Mostrar mensagens com a etiqueta palhaços. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta palhaços. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Confidência

 




Fazendo de todos vós meus confidentes involuntários… declaro que nunca gostei de palhaços.

Não pertenço ao enorme grupo de pessoas a quem os palhaços provocam verdadeiro pânico… mas não gosto.

Porque não acho graça a praticamente nada que façam e digam. Porque me aborrecem mortalmente. Porque alguns com quem tive que partilhar bastidores de espectáculos, quando eu também participava em espectáculos para crianças… eram pouco mais que trambolhos e de uma ignorância e mau gosto ostensivamente perigosos para o público que atingiam.

Salvando as raras excepções de palhaços geniais que houve e há… Isto é o que sinto por quase todos os palhaços que, por necessidade, vivem daquilo.

Agora imagine-se o que penso dos “palhaços” que andamos a aturar em lugares de comentadores, jornalistas, varas de políticos, gestores, etc… para além daqueles que ocupam os “mais altos cargos da nação” e acham que armarem-se em palhaços… rende votos!

É de amargar!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Cavaco Silva – Mania de dificultar!...



Que excesso de coreografia! Que excesso de reuniões, consultas, idas, vindas, carros de alta cilindrada para lá, carros de alta cilindrada para cá, despesa em gasolina, jornalistas a correr de microfones na mão, desperdício de palavras, reafirmação de ideias que já se conheciam... e tudo para quê? Para se fingir que Cavaco vai ter uma palavra a dizer sobre o assunto da crise governativa, ou que será da sua decisão que resultará a aprovação do novo governo de Paulo Portas (e Passos Coelho)? Pura perda de tempo!
Como se pode ver pela resma de notícias que saíram sobre o assunto, vindas de Bruxelas, ou da Alemanha... bastava a Cavaco ter telefonado para AngelaMerkel, ou para o ministro das finanças da Alemanha, ou mesmo para qualquer um dos membros da administração do Deutsche Bank... e ter perguntado:
- Então... agora o que é que eu digo?

sábado, 6 de julho de 2013

Cavaco, Passos, Portas, Gaspar, Luís, etc., etc., etc... e duram, duram, duram...



Não pertenço, felizmente, ao grupo de pessoas que sente pânico genuíno perante a simples visão de uma fotografia de um palhaço... mas é sabido que não morro de amores pelo “género”.
Embora pronto a admitir a existência, ao longo dos tempos, de brilhantes e talentosíssimas excepções, a verdade é que ao fim de décadas de passagens por palcos ganhei uma consistente aversão ao trabalho dos palhaços. Por uma mão cheia de razões puramente subjectivas... mas também por um igual punhado de razões muito reais.
Dito isto, se há coisa mais detestável do que um mau espectáculo com maus palhaços... é um mau espectáculo com muito maus palhaços que teima em durardurar, durar, durar, durar, durar, durar, durar, durar, durar, durar, durar,durar, durar, durar... ... ... .
..

sábado, 25 de maio de 2013

Miguel Sousa Tavares





O escritor e comentador Miguel Sousa Tavares está a ser alvo da “atenção” das autoridades. Do Ministério Público e da própria Presidência da República. Em causa está o facto de o comentador ter partilhado urbi et orbi a sua opinião pessoal... segundo a qual, «Cavaco Silva é um palhaço».
Diz-se que arrisca uma pena que pode ir até 3 anos de cadeia! Acho pouco! Por mim, fechava-o numa cela e deitava a chave fora... só pelo desplante de vir para os órgãos de comunicação social insinuar que Cavaco Silva tem graça.
Está, ainda assim, com muita sorte, pelo facto de ser a Presidência e não o Sindicato dos Palhaços a apresentar a queixa.

Esses sim! Esses têm todas as razões para estarem profundamente ofendidos na sua dignidade! Humana e profissional!

sábado, 19 de maio de 2012

O coiso


É mais uma brilhante declaração do... coiso, pá... aquele... o Álvaro não sei quê, ministro do coiso... do comércio, não é? E daquele outro coiso... o emprego!!!
Resumindo: não consegui resistir a surripiar a gravação áudio desta pérola ao “5 dias”... e publicar também aqui “o coiso”... obrigatoriamente a ouvir até ao coiso, perdão... até ao fim.