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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Liberdade de expressão













Chama-se Joan Baez. Está quase a completar 80 anos de vida… uma vida cheia de canções e opiniões.

Esta recente “opinião” é, como se pode ver, sobre Donald Trump.

Nem precisa de música!

sábado, 10 de agosto de 2013

Urbano Tavares Rodrigues (1923-2013) – As coisas importantes


Hoje, no dia do funeral do grande ser humano, cidadão e homem de cultura que foi Urbano Tavares Rodrigues, quero juntar-me aos seus companheiros de sempre e a todos aqueles que o leram, amaram, estimaram e admiraram
Disse um dia o José Carlos Ary dos Santos numa letra para uma canção:
“É preciso pensar
que não basta rimar
mas fazer coisas mais importantes.”

O nosso amigo Urbano Tavares Rodrigues dedicou-se, apaixonadamente, sobretudo a essas coisas “mais importantes”. Ainda assim, aqui e ali... também rimou. Nomeadamente nestes versos corajosos, musicados e cantados pelo Adriano Correia de Oliveira. Chama-se “Margem Sul” a canção que daí resultou e foi editada em 1967.
Recentemente, num espectáculo que o Urbano deveria ter gostado de ver, já que é uma homenagem ao seu velho amigo Álvaro Cunhal, revisitámos essa canção, numa versão dividida entre mim e a Luísa Basto, gravada ao vivo com a ajuda dos “meus” músicos e coros (e com os defeitos que podem ter as gravações ao vivo).
Obrigado, Urbano!



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Vai buscar, ó Crato!!!


Estas são algumas das reflexões que levaram o colégio arbitral a fazer gorar as ilegítimas pretensões anti-greve do Governo em geral e de Crato em particular, ao quererem impor "serviços mínimos" aos professores em greve:
O colégio admite que esta greve, “sobretudo pelo sector que afecta”, poderá assumir “gravidade acrescida que a torna impopular”, mas frisa que tal não justifica “a imposição de qualquer limitação ao exercício do direito à greve dos trabalhadores envolvidos”.
Ou ainda:
“A instabilidade nos alunos e famílias já existe face ao conflito que há muito opõe o MEC e professores”.
Trau! – digo eu.
Cai assim por terra a arrogante ameaça de requisição civil, caso os professores resistissem a cumprir os serviços mínimos, feita pelo escroque, “grande educador” e enorme fraude ministerial que dá pelo nome de Crato.
Cai assim por terra a pateta convicção de alguns, que imaginam um Mário Nogueira meio abrutalhado (como devem ser todos os “comunas”)... e que não conheceria perfeitamente o alcance político e legal das causas e lutas em que se empenha.

Claro que o bandalho Crato, não por qualquer convicção... já que não é defendendo convicções que se faz o repelente trajecto político que ele fez, desde o maoismo fanático até esta outra porcaria que professa hoje... não por qualquer convicção, como dizia, mas por arrogância, pela mais abjecta demagogia à custa das crianças e jovens em cuja desgraça, empobrecimento e fome, colabora durante todos os dias que não sejam de exames... ou então por uma súbita vontade de "isaltinar"... vai recorrer

Ainda assim... e à espera de decisões realmente finais...
Um abraço a todos os professores com “coluna vertebral”! *
* Isto da "coluna vertebral" não significa qualquer falta de consideração pelos professores que têm uma opinião contrária e que o afirmam claramente... mas sim, retrata a minha completa falta de “respeito” por todos os outros, os do “NIM”, os que ficam em cima do muro à espera dos lucros que possam ter por não se meterem em nada... quer ganhem uns, quer ganhem os outros.