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terça-feira, 25 de junho de 2013

O senhor “da Ponte”... e o Serviço Público


O senhor “da Ponte” – da ponte salazar, claro! – que foi colocado pelo genial Relvas na administração da RTP, com a tarefa de a destruir e vender ao desbarato, plano que foram forçados a adiar... já se chegou à frente com uma nova proposta de contrato de Serviço Público de rádio e televisão.
Muito blábláblá... mas, muito curiosamente, o que vem à cabeça da notícia sobre a lista de ideias do tal “projecto”, é a rescisão de contratos com um número indeterminado de trabalhadores... sendo mesmo destacado o facto de ser essa a "preocupação pessoal" do presidente.
Isto apenas confirma e reforça que para esta quadrilha, “serviço público” é destruir o que é efectivamente público, para favorecer os negócios privados de uns tantos amigalhaços.
Tanta gente boa e inocente que, por distrações de uma fracção de segundo, se esbardalha* a descer escadas, ou contra árvores, postes e muros... e estes canalhas seguem em frente, impávidos e serenos, impunes, incólumes...
* Escolhi este maravilhoso verbo “esbardalhar”, primeiro, porque estava a ver que nunca mais tinha a oportunidade de o usar... e depois, porque implicando (normalmente) apenas umas mossas e uns arranhões, deixa claro que não desejo a morte a nenhum destes trastes.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Trabalhadores da RTP - E ao quilo... quanto valem?



O senhor "da ponte", o salazarista “distraído” e grande especialista em cervejolas que Relvas sentou na cadeira da Administração da RTP para lhe facilitar a negociata da tão desejada venda ao desbarato do património construído ao longo de décadas pelo esforço dos trabalhadores da estação pública de televisão e dos portugueses em geral... já sabe quanto "vale" cada trabalhador da casa.
O inútil pode não ter uma única ideia sobre o que deve ser a Televisão e Rádio públicas, pode não ter ideia do que faz cada trabalhador que dirige, ou qual a importância do seu trabalho... mas sabe quanto "vale" cada um. São 45 mil euros... ficando por saber se este preço é válido para trabalhadores ainda vivos, ou já esfolados e amanhados.
Diz que cada vez que se poupar essa quantia “mágica” poupa-se um trabalhador ao possível despedimento. Como argumento demagógico está na média: poderia ser menos, mas também poderia ser mais porco.
Claro que antes de ofender os trabalhadores, agrafando-lhes uma etiqueta com o “preço”, não se lembrou que tem por lá vedetas que em dois ou três meses estoiram esse orçamento, sendo que, nalguns casos, não se vislumbra a troco de quê.
Claro que não se lembrou de que neste preciso momento tem, como tem tido a outras partes, uma megalómana e parola embaixada de enviados a Roma, seguindo cada flatulência do novo Chefe de Estado do Vaticano e do enxame de cardeais, embaixada que está a estoirar dinheiro que daria para “salvar” um número indeterminado dos tais trabalhadores...
Parafraseando o Papa Francisco, que disse sobre a sua própria organização (com propriedade, admita-se!) «Sem Jesus Cristo, podemos ser uma ONG piedosa, mas não a Igreja», também a RTP, desgraçadamente, enquanto for dirigida por estes trastes, poderá até ser uma “ong” que fornece, aqui e ali, uns programas de televisão “passáveis”... mas não é um Serviço Público de Televisão!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

RTP – Estupidamente gelada, com espuma... e tremoços, “fáchavor”!


Este senhor sorridente é o Alberto da Ponte. Até há poucos dias vendia cervejas... agora tudo indica que será o novo “gerente” da RTP.
Anda para aí um princípio de celeuma (sempre os invejosos!) sobre as putativas diferenças entre o negócio da cerveja e uma estação estatal de televisão e rádio com vários canais, responsável pelo serviço público de rádio e televisão. Francamente, não vejo qualquer problema!
A dar-se o caso de o mentecapto Relvas e o seu governo de “equivalentes” terem quaisquer ideias sobre cultura, defesa dos autores nacionais, da língua portuguesa, dos artistas e criadores, ou mesmo sobre a noção de serviço público em geral... ainda se entenderia a dúvida; mas se para mentecapto Relvas e o seu governo de “equivalentes”, a RTP não passa de um produto para vender, rapidamente e de preferência ao desbarato... em que é que é diferente de umas tantas paletes de grades de minis?
Ah... e os invejosos de sempre, trabalhadores da RTP e, de uma maneira geral, essa corja que os apoia, insinuam vilmente que o homem não tem currículo ou competências que se conheçam, para estar à frente da RTP. Mentira!
Decididamente, devem andar com a cabeça na lua... e alguns dos meus amigos e amigas leitoras, também! Então não sabem que o homem disse, há uns tempos, que Pedro Passos Coelho «é provavelmente o melhor primeiro-ministro desde Francisco Sá Carneiro»?
Querem melhor “currículo” e mais extraordinária “competência” para se ser nomeado por este governo, seja para que tacho for, caspité?!!! *
* Quem gostar de uma linguagem ainda mais rude, pode usar “apre”, “caramba”, “balhamedeus”, “bolas”… … …

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Marques Mendes – Mais um grande profissional do “achismo”


Borges é um joguete nas mãos dos donos do dinheiro. Profissional do lambebotismo como forma de vida, lambebotismo que lhe tem dado muito dinheiro. Deu no Goldman Sachs (onde terá ajudado à destruição de uma boa parte da economia mundial), deu no FMI (de onde saiu pela porta das traseiras) e dá gora, trabalhando ao mesmo tempo para os canalhas que querem vender meio país e para os outros que o querem comprar ao desbarato, na sua qualidade de consultor do governo para as privatizações e assalariado dos capitalistas interessados nas mesmíssimas privatizações.
Para quem ainda não tivesse reparado, Borges foi, por enquanto o único (ainda que com autorização, como afirma) a anunciar a destruição da RTP que, segundo a sua “opinião”, seria oferecida de bandeja a privados que não só teriam renda garantida pelo Estado, como estariam livres para despedir à vontade.
É também sabido que a RTP não é do lacaio Borges, mas sim do Estado. Logo, quando a administração da RTP manifestou o seu desacordo quanto a este projecto de negócio de contornos mafiosos, não se “rebelou” contra o Estado, mas apenas contra a “proposta de concessão” do lacaio Borges.
Nada que convença o grande Marques Mendes, que aproveitou para “achar” mais uma coisa. O agora comentador especialista em generalidades, pago pela TVI para dizer umas larachas, TVI que faria tudo e ainda mais alguma coisa para ver a RTP não privatizada, mas sim liminarmente extinta... “achou” que ficaria bem à administração da RTP ficar calada... ou então, para discordar publicamente do lacaio Borges, devia apresentar a sua demissão.
E pronto... depois voltou para o quintal, para brincar no seu baloiço instalado no “bonsai”... corajosamente arriscando uma queda para aí de alguns quinze centímetros!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

RTP – Assim não ajudam!


Neste último domingo, o telejornal da RTP1 abriu com José Rodrigues dos Santos a lançar uma frase fantástica, esmagadora, digna de fanfarra e de ir alugar cadeiras... para se desfrutar devidamente sentado:
«Boa noite! António José Seguro diz que a intenção do governo em privatizar a RTP, serve interesses privados!»
Confesso que fiquei um pouco “abasurdido” com o poder da revelação... mas passado o primeiro choque deu-me para ir ver de que raio se tratava. Fui ver... e para descrédito do Augusto Gil, a neve não caía, mas, pelo menos, o coitado do Tózé afinal não dissera a coisa exactamente assim, justiça lhe seja feita!
Seja como for, o que fica para a posteridade é a sonora "versão jornalística” escolhida. Uma frase de uma profundidade e significado transcendentes, sobretudo se pensarmos que tem tão poucas palavras. Não é fácil, apenas em segundos, mutilar uma frase alheia e revelar o tremendo segredo de que uma privatização serve interesses privados!!!
É uma daquelas frases dignas da honra de abrir (e encerrar de vez!!!) qualquer curso de jornalismo, ou de economia política!
Claro que o travo que me fica depois de toda esta “reinação” é saber que são momentos de “indigência jornalística” como este, que dificultam muito a defesa da RTP, hoje sob a cobiça de tantos, numa mais que evidente ameaça a tudo o que deveria representar, assim como ao futuro da maioria dos seus trabalhadores. Dificulta tanto como alguma da injustificável programação a que assistimos todos os dias. Tanto como os misteriosos ordenados que algumas figuras por lá ganham... e vai por aí...
Sem dúvida, é preciso defender um Serviço Público de Rádio e Televisão... mas que bom seria mudar de rumo! Aproveitar este abalo de terra para refundar, redesenhar e colocar o “universo RTP” ao serviço daquilo que realmente interessa, guardando e melhorando o muito de bom que já tem... e que tantos, por ignorância, ou por má fé, dizem não ver.
Quanto ao José Rodrigues dos Santos, bem poderia prescindir dos farfalhudos milhares de euros que ali ganha para piscar o olho e dizer asneiras... e dedicar-se exclusivamente à sua rentável habilidade para encher folhas de papel com letras, que depois vende às paletes (Mas não a mim!).