedidos à força, com “direito” a uma indemnização miserável, alguns trabalhadores optam pela rescisão de contratos por “mútuo acordo”... com a falsa sensação de que realmente negociaram ou ganharam alguma coisa.
Passos Coelho, tal como da primeira vez, quando se referiu ao desemprego como uma “oportunidade”, parece não ter noção do carácter profundamente nojento desta ideia porca que habita a cabeça dos (pretensos) ultra-liberais. Não tem noção, pelo menos por três razões... ficando apenas por saber qual a percentagem que cada uma dessas razões representa na “fórmula” do raciocínio do primeiro-ministro.
1. “Não tem noção”... por profunda e espessa estupidez.
2. “Não tem noção”... por não ter qualquer espécie de eco do efeito que as suas asquerosas ideias e declarações têm no país real.
3. “Não tem noção”... por não passar de um vulgar canalha salazarento e de um reles provocador.