Já há tempos aqui dei conta da minha opinião sobre a verdadeira oficina de santeiro que é a Igreja Católica. Por ter sido criado no seio de uma Igreja livre de “santinhas” e “santinhos”, esta verdadeira cegueira do Vaticano por inundar o imaginário dos fieis com milhares de santos, para além da evidente idolatria, constitui como que uma barreira entre esses fieis e o seu próprio Deus... embora disfarçada de “intercessão”.
Adiante... no momento que o mundo atravessa, o que é que estava mesmo, mesmo a faltar? Exatamente! Mais um santo! E o contemplado é... Karol Wojtyla, mais conhecido pelo seu nome artístico: João Paulo II.
E pronto! Siga a festa e haja cânticos e aleluias na indústria dos cromos, postais e estatuetas de barro, plástico e outros materiais nobres!
Espero sinceramente que Marie Simon-Pierre, a monja “miraculada”, tenha melhor sorte que a Jacinta e o Francisco, que poucos meses de vida tiveram para contar os seus milagres... e, claro, melhor sorte que a sua colega “irmã” Lúcia, que foi condenada a prisão perpétua, perdão!, fechada em sucessivas celas de conventos de clausura, sem nunca mais ver a mãe... e até morrer.