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domingo, 9 de agosto de 2020

Anúncio de 1917

Não me interessa saber se, como prometia o Dr. G. Ricabal, célebre médico e cientista russo, os seios da mulher ficavam “belos, desenvolvidos, fortificados, aformoseados e reconstituídos”.

Não! Por muito que eu goste de seios com os mais variados tamanhos e em todo o leque de possíveis formatos, aquilo que me fascina neste anúncio é saber que na velha Rússia de 1917… havia quem se preocupasse com assuntos realmente importantes!


Ver outro anúncio:

https://www.propagandashistoricas.com.br/2013/03/pasta-russa-1917.html


 

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

“Cientisteiros”

 




Estes são, normalmente, estudos de “cientistas” dirigidos a um público que, tal como eles... 

Não está disposto a mexer uma palha para mudar o mundo. 

Não está disposto a fazer uma única alteração no seu estilo de vida, para a tornar mais sustentável.

Não é capaz do menor sacrifício das suas mordomias, para criar uma sociedade mais solidária.

Não é capaz de um esforço para se cultivar, em vez de ficar nas mão de catastrofistas, “cientistas” aldrabões e jornalismo de vão de escada,  não distinguindo a diferença entre políticos corruptos e políticos empenhados na causa comum da felicidade e do futuro... ou entre ciência e "achismo".

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Andrea Bocelli - Finalmente!








Apesar de ter sido afectado pelo vírus… o tenor entusiasmou-se na presença de dirigentes da extrema direita italiana e decidiu fazer um comício negacionista contra as medidas de protecção sanitária, incitando mesmo os cidadãos a desobedecer às indicações das autoridades… mostrando que para além de negacionista, é um “facho”.


Depois viu que o “respeitável público” não gostou nada do seu comício alinhado com os fascistas e os chalupas das “fake-news”… e pediu desculpa… mostrando que tem um carácter de gelatina.


Finalmente! Finalmente, tenho uma razão para explicar porque não gosto de Andrea Bocelli… sem ser uma subjectiva questão de gosto… ainda que o facto de o tenor, vezes demais, conseguir transformar grandes peças de música em quase lixo “pimba” fosse mais do que suficiente como motivo.


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Ricas “borlas”!




Nos nossos "gloriosos e heróicos" tempos do “Canto Livre”, das actuações tendencialmente à borla, das viagens sabe-se lá como, das dormidas idem, dos palcos em cima de estrados feitos de qualquer coisa que parecesse aguentar e aparelhagens sonoras que atrapalhavam mais do que ajudavam... fomos um bando de jovens felizes que acreditaram – com razão!!! – que estavam a fazer o que era certo!
Todo o desprendimento económico e técnico que descrevi poderia fazer de nós “líricos”, militantes, comprometidos, militantes... mas não parvos!
E assim chegamos à recordação de um “colega” de profissão que, por esses dias, também dava as suas “borlas” e que, gozando do eterno estatuto de “amigo”, levava muitos membros das organizações, ainda que sem má intenção para connosco, a tratá-lo com muito maior atenção do que ao resto da maralha que, a bem dizer, era “da família”... e éramos mesmo!
O mais incómodo não eram as “atenções”. Na verdade, o problema é que o “amigo” cantava “de borla”, mas cobrava pelo som (de que era proprietário), pela participação dos músicos e do técnico de som, facto que levava a que mesmo nas poucas ocasiões em que até já ganhávamos alguma espécie de cachet, a “borla” do nosso “amigo” pudesse chegar a ser dez vezes o nosso cachet. Isso fez com que alguns de nós, meio a sério meio a brincar, disséssemos uma ou outra vez “Quem me dera ganhar a borla dele!”
Tudo isto me veio à memória ao ler a notícia sobre a “borla” que Vítor Gaspar, o nosso ex-ministro das Finanças, vai dar à União Europeia, como consultor não remunerado nomeado por Durão Barroso... enquanto já vai fazendo contas aos milhões que virão atrás desta “borla”, em contratos futuros, vindos de todos os lados, garantidos pela notoriedade conseguida com esta “tão generosa oferta”.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Rui Tavares – Agora é ler o programa...


Nas últimas eleições europeias, o BE convidou Rui Tavares para ser um dos seus deputados. Rui Tavares, na primeira oportunidade e com um pretexto que não me interessa “bulhufas”, roeu a corda ao BE e ficou-lhes com o lugar de deputado, indo acoitar-se para outras bandas, lá, noutra família política com assento parlamentar.
Nenhum partido no seu estado normal de juízo voltará a convidar Rui Tavares para o que quer que seja. Solução... fundar um partido seu!
Deve ser essa a razão da pressa de ter o novo partido “votável” a tempo das próximas eleições europeias. A única forma de ter uma chance de continuar naquele posto particularmente bem remunerado... e sem obrigações de devolução de parte do chorudo ordenado (como acontece – voluntariamente – com outros).
Quer criar uma "esquerda nova". Quer ficar “no meio da esquerda”... e quer, sobretudo – o que acho muito bem! – existir.
Parece que o nome que está em cima da mesa para baptizar o nascituro é... “LIVRE”. É um bonito nome... embora fique a pensar se não serão devidos direitos de autor ao poeta Carlos Oliveira! Adiante...
Agora (e já que anda tudo com a “ciguêra” do futebol)... basta ler o programa, para se saber se aquilo é “livre” directo, se é “livre” indirecto... se anseia chegar a ser “penalty”... ou se começa já em off-side”.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Fim da crise – Não fumo desse tabaco...


E como que num passe de mágica... op-lá!”... acabou a crise e estamos a crescer!
E dirá algum dos leitores: então Samuel... também é pelo “quanto pior melhor”? Não festejas os números positivos?!
- Não... e também não!
Não, não defendo o quanto “pior melhor”! Nunca festejei. Ponto! Não, não festejo os “números positivos”. E porquê? Porque acho que “quanto pior, pior”... e enquanto tiver discernimento para perceber que uma qualquer melhoria - a dar-se - nos números da economia e do défice e do diabo a sete, foi conseguida com o sangue, suor e lágrimas dos mais indefesos, com o esmagamento de pensionistas e funcionários públicos, com a morte prematura de idosos sem acesso aos medicamentos e tratamentos, com o escorraçar de jovens para fora do país, com um aumento gigantesco do número de desempregados, sendo que metade nem subsídio de emprego já tem... tudo isto enquanto os ricos vão ficando mais ricos, a banca goza de protecção estatal e as grandes empresas fazem acordos milionários para sugar todo o dinheiro que é roubado a quem trabalha… ainda que reconheça os números, não, senhoras e senhores, não festejo porra nenhuma!!!
Mais... estou convencido de que este crescimento mágico é mais um número de vaudeville “martelado”, que serve de tempero para melhor se engolirmos a argamassa nojenta da nova e mais pesada austeridade que vem aí. Anunciada já como definitiva, quando todos tinham jurado que seria provisória.
É já história muito antiga. Todas os nossos males são anunciados como “provisórios”, mas, no fundo, todos sabemos que tudo é feito para que se tornem “definitivos”. É o “fado” português!

Pelo menos... enquanto o português for “suave”!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

“Dançam a ronda no pinhal do rei”


Quando se torna por demais evidente que os anémicos números da “diminuição” do desemprego e da “criação” de postos de trabalho, se devem essencialmente a efeitos de sazonalidade e ao êxodo de portugueses para fora de Portugal... é ofensiva para a inteligência dos cidadãos a festança com que os governantes e alguns dos seus lacaio os divulgam.
Quando parece que nem é preciso pertencer a sindicatos, ou partidos da oposição, para desmontar a propaganda e desvalorizar estes anémicos números “martelados”, bastando dar uma olhadela ao que dizem outros estudos mais ligados à realidade, sobre o aumento do desemprego para 2015... é ofensivo que os governantes e os seus lacaios insistam em fazer-nos de parvos.
Resumindo... os portugueses que procuram trabalho e que, sendo que a uma grande parte já foram retirados os subsídios de desemprego e demais apoios sociais, estão a deixar o país aos milhares. Muitos milhares! É pois natural que não compareçam nos centros de emprego portugueses, fazendo com isso baixar os números das estatísticas.
Se, vamos imaginar, no fim de um ano com milhares de mortes provocadas pelo cancro, um qualquer governante viesse para as televisões fazer uma enorme festa, apontando o facto de passar a haver muito menos portugueses doentes de cancro... chamar-lhe-íamos, sem remorso, um refinado e alternadíssimo canalha. Assim, a estes, francamente... olhem... escolham…

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O rato pariu uma montanha!

Quero dizer... o rato pariu uma montanha de propaganda, de mentiras, de baboseiras, aldrabices, banha da cobra, desculpas esfarrapadas para os crimes continuados que o seu bando de ratazanas governamentais cometeram e pensam ainda cometer contra os portugueses.
Guião... só se fosse de um filme “classe B”, misto de má ficção científica e estória de gangsters.
Entretanto, como parecem ainda não ter entendido que já quase toda a gente percebeu as suas manobras de desvio das atenções do essencial para o "fait-divers", manobras que consistem em anunciar, estrondosamente, umas porcarias quisquer... para depois de umas horas de reacções, virem dizer que não é nada, tudo não passa de mais um “estudo”... afinal, constatamos que o Governo não está particularmente interessado no número de cães ou gatos que mantemos nos apartamentos.
Afinal, o drama é outro! Pelo menos a ver pelo ar grave do indigente membro do Governo que veio falar do assunto, o indignado Governo está muito mais preocupado com o número de presidentes da “FÍFIA” que podem viver no apartamento do Cristiano Ronaldo... e que ainda por cima ficam lá sozinhos a dizer asneiras de cada vez que ele se desloca à “Cova da Irina”, em romagem de saudade e profissão de sentida fé.

Haja pachorra!!!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Essa sim... seria uma lei e tanto!


Assunção Cristas, a “be(a)ta” do CDS que faz de ministra da agricultura e pescas e desfolhadas e descamação de peixe e caldeiradas e vinho em barda e lançamento de foguetes e apanha das canas... pariu uma ideias sobre a limitação de gatos e cães em apartamentos.
E para quando uma lei, ainda mais dura e restritiva, de limitação do número de feras necrófagas, como hienas e abutres... dentro do Governo do país?

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Paulo Portas – Nem tanto é preciso, cos diabos!!!


O irrevogável Portas diz que «no pós-troika, antes celta do que grego».
Depende! Se estivermos a falar de música, o meu coração inclina-se, indiscutivelmente, para os celtas. Já se estivermos a falar de yogurtes... o caso muda de figura!
Diz ainda o incansável desenhador de linhas vermelhas furiosamente inultrapassáveis... que «Podemos estar a oito meses de uma vida melhor».
Isto já é mais “preocupante”! Se o homem está a pensar contribuir para o acontecimento, sei lá... atirando-se do Viaduto Duarte Pacheco (na imagem, novinho em folha, nos primeiros anos da década de 40 do Séc. XX)... haja alguém que lhe diga que, para além de ser uma atitude excessivamente radical... é perfeitamente inútil.

A menos que ele convença todo o governo

a fazer-lhe companhia...

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

António Costa – Na verdade...nada de novo!


Ora aí está uma notícia que, embora cheia de significado, não altera nenhuma das minhas convicções em relação a António Costa!
Na verdade, se eu votasse em Lisboa, Costa nunca teria tido o meu voto para a autarquia, nem a minha presença nas várias aparições públicas da sua comissão de “honra”, por mais que isso seja “charmoso” e, provavelmente, proveitoso.
Na verdade, e com muita honra... se votasse em Lisboa teria o meu candidato!
Na verdade, se alguma vez António Costa se decidir a ser candidato a PR... na falta, hipotética, de um candidato com quem me identifique... não votarei! (o meu médico recomendou-me o corte total na ingestão de sapos)
Na verdade, se António Costa fosse politicamente digno, já se teria rebelado contra a indignidade de participar, há anos, naquele travesti de debate plural, que dá pelo nome de “Quadratura do Círculo”, onde ele e os representantes do PPD e do CDS não se coíbem de, semana após semana, dizerem tudo o que lhes vem à cabeça sobre os comunistas, as suas propostas e ideias... mas, cobardemente! Sem a presença de nenhum destes! Sem contraditório!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ministra das Finanças – Uma promessa “cândida”...



A senhora ministra das Finanças promete... pronto, vá lá... insinua, quase promete... uma descida de impostos para 2015.
Huuuum... 2015... 2015... 2015... este número está a fazer soar uma espécie de campainha... acho que há uma coisa qualquer programada para 2015... ah! Já sei! É ano de eleições legislativas!!!
Decididamente, alguém devia dizer à senhora ministra que, apesar de ter aquela cara de “anja” da Lapónia, deitar pela boca fora estas frases tão “deliciosamente cândidas”... é estúpido!
Compreende-se o receio da quadrilha governamental em enfrentar eleições legislativas... mas no caso particular da senhora ministra das finanças, não vejo porquê. A dar-se o caso provável de ser o PS a ganhar as eleições, a senhora dona doutora Maria Luís Albuquerque pode sempre  voltar a trabalhar num governo do Partido Socialista!
Poderia não ser como ministra, mas, mesmo isso, não é de descartar!!! O PS já antes deu emprego como ministro, em vários dos seus governos, a um ex-ministro** do regime fascista*.
* Antecipando as possíveis observações no sentido de me fazer ver que o “marcelismo” foi um fascismo light... respondo que as minhas costas (e as de muitos, muitos outros!) ainda se lembram muito bem de que não era assim.
** Antecipando as possíveis observações no sentido de me fazer ver que o ministro em causa até era, como afirma a Wikipedia, um “defensor da democratização” e que esta minha alusão ao seu nome, apelidando-o de ministro do fascismo, é uma falta de respeito... respondo que não! Tenho respeito para dar e vender! Só que não sobra muito para os membros dos governos de Salazar e Marcelo Caetano. Quando aos supostos “defensores da democratização”, prefiro aqueles que defenderam não a “democratização” do salazarismo e do marcelismo, mas sim o seu derrube, a conquista da democracia e da liberdade, pagando, muitos deles, bem caro por isso... e que o fizeram, consequentemente e sem descanso, onde deviam: na oposição!

sábado, 5 de outubro de 2013

Rais parta a pontaria!!!


Leio, numa notícia que me tinha escapado, que a desculpa oficial para a novela protagonizada pela “miss swaps”, ministra das Finanças e envolvendo a papelada relativa aos mesmíssimos swapspapeis que desaparecem, reaparecem, foram destruídos, mas espera lá... afinal não... é a de que «há um excesso de documentação em arquivo... e escassez de funcionários».
Ora porra! Escassez de funcionários?! A sério?!!!
Não querem lá ver que esta estória foi logo acontecer no dia, direi mesmo, na única hora do ano em que, ao contrário daquilo que nos "vende" a incessante propaganda dos mil "analistas" de serviço... não havia funcionários públicos a mais?!!!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Paralisação... contra quem?



As diferenças de estilo entre presidentes dos EUA, são apenas isso mesmo: diferenças de estilo! As políticas – sobretudo as externas – são basicamente sempre as mesmas. Daí que, ao mesmo tempo que não tenho qualquer dúvida em afirmar que Obama é uma pessoa substancialmente mais interessante do que o seu patético antecessor, George W. Bush, também não tenho dúvidas em afirmar que isso é completamente irrelevante para as vítimas das políticas dos EUA.
Assim, qualquer uma destas notícias sobre “braços de ferro” entre Democratas e Republicanos, nos órgãos de poder que representam a soberania dos bancos e do complexo industrial-militar, órgãos que usam, pomposamente, os nomes de Congresso, Senado, câmara disto ou câmara daquilo... não aquece nem arrefece.
De facto, para além dos de sempre, que verão os seus postos de trabalho ameaçados, a sua sobrevivência comprometida, as suas escolas públicas ainda mais estranguladas, a saúde pública ainda mais inexistente, os serviços públicos em geral ainda mais miseráveis, como resultado desta “paralisação” do Estado... na essência, nada muda!
Principalmente para as vítimas da máquina militar, que avança em roda livre, sem constrangimentos orçamentais e com a bênção tanto de Democratas como de Republicanos. Desgraçadamente, os milhares de cidadãos, homens mulheres e crianças que vêem os “drones” dos EUA destruir prédios de habitação inteiros nas suas ruas e bairros, com o pretexto de atingir hipotéticos “dirigentes radicais”, em ataques que acabam por assassinar todos os habitantes à sua volta... não poderão esperar qualquer espécie de “folga” no terror que lhes é imposto pelo “democrático” Estado norte-americano... apesar desta tão mediática “paralisação”.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Regresso aos mercados – É hoje!!!



No dia aprazado para o nosso “regresso aos mercados”, lá fui eu espreitar... a ver se tínhamos mesmo “regressado”. Não vi ninguém...
Seria de rir à gargalhada... não fosse a desgraça do país, da sua economia e de quase todo o tecido produtivo, a morte antecipada de tantos cidadãos, a lepra social do desemprego e o futuro embargado de tantos jovens, em consequência das políticas dos sucessivos bandos de canalhas que nos têm desgovernado ao longo de tantos anos!



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Nuno Crato – Matéria extra-curricular...


Para tentar disfarçar o roubo descarado do erário público destinado aos alunos, professores, equipamentos, auxiliares e demais elementos daquilo que constitui o universo do ensino público, com o fim único de enriquecer os donos dos negócios de ensino privado, essa fraude que dá pelo nome de Nuno Crato vai introduzindo no “debate” todo o ruído que pode.
Insiste em chamar normalidade ao caos propositadamente instalado nas escolas, com falta de auxiliares, quando os há para empregar, com falta de professores, quando os há e aos milhares, para colocar, com falta de equipamentos capazes, com falta de organização, com falta de vontade... a mostrar que o caos é provocado propositadamente (passe a redundância).
Enquanto isso, para dar uma ilusão de “movimento” no que respeita a programas e à existência de uma ideia por detrás desses programas... canta loas ao rigor... mas coloca professores a dar quatro níveis de ensino na mesma sala. Baba-se a falar de excelência no ensino... mas obriga os professores a dar aulas em salas superlotadas. Inventa exames de inglês... mas "desiste" de outras aulas de inglês. Faz, desfaz, diz, diz que não diz...
Para se poder dizer que um ovo está podre, não é preciso ser capaz de pôr um ovo fresco! Logo, mesmo estando longe de ser um perito em políticas de educação, acho que sou capaz de ver que este indivíduo, para dizer o mínimo, não presta!
Felizmente, ainda há professores que, com noção do seu dever de educadores e formadores de futuros cidadãos e cidadãs livres, vão ensinando “matérias extra-curriculares” da maior importância para o futuro dos seus estudantes... como muito bem ilustra a imagem aqui em cima!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

José Milhazes – Não há uma “associação de defesa da árvore” que ponha mão nisto?!!!



Nunca mais poderei ficar vagamente divertido com o ar de mujique sob o efeito de alucinogénios, ou o tão “original” timbre vocal e pronúncia e, no geral, as reportagens ridículas de José Milhazes!
Na verdade, um conjunto de pormenores foi-se acumulando de tal forma ao longo de anos, que agora, sempre que o “historiador” e repórter Milhazes aparece na televisão, a única coisa que vejo é um amontoado de dejectos indeterminados que, por qualquer ironia da Natureza, não só se mexe, como emite sons.
Tinha pensado não colaborar nem com uma linha de texto que fosse, para apreciação do seu mais recente livro, “Cunhal, Brejnev e o 25 de Abril”, mais um crime sem perdão cometido sobre as árvores inocentes que foram sacrificadas para produzir o papel usado no livro. Ainda assim, como alguém escreveu tão bem sobre a coisa, poupando-me quase todo o trabalho... aqui vai:
Trata-se de um texto, descoberto no blog do Vítor Dias (que também lhe deu umas boas caneladas!), escrito por João Vasconcelos Costa, uma pessoa que (se lerem o texto atentamente) não pode ser acusada de ser propriamente simpatizante do PCP... mas que, tal como muitas outras pessoas inteligentes, não gosta de ser tomado por atrasado mental. Está aqui tudo...
Presumo que para o infeliz Milhazes, que pensava poder brilhar perante os donos com mais esta abjecção, os ecos negativos que chegam de lados tão heterogéneos quanto ao posicionamento ideológico, seja uma desagradável surpresa.
Acho que os possíveis ganhos monetários de Milhazes com a venda do livreco, num país com vendas de livros ao nível da indigência, não poderão, de todo, compensá-lo por constatar a crua verdade: a confirmação do autor como um aldrabão vulgar, um caluniador, um canalha... e ainda por cima, dolorosamente incompetente.
Sim! Só uma espessa incompetência pode explicar que as mentiras, calúnias e canalhices em geral, escritas no livro, sejam cometidas num estilo tão “redacção da terceira classe”, tão “estória da carochinha” e tão, tão ridículo... que fazem rir até as pedras da calçada.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A “agência”



Falhada a ridícula tentativa de imitação barata dos briefings do governo (Rais parta o azar! A coisa resultava tão bem na série americana West Wing!), o pobre secretário em mau estado, Pedro Lomba, dá agora a cara por uma “agência” que atraia imigrantes, mas só os altamente qualificados, ao mesmo tempo que impeça os jovens portugueses de emigrar.
Boa ideia!
Para começar, atendendo a quem tem sido responsável pela catástrofe económica que não só afasta os candidatos a imigrantes, como está a afugentar os que já cá estavam... e principalmente, atendendo a quem aconselhou os jovens mais qualificados, ou mesmo os professores, a irem embora... a “agência” devia começar por fazer calar o primeiro-ministro... ou dar-lhe uma “ordem de marcha” para uma qualquer ilha deserta.
Pronto... bem vistas as coisas, a bendita agência, a ir para a frente, sempre pode dar emprego – e muito bem pago, certamente – a uma mão cheia de amigalhaços!
“Isto vai, meus amigos, isto vai”...  
mas não será com “agências”!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O Vaticano... e as cenouras


Quem se sentir tentado a pensar que esta coisa dos descontos em cartão e “promoções” semelhantes, que alguns grandes hiper-merceeiros nos "oferecem", são vantagens reais, ou sequer uma inovação... tire daí o sentido.
Na verdade, não só as tais vantagens são pouco mais do que virtuais, como obrigam a continuar a consumir, eternamente, no mesmo fornecedor, para além de já existirem desde que a ideia de “concorrência” ultrapassou a qualidade e honestidade, como factor distintivo na actividade comercial.
Mais ainda, os próprios capitalistas do retalho, não inventaram nada. Esta cegueira das “promoções” é praticada pelas grandes religiões há séculos.
Qual o candidato a mártir muçulmano, que não se faz explodir com muito mais alegria, tendo a perspectiva de ir imediatamente para o paraíso, onde será “pastoreado” reiteradamente, por 70 virgens doidas para a brincadeira?
Qual o peregrino que não esbardalha os pés ou os joelhos com muito mais devoção, na perspectiva de sacar uns favorzinhos à santa da sua devoção?
Vem esta reflexão (algo inopinada, admito!) a propósito da notícia de mais uma destas “promoções”, oferecida pelos “serviços comerciais e de marketing”da Igreja Católica, que nos dá conta das “indulgências e bênçãos” a conceder pelo Vaticano aos potenciais clientes da Romaria da Penha, em Guimarães.
Talvez com o propósito - que muito agradeço – de me fazerem rir a propósito de uma tão triste realidade, coisa tão difícil nos tempos que correm, os serviços do Vaticano anunciam que o Papa Francisco, num inequívoco toque de modernidade e inovação, oferece as indulgências e as bênçãos também àqueles que sigam a missa pela televisão ou pela rádio.
Boa malha! Se o Vaticano prometer passar a pagar, todos os meses, a minha conta da ZON... eu prometo seguir a missa muito atentamente... pela internet!