Como sabe quem me conhece e fica a saber agora quem me ler... sou filho de um “pastor” de uma velha igreja protestante portuguesa, já fui religioso, estive por um fio para seguir a “profissão”... mas a certa altura, inscrevi-me na associação dos “acólitos anónimos”... e curei-me (graças a deus!) vão já mais de quarenta e cinco anos.
Sendo assim, nunca saberei o que sentiria, se acaso continuasse a pertencer aos “quadros” de uma igreja cristã, ao ver o patético desespero com que as várias confissões religiosas tentam afirmar-se na sociedade à custa de manobras mediáticas pouco menos que “extraordinárias”.
Chamo-lhe apenas patético desespero... no que deve ser um assomo dos vestígios do que me resta da famosa “caridade cristã”. Senão, como classificaria esta notícia que me dá conta das reivindicações de católicos e protestantes, sobre a fé de personagens mundialmente famosas... de banda desenhada?
Assim, visto de fora, é francamente hilariante... embora com um leve travo de tristeza!



