Mostrar mensagens com a etiqueta façam-lhe a porra da estátua que os pombos já não aguentam mais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta façam-lhe a porra da estátua que os pombos já não aguentam mais. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Tragicomédia - Quem nasce lagartixa…

 





Há muitos rios no mundo que ao cair proporcionam espectáculos fascinantes e belos.

O Rui Rio, não! É apenas um episódio tragicómico. É apenas mais um palerma a cair no passeio e a esbardalhar as trombas no lancil.

sábado, 18 de maio de 2013

Cavaco – Uma questão hierárquica


Depois de ver profusamente comentada nas redes sociais a obsessão de Aníbal Cavaco Silva com os cidadões, esquecendo as gentes das vilas e aldeias, “vilões” e aldeões... deixo aqui duas perguntas directas ao senhor "presidente" da nossa infeliz República:
1. Acha mesmo que os “cidadões” são assim tão mais importantes do que os “vilões” e os aldeões?
2. Se for assim, porque raio é que temos os vilões a governar e a mandar nos “cidadões” e aldeões?
Adenda: Este texto foi escrito ao abrigo do novíssimo acordo horto-gráfico de Boliqueime.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Alberto João Jardim – Mas que raio... ...


O inenarrável e inaudito Alberto João Jardim, passou do homem que afirmou, nos finais da década de 70 do século passado, «Os militares já não são o que eram. Os militares efeminaram-se», para o estadista digno de altos encómios militares, ministrados em dose altamente concentrada, ou seja, na forma de uma medalha militar da Cruz de S. Jorge.
“Prestígio”, ”pragmatismo”, “patriotismo”, e a melhor de todas para mim, ser um homem de honra e de uma só palavra"… foram algumas das fantásticas qualidades merecedoras de medalha, na opinião do general das não sei quantas.
Sobre a trágica anedota que dirige a Madeira há décadas... nada a acrescentar.
Já sobre o que raio de coisa ruim terá contaminado o vinho que servem ao senhor general... confesso a minha grande, enorme...   vasta curiosidade!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Cavaco Silva – E quando saem as t-shirts com a frase?


Portugal está de rastos, sugado até ao tutano pelo capitalismo selvagem e “governado” pelos lacaios desse mesmo capitalismo. A Espanha está à beira de fazer o mesmo caminho, a ponto de pedir um resgate aos mesmos gangsters. Na Irlanda, na Islândia, na Itália é e foi o que se viu... mas o Presidente da República portuguesa resolveu, mais uma vez, enxovalhar publicamente o seu país, ao decidir “deslumbrar” o mundo da análise política e económica com uma das suas tiradas:
Que talento!
Que visão do mundo e da Europa!
Que ignorância!
Que vergonha!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Cavaco Silva mostra o seu “valor”


Dizem-me na RTP que Cavaco Silva, no seu discurso, exortou os portugueses a mostrarem o valor do país. Para ser mais exacto, disse: «Todos os portugueses e não apenas os agentes políticos têm o dever de mostrar ao mundo o valor do seu país».
Irra que o “raça” do homem é mesmo lento! Então não é isso que andamos a fazer há que tempos?!
Só nos últimos meses já mostrámos “ao mundo” o valor da Portugal Telecom, da GALP, da EDP, da REN, de partes substanciais de bancos, de minas... não tarda nada são os cimentos, as águas, a TAP...
Não tem falhado! Nós “mostramos o ao mundo o valor”...  e o mundo compra!
Já se sabe que a cabeça do homem não vale um frasco do champô com que a lava... mas que diacho! Não há ninguém que leia as notícias à pobre criatura? Não tem assessores para lhe darem umas dicas?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O ego


Segundo o dicionário em linha da “Priberam”, trânsfuga (do latim transfuga, -ae), quer dizer:
1. Pessoa que deserta e passa para o inimigo. = Desertor
2. Pessoa que passa para o partido contrário, que renega o seu credo, abandona os seus deveres.

A História está coalhada de casos de pessoas que fizeram tudo isto pelas razões mais erradas... mas igualmente por pessoas carregadas de boas razões para o terem feito. Pessoas que visaram apenas interesses egoístas e venais, outras que procuraram acertar o passo com a História e com as suas convicções (ainda que mudadas).
Posto isto, devo dizer que o Partido Socialista tem, na minha singela opinião, um azar colossal com muitos dos trânsfugas que tem acolhido no seu redil, sendo ocioso ficar para aqui a publicar uma lista... o que, para atalhar caminho, nos leva ao caso de hoje: o presidente da Câmara Municipal de Loures, Carlos Teixeira.
Já teve aqui direito a um reparo, há uns tempos, pela pertinácia com que decidiu fazer-se rodear de membros da família, dentro da autarquia. Neste momento não sei em quanto irá já o número de filhos e filhas, primos, afilhadas, cunhados, genros, namoradas dos filhos, irmãos ou irmãs, que fazem companhia à presidencial esposa nos quadros autárquicos... mas deve ser respeitável. Para além de ser uma alegria para o feliz edil, que deve continuar a admitir que a coisa «pode parecer mal, mas não lhe pesa na consciência», como então afirmou.
Ora o que é que pode faltar a um presidente que goza de algum reconhecimento por trabalho feito (segundo a reportagem), para além do consolo de ter o seu “ambiente de trabalho” sempre cheio de família? Exactamente! Ter, ainda enquanto presidente da Câmara em funções, uma nova avenida com o seu estimado nome: “Avenida Carlos Teixeira”.
Pronto, pronto... eu sei que pelo facto de o homem assinar a aprovação do seu próprio nome para a nova avenida de acesso ao Hospital de Loures, não está a fazer mal a ninguém. Quer dizer... faria!... Faria a si mesmo, se o ridículo matasse. Só que, como bem sabemos, não mata.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Cavaco Silva – Atrás de tempos vêm tempos...



Um amigo, do qual apenas direi não ser um “fan” de Cavaco Silva e do cavaquismo, essa espécie de cometa que, ao contrário dos cometas normais, não arrasta atrás de si uma cauda de luz, mas sim de lixo... perguntou-me:
- Quando é que estas estórias começam a cair em cima da cabeça a este tipo?
Estabelecido que “este tipo” se trata da cavacal figura, “estas estórias” são as já conhecidas interrogações sobre minudências como as ações da SLN (dona do BPN) e a sua valorização milagrosa durante a sua curta passagem pelas mãos de Aníbal Cavaco Silva, a trafulhice das escutas no Palácio de Belém, a proteção cega ao “inocente” Dias Loureiro e, já no plano meramente político, o preço a pagar pela sua longa e pesada contribuição para o estado em que se encontra o país.
Respondi-lhe que, na melhor das hipóteses, a cair-lhe alguma coisa na cabeça sem ser pela louvável (e lavável) iniciativa de algum pombo, só se for quando deixar de ser Presidente... tal como aconteceu com o espertalhaço do Vale e Azevedo, que assim que saiu da cadeira do poder, caiu-lhe tudo (e todos) em cima.
Isto, claro, mal comparando, pois Vale e Azevedo pode ter lá as suas coisas... mas pessoalmente nunca me fez mal nenhum!