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segunda-feira, 8 de julho de 2013

O que pode fazer o desespero...


Como sabe quem me conhece e fica a saber agora quem me ler... sou filho de um “pastor” de uma velha igreja protestante portuguesa, já fui religioso, estive por um fio para seguir a “profissão”... mas a certa altura, inscrevi-me na associação dos “acólitos anónimos”... e curei-me (graças a deus!) vão já mais de quarenta e cinco anos.
Sendo assim, nunca saberei o que sentiria, se acaso continuasse a pertencer aos “quadros” de uma igreja cristã, ao ver o patético desespero com que as várias confissões religiosas tentam afirmar-se na sociedade à custa de manobras mediáticas pouco menos que “extraordinárias”.
Chamo-lhe apenas patético desespero... no que deve ser um assomo dos vestígios do que me resta da famosa “caridade cristã”. Senão, como classificaria esta notícia que me dá conta das reivindicações de católicos e protestantes, sobre a fé de personagens mundialmente famosas... de banda desenhada?
Assim, visto de fora, é francamente hilariante... embora com um leve travo de tristeza!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Marque Mendes – O maior adversário...


Numa das suas homilias televisivas, Marques Mendes declarou que «o maior adversário do governo é o Tribunal Constitucional». Ficamos, mais uma vez, a saber que o facto de o governo, repetidamente, fazer leis fora da lei, quer dizer, anticonstitucionais, não é culpa sua, mas sim do TC que, pelos vistos, persegue o governo...
A frase do comentador televisivo, que assim à vista “desalmada” pode parecer de uma imbecilidade espessa... mas se for tomada à letra pode até fazer algum sentido. Senão vejamos:
No momento em que o ladrão se prepara para assaltar, digamos, uma caixa multibanco, quem é o “maior adversário” do ladrão? A sua consciência? A sua honestidade? A religião? A lei? Nada disso! O “maior adversário” do ladrão é mesmo o segurança que (rais parta a sorte!) resolveu prantar-se ao lado do estupor da caixa... e não há meio de ir dar uma volta.
Descansem as almas mais sensíveis, que não chamarei a Marques Mendes nem pequeno, nem grande, nem alto, nem baixo, nem esperto, nem bruto, nem gordo, nem magro, nem claro, nem escuro, nem estreito, nem largo.
Primeiro, porque não me apetece.
Segundo, porque Marques Mendes não necessita de qualquer “ajuda” para se pôr a ridículo.
Parafraseando o próprio... 
O maior adversário de Marques Mendes... é Marques Mendes!

sábado, 8 de junho de 2013

Tá de chuva!


Uma pessoa vai à janela... vê um cenário destes e fica logo (ainda) mais acabrunhado e a compreender, finalmente, o drama pessoal do senhor ministro das “finanças”.
Lá vai a economia portuguesa por aí abaixo... mais um dia!!!

terça-feira, 2 de abril de 2013

José Sócrates – Uma piada contumaz *


Numa adaptação extremamente livre de uma velha anedota que envolvia duas vendedeiras do magnífico Mercado do Bolhão e “Os canhões de Navarone”... diz um toiro para o outro:
- Sabes... gosto mesmo muito deste Sócrates!
Huumm... e porquê?
- A palavra que ele mais utiliza é marrativa, o que deve querer dizer que...
- Olha que não é, palerma! É “NARRATIVA”!!!
- A sério? Ora gaita! Fui vítima de um “embuste”?! Então já não me interessa pra nada... vá-se catar!
* O contumaz sou eu... já que a menos que aconteça um milagre, Sócrates não deixará de ser o que é: material para anedotas!