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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Cavaco Silva – Eina ca ganda “presidente” da República!!!


Segundo leio, o emplastro que faz de presidente da República diz que a decisão de pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização do Orçamento de Estado depende dos cálculos que ele ainda está a fazer... sobre «os custos» dos eventuais chumbos.
Depreende-se, então que, para o injustificável emplastro instalado em Belém, se as normas anti-constitucionais ficarem “carotas”, então viva o Orçamento de Estado ilegal... e que se f*** a Constituição da República que ele jurou cumprir e fazer cumprir.
Fica-se a saber (já se sabia!) que para o miserável emplastro instalado em Belém há uma certamente longa lista de interesses e “custos” que estão acima da Constituição do país!
Confirma-se também (como se ainda fosse preciso!) que o emplastro é um ser espessamente estúpido, já que, como bem devia saber, se não pedir a fiscalização do Orçamento, alguém a pedirá... e depois os tais “custos” serão ainda mais elevados.
Eina ca ganda “presidente” da República!

*** As minhas desculpas... pelo inédito recurso a uma língua tão estrangeira!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cavaco e Soares – Ai estas memórias!...



«Mário Soares deve continuar a merecer o nosso respeito» - diz Aníbal Cavaco Silva respondendo às tão ternurentas caneladas que lhe endereçou o ex-Presidente. Sobre isto, apenas alguns reparos:
1. Espero que Cavaco esteja a referir-se apenas à sua família e amigalhaços... pois não me lembro, para além de não ter votado nele, de o ter mandatado para dizer por mim o que penso ou deixo de pensar sobre Mário Soares.
2. Para quem aponta o dedo, na sua resposta, a tantos “esquecimentos” de Soares... é estranho que Cavaco se tenha “esquecido” de não foi apenas depositante do BPN, não senhor! A sua “relação” com o universo SLN/BPN incluiu aquela compra de acções a preço de favor, vendidas pouco depois com um lucro até hoje inexplicável.
Isto não faz de mim um compincha de Mário Soares, mas também acho que Cavaco deveria ser um poucochinho mais incomodado pela falcatrua que tenta “esquecer” e fazer esquecer!


sábado, 5 de outubro de 2013

Cavaco Silva – Tenho cá pra mim...



Tenho cá pra mim que o emplastro que ocupa o lugar que deveria estar ocupado por um verdadeiro Presidente da República, faz de propósito para parecer imbecil. Tenho para mim que foi a técnica que resolveu adoptar para se “demarcar” dos bandidos chupistas e parasitas em geral, de que se fez rodear quando era chefe do Governo, gente que está hoje já presa, ou a dever anos à prisão.
Só isso explica muitas das suas indigentes declarações públicas, como esta em que terá dito que estranha haver portugueses que “não remam para o mesmo lado”.
Quer com isto fazer crer, o sonso, que é estranho ao conceito de poder existir gente que, partindo dum mesmo ponto, como poderia ser a Estação do Oriente em Lisboa (ou a presente situação político-económica)... se dividisse entre os que querem ir para Faro, ou para o Porto, ou Beja, ou Figueira da Foz... ou os que não querem ir a lugar algum para além dos bolsos dos passageiros a quem falsamente prometeram e cobraram antecipadamente a viagem.
Ah... já me esquecia... mesmo não sendo um dos (felizmente!) muitos economistas e cidadãos em geral, a quem Cavaco apontou o dedo... ainda assim, aproveito esta "magna" oportunidade para lhe dizer que “masoquista” é a tia!!!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Cavaco Silva – Preso por ter cão e preso por não ter... e é muito bem feito!!!





Facto 1: Cavaco Silva é um político medíocre, um ser imprestável que teria deixado a História bem mais limpa se não tivesse decidido sair do seu obscuro lugarzinho de simples contabilistazinho de um qualquer bancozinho, num sórdido gabinetezinho que poderia “encher” com a sua falta de cultura e a sua irrelevância. Um inútil que poderia estar até hoje “perfeitamente integrado no regime”, como já estava, pelas sua próprias palavras, no tempo do fascismo.
Cavaco Silva nunca se move por qualquer tipo de interesse que não seja o seu. Particular. Venal. Mesquinho. Calculista. Aproveitador. Oportunista.
Facto 2: Cada vez mais portugueses vão tomando consciência do “facto 1”
E assim chegamos a esta novela mediática das condolências públicas e privadas, em que Cavaco Silva é preso por ter cão... e preso por não ter.
Provavelmente, paralisado pelo medo de ser acusado de estar a aproveitar-se da morte de bombeiros e do sofrimento das pessoas, para brilhar, terá instruído um qualquer assessor para, no seu lugar, dirigir às corporações de bombeiros atingidas e aos familiares das vítimas, as oficiais condolências, fazendo questão de que estas não se tornassem públicas.
Dizem-nos os senhores porta-vozes da Presidência que esta foi a forma que o senhor Presidente considerou a mais «discreta e séria» de abordar a questão.
Pessoalmente, até poderia concordar com o senhor Presidente da República... só que, dada a sua diferente atitude para com a morte do economista António Borges, sou obrigado a pensar que o facto de Cavaco Silva publicitar as suas condolências pela morte do seu correligionário, terá sido, por contraste, pouco discreta e muito pouco séria.
Na verdade, nestas situações de tragédia, nunca nada é justo, a começar pelas mortes. Senão, que explicação lógica teria o facto de uma dessas mortes, a da jovem bombeira de Alcabideche, ter tido de tal forma a “preferência” dos media, das redes sociais e do público em geral... praticamente fazendo esquecer, por momentos, todos os outros mortos e feridos?
Assim, posso também aceitar que seja uma injustiça o facto de Cavaco Silva ser, nesta estória, “preso por ter cão e preso por não ter”... mas é muito bem feito!!!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Cavaco... e as garantias


Subitamente, o escavacado Silva já anda a regougar loas ao “novo ciclo” e à “viragem da nossa economia”. O governo em que ele não confiava e que só está, ainda, em funções por sua obra e nossa desgraça... conseguiu, num espaço de apenas uns dias, inverter a espiral recessiva. Não espanta! Trata-se apenas de mais um item a somar aos copiosos traços de falha de carácter do Presidente.
Feita esta introdução, vamos ao assunto. Se, como se vê, o verdadeiro primeiro ministro é Cavaco Silva e o vice-primeiro-ministro é Paulo Portas... que diacho de papel é o de Passos Coelho? De parede? (repare-se na forma extremamente elegante como resisti à tentação de dizer “papel higiénico”)
Para além desta mais do que justificada dúvida, fica uma coisa que me inquieta assaz: o facto de, mais uma vez, Cavaco Silva apelar para as «garantias» que lhe são dadas sobre isto e aquilo. Desta vez (já é a segunda) é sobre a veracidade das mentiras ou a mentira das verdades da ministra Maria Luís Albuquerque.
Cavaco tem todo o direito de acreditar nas “garantias” que este ou aquele lhe dê... mas que diabo!, ele não tinha tido já “garantias” semelhantes sobre Dias Loureiro? Provavelmente também sobre Oliveira e Costa... e por aí fora...
Não estaria já na altura de começar a desconfiar das garantias?
Ou será que tem estado sempre por dentro destas tristes estórias... e mente, também ele, compulsivamente?

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Cavaco – Mais uma mensagem...


Cavaco Silva, decididamente, tomou o gosto às “mensagens”! Desta vez, segundo os jornais, o destinatário foi o “bebé real” Jorge Alexandre Luís.
Kate e William estão muito agradecidos a Cavaco Silva. 
Parece que o bebé, finalmente... conseguiu pegar no sono!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Concurso cavacal – Vamos lá desfranzir as testas por uns momentos!


Surripiando o “sumo” da ideia a um amigo... proponho um pequeno teste/concurso muito simples, que tem como única utilidade a possibilidade de passarmos uns momentos de testa um pouco mais desfranzida. Quem sabe, até sorrir...
1. Concentrem-se.
2. Observem atentamente as mãos de Cavaco e a expressão do rosto e dos olhos.
Pergunta:
Com base no resultado da vossa observação, o que é que está mais vazio nesta imagem?
a) As mãos.
b) O cérebro.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Cavaco no seu normal...



Com a falta de vergonha no focinho que os caracteriza, os partidos onde pontificam – para usar o termo tão caro ao mundo futebolístico – os bandidos e lacaios apostados em continuar a esmifrar milhões aos portugueses, a destruir a economia, em vender o país ao desbarato, passam agora, de forma tão automática quanto fraudulenta, ao discurso do crescimento, do reforço da economia, da criação de emprego. Isto, tendo a evidente intenção de continuar a política de recessão, capitulação e desastre que praticaram até aqui.
Com a falta de vergonha no focinho que os caracteriza, tanto PSD como CDS (como a cavacal figura), fazem de conta que não colocaram o país na situação miserável em que está e que basta o, digamos assim... “presidente”, decidir que tudo está normal e em “plenitude de funções”, para podermos recomeçar do zero, como se o país e os portugueses fossem uma qualquer espécie de maquineta electrónica digital, a que se pode fazer “reset”.
Depois de passar a maior parte do tempo, em que tartamudeou banalidades, a fazer desfilar uma enjoativa procissão de “ses” e “eu é que tenho razão”,Cavaco decidiu que os partidos que agora não se entenderam... vão ter que se entender no futuro.
Portanto... se ele é que tem razão, se nada do que aconteceu ou acontecerá pode mudar a política que Cavaco acha ser a que os mercados querem... e se os partidos que agora ele quis “coligar”, embora não o tendo feito agora, acabarão por fazê-lo... por que diacho haveria o povo - que não entra nestas equações cavacais ou dos mercados – de ser chamado a eleições antecipadas?
Serviu mais esta enjoativa palestra de Cavaco, pelo menos para uma coisa verdadeiramente “excitante,  que foi ver nascer em directo na televisão a frase mais estúpida de toda esta crise política. Depois de ordenar a CDS, PSD e PS, que reunissem, se entendessem e assinassem um compromisso... Cavaco declarou hoje, com o ar solene que aquela sua cara “inteligente” permite:
«Desde a primeira hora, dei o meu apoio inequívoco à realização desse Compromisso»
Quer isto dizer que, se este “inequívoco apoio” a uma coisa que ele próprio determinou mereceu tal destaque, é porque Cavaco Silva terá, noutras ocasiões, aconselhado e ordenado coisas que não apoiava inequivocamente.
E pronto. Nada acaba aqui. Sei que a luta continua… e deve continuar em termos claros e recorrendo a argumentos e métodos escorreitos e legítimos… mas hoje estou farto!
Hoje, tudo o que me apetece dizer – e até fazer – é tão contraproducente e, há que confessá-lo, tão ostensivamente ilegal… que o melhor é que (por agora) fique “no tinteiro”.

sábado, 20 de julho de 2013

A montanha da “salvação nacional” nem chegou a parir o rato – Aquilo era mais “gases”...



António José Seguro subiu um ponto na minha consideração! Confesso que a sua figura nunca me mobilizou o suficiente para tentar conhecer, mais aprofundadamente, os meandros do seu pensamento. Assim, não me é possível saber se disse NÃO por uma questão de convicção... ou em resultado das pressões – algumas acompanhadas da ameaça de cisão – de alguns sectores do seu partido.
Enquanto a posição do PS for a de cumprir o “memorando de entendimento”, como eles gostam de chamar ao tratado de capitulação que co-assinaram com atroika, era indiferente que houvesse, ou não, acordo nesta “marmelada salvacionista” inventada pelo brilhante intelecto de Cavaco Silva.
Independentemente da minha discordância com o PS quanto à questão de fundo, teria ficado bem mais impressionado se Seguro tivesse levado o tempo que um grande líder de um partido que se pretende de oposição deveria ter demorado a dizer não: cerca de dez segundos.
Pessoalmente, quero crer que uma fortíssima contribuição para o NÃO de Seguro, foi dada, afinal... por Passos Coelho. Na verdade, foi sempre transparente a irritação que esta vingança de Cavaco lhe provocou, o que o levou a passar todos os dias que durou esta “negociação”, ocupado a dinamitar qualquer hipótese de acordo. Comportando-se publicamente como um garoto malcriado, como um simples provocador... como o calhordas que já demonstrou ser.
Como dizia um amigo, só tenho um “adjectivo”: gostei!
Agora, a bola foi devolvida a grande velocidade em direcção à cara de Cavaco Silva. A bem da sua dentadura, espero que seja capaz de a agarrar.
Como terá aprendido com os exemplos dos indígenas, durante a sua mais recente visita de Estado... o verdadeiro Presidente... é o “cagarra”.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Cavaco Silva – Um filósofo na madrugada



Devemos dar graças a todos os deuses do olimpo e aos restantes que, entretanto, tenham sido inventados, pela bênção das novas tecnologias que permite o milagre das comunicações a longa distância.
Se não fosse a sua existência (das comunicações, claro!) como tomaríamos conhecimento da frase estremunhada do marujo Cavaco, cometida às tantas da madrugada e com a qual resolveu fazer um “intervalo no recato”?
«Nada está acordado, enquanto tudo não estiver acordado» – disse a cavacal figura a bordo da Vasco da Gama.
Ficam várias dúvidas:
1. Estava a bordo da Vasco da Gama (fragata)... ou “a bordo" de uma Vasco da Gama (garrafa de Vidigueira branco)?
2. Estava a enviar uma indireta aos intrépidos negociadores da “salvação”... ou a fazer o serviço de despertar para a marujada da fragata?
3. Sofreu um surto de sonambulismo falante?
Como um azar nunca vem só, ainda meio azamboado pela noite mal dormida, quando resolveu interessar-se pela fauna local, tocou-lhe em sorte um “calca-mar”, um passaroco que só põe um ovo por ano. Isto está mau... até para as omeletes!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Salvação Nacional - Não podia estar mais “entusiasmado e confiante”!



PSD, CDS, PS e um Justino (“olheiro” de Cavaco Silva), continuam a tratar de reunir para, a trouxe-mouxe e em apenas alguns dias, congeminarem a famigerada "puta da salvação nacional” *.
Serão, portanto, exactamente os mesmos que, metodicamente e sem um assomo de vergonha nas trombas, atacaram uma a uma as conquistas de Abril e arruinaram o país, devolvendo (a troco de “peanuts” e muitos favores para si próprios e famílias) aos interesses privados tudo aquilo que a Revolução havia retirado aos monopólios vindos do fascismo, tarefa a que meteram ombros durante os últimos trinta e muitos anos... serão exactamente os mesmos, como dizia, que agora salvarão Portugal dos resultados criminosos da sua própria obra.
Claro que, como já se viu, tratarão de fazer essa “salvação nacional” não mudando nenhuma das suas políticas e dos princípios bandidescos que nos trouxeram até aqui.
Se quando Gonelha e o PS e a restante direita em coro, disseram que era preciso “partir a espinha à Intersindical”, não foram julgados, tendo a frase passado como uma coisa apenas simbólica e não uma incitação à violência... então também eu posso dizer que é urgente “partir os dentes” a este bando de farsantes, ladrões e traidores vulgares.

* Sim... esta linguagem vulgar e crua quer apenas dizer que acho esta marmelada da “salvação nacional” uma forma de prostituição... só que mais abjecta e muito mais daninha!


domingo, 14 de julho de 2013

Aposto que também era uma opinião “irrevogável”...


O Vítor Dias encontrou a coisa no “Câmara Corporativa”, eu encontrei-a no blog “O tempo das cerejas”, do Vítor Dias... encontrem-na agora vocês. É um belo “achado”!
“Há quem tenha a ilusão de que o Presidente da República pode impor aos partidos, contra a vontade destes, a sua participação em governos de coligação, por vezes apelidados de salvação nacional.”


(Cavaco Silva, Roteiros VI - 2011/2012, p. 21)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

As perguntas são como as cerejas...




Singelo questionário:
Desde quando é que cabe ao Presidente decidir quais os partidos que devem fazer acordos políticos?
Desde quando é que o Presidente pode excluir partidos com assento parlamentar das soluções para o país... sabendo-se (não que se trate de uma questão de números, mas sim de respeito pela democracia) que, neste momento, já estaremos a falar de um universo de mais de 20% dos eleitores?
Desde quando é que o Presidente pode “marcar” umas eleições a “trouxe-mouxe”, para uma data escolhida exclusivamente por si... e, como se isso não bastasse, decidir de antemão que tipo de governo é que deve sair dessas eleições?
Singela resposta:
Desde que foi permitido a uma besta do calibre do Sr. Aníbal Cavaco Silva tornar-se Presidente da República Portuguesa!

Cavaco Silva – Uma em duas possíveis...


O farsante que faz de Presidente da República, optou, afinal, pela "marmelada".
Reafirmou longamente, mesmo sem querer, a sua indigente condição de lacaio acéfalo dos mercados, sem qualificação para ser Presidente de um país soberano. Reafirmou-se como «promotor» da política criminosa que nos trouxe até ao estado em que estamos.
De passagem, vingativo (como não se cansa de demonstrar), aproveitou para se vingar de Portas, que odeia desde os tempos do “Independente”, tentando levar na enxurrada os garotos do seu próprio partido que tão irresponsavelmente o enxovalharam nos últimos dias.
Passando à essência da “marmelada”, propõe uma solução que não soluciona nenhum dos problemas dos portugueses, mas que, bem vistas as coisas, serve alguns objectivos politiqueiros, a saber:
1. Faz de conta que aprecia eleições... atirando-as lá mais para 2014.
2. Tenta salvar o seu PSD, se este se mostrar empenhado na marmelada da “salvação nacional”.
3. Trama o PS e o seu actual secretário geral. Se alinharem na marmelada da “salvação nacional”, ficam agarrados aos resultados das desgraceiras que por aí vêm, caindo nos próximos resultados eleitorais. Se não alinharem... são os “culpados” por não haver uma solução de “salvação nacional”... caindo nos próximos resultados eleitorais.
E pronto, resumindo... conforme estava escrito e previamente determinado no guião desta crise farsola, Cavaco lá abriu a boca.
Como já sabe (quase) toda a gente, só poderia ter acontecido uma de duas coisas...
... e eu juro que não vi entrar nenhuma mosca!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Cavaco Silva – Mania de dificultar!...



Que excesso de coreografia! Que excesso de reuniões, consultas, idas, vindas, carros de alta cilindrada para lá, carros de alta cilindrada para cá, despesa em gasolina, jornalistas a correr de microfones na mão, desperdício de palavras, reafirmação de ideias que já se conheciam... e tudo para quê? Para se fingir que Cavaco vai ter uma palavra a dizer sobre o assunto da crise governativa, ou que será da sua decisão que resultará a aprovação do novo governo de Paulo Portas (e Passos Coelho)? Pura perda de tempo!
Como se pode ver pela resma de notícias que saíram sobre o assunto, vindas de Bruxelas, ou da Alemanha... bastava a Cavaco ter telefonado para AngelaMerkel, ou para o ministro das finanças da Alemanha, ou mesmo para qualquer um dos membros da administração do Deutsche Bank... e ter perguntado:
- Então... agora o que é que eu digo?

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Sob que regime vivemos?


Sob que regime vivemos, quando o traste que faz de Presidente da República faz tudo o que o seu poder permite para evitar eleições, apenas por saber que o seu partido sairia humilhado do acto eleitoral?
Sob que regime vivemos, quando o mono que faz de Presidente da República protege o bando de criminosos garotos do seu partido, mesmo quando estes (e os seus aliados) já deram provas da mais vergonhosa falta de sentido de estado, de sentido patriótico, de competência... e até de honestidade?
Sob que regime vivemos, quando numa altura em que o conjunto de partidos que suportam o governo reunem pouco mais de 30 por cento nas intenções de voto, o líder do partido da direita mais reaccionária, dentro da coligação, neste momento com uns meros cerca de 8 por cento nas sondagens, provocou um golpe de estado, conseguindo que o seu líder, Paulo Portas, acabe detendo praticamente todo o poder dentro do executivo?
Sob que regime vivemos, quando o “novo” primeiro ministro de facto - mas não eleito - dá todos os dias provas da mais rasteira e “irrevogável” falta de palavra, de honestidade, de vergonha na cara?
Sob que regime vivemos, quando a burguesia de direita, que inventou uma espécie de democracia que serve exclusivamente os seus fartos interesses... já nem as regras dessa “democracia” manhosa respeita?

segunda-feira, 24 de junho de 2013

A estátua mexe-se!!!


Andam alguns peritos assaz assombrados com o facto, alegadamente ocorrido num museu de Manchester, de uma estátua, imóvel há séculos, ter-se mexido dentro do expositor.
Pfff!!! Grande avaria!!!
Isso mesmo pode ver qualquer um de nós se for, munido de uns simples e corriqueiros binóculos, espreitar a “cavacal” estátua através das janelas do Palácio de Belém!

sábado, 15 de junho de 2013

Cavaco – Uma pergunta simples



Aproveitando o que poderão ser as últimas oportunidades (se nada fizermos para o evitar) de poder falar “livremente” de Aníbal Cavaco Silva, antes que chegue o tempo em que não poderemos, sequer (parafraseando um humorista que ouvi ontem), nomeá-lo, ou desenhá-lo, ou publicar qualquer imagem sua... e tendo que referir a sua pessoa apenas como “Ele”, obviamente com maiúscula... quero dizer qualquer coisa sobre o já famoso,
“Vai mas é trabalhar, ó...!”
Numa acção relâmpago, destinada, certamente, a humilhar os colegas que parecem incapazes de julgar e condenar grandes criminosos, figurões de que são exemplo os ladrões do BPN, essa corja de ex-ministros e demais ajudantes de Cavaco... as autoridades, neste caso do “vai mas é trabalhar, ó...!”, detiveram, acusaram, julgaram e condenaram, num espaço de apenas horas, o cidadão que insinuou que o Presidente talvez não esteja a defender os portugueses e a Constituição da República, como jurou defender... não estando, por isso e no entender desse cidadão, a trabalhar.
Dando de barato o facto de estar completamente de acordo com o cidadão em causa, quero, no entanto, chamar a atenção para outra notícia relacionada com esta estória.
Segundo leio, o Ministério Público requereu a nulidade do julgamento, pelo facto de o crime de que o campomaiorense foi acusado e pelo qual foi condenado, não poder ser julgado num processo sumário.
Independentemente de saber se o MP acha exagerada ou insuficiente a punição do “condenado”, ou se considera que deve haver lugar a uma nova acusação e julgamento, gostaria de deixar aqui uma pergunta simples, dirigida sobretudo aos senhores (desde os pides, perdão... polícias à paisana até aos juízes) que trataram de prender e julgar sumariamente o homem:
Será pedir muito, pretender que as autoridades que têm como profissão e tarefa defender e aplicar a Lei, conheçam minimamente a Lei que dizem defender e aplicar, porra?!!!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Um governo canalha e vingativo



É um acto canalha! É um acto vingativo! É a face sombria de um governo acossado pelas manifestações, pelas greves e pela contestação vinda de (quase) todos os lados. Vendo chumbada pelo TC a pretensão de, pura e simplesmente, roubar os subsídios de férias, Passos Coelho (e o seu governo de meliantes) desobedece descaradamente à lei que está em vigor, declarando esperar por uma lei que está por fazer e aprovar, para se saber quando serão pagos os subsídios.
Numa provocação insolente, no Parlamento, diz mesmo que «está nas mãos dos senhores deputados» ajudar a decidir quando os subsídios serão pagos.
Tivesse o país um verdadeiro Presidente da República e não “aquilo”... aquele cúmplice sonso, aquele domesticado comparsa, aquele lamentável espantalho com o rabo preso nas contas equívocas das acções da SLN compradas a preço de favor, da troca equívoca de uma casa velha por uma maior e nova, no Algarve, etc., equívocos que exalam aquele inquietante cheiro a bastante mais do que “equívoco”... tivesse o país um Presidente da República, como disse... e este chefe de um bando de criminosos e traidores não estaria presente em nem mais um debate quinzenal na Assembleia da República, não por sua vontade... mas por ser posto no olho da rua!
Ou não é esta descarada disposição governamental para desrespeitar, repetidamente a Constituição, as leis em vigor, o Parlamento, os parceiros sociais e os portugueses em geral, uma das mais evidentes formas de “não regular funcionamento das instituições?”
Segundo esta teoria “revolucionária” de Passos Coelho, eu poderei assaltar um Banco em vários milhões de euros, ignorando placidamente a Lei em vigor, refugiar-me num qualquer “paraíso” sem acordo de extradição... e esperar que seja aprovada uma “Lei” que torne legal o meu assalto, para então voltar a Portugal... bastando para isso existir uma maioria de ladrões (ou simpatizantes) que a aprovem... como parece que existirá uma maioria de “nem sei bem o que lhes chamar”, que aprovarão a dele. Brilhante!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Oh! Elvas!... Oh! Elvas!!!...


Oh, Elvas das belas "rainhas cláudias" em calda, encantamento doce de tantas sericaias passadas e ainda por haver!

Não bastava a distância, o abandono, o desemprego, o êxodo dos jovens, o fecho de serviços essenciais... ainda tinhas que ter suportado aquela gigantesca farsa, oh! Elvas!!! Tinhas que suportar o ultraje de ouvir aquela figura sinistra (o ridículo é apenas um disfarce) perorar sobre as maravilhas da nova agricultura, do novo Portugal... do raio que o partisse.
Já perguntei por aí... e ninguém parece saber exactamente sobre que raio de país esteve o cavacal aldrabão a falar.
Mas pronto... nem tudo foi negativo.
Gostei das vaias!