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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Queremos mentiras novas!!!


Enquanto o défice dá saltos de milhares de milhões, enquanto o desemprego salta ao pescoço de centenas de milhares de novos desempregados, enquanto o Fisco salta à veia jugular dos trabalhadores, enquanto as novas taxas, cortes nas pensões, na Saúde Pública e nos apoios sociais dão saltos sobre as campas dos idosos que não lhes resistem... Gaspar (e o outro), de um salto, encontrou mentiras novas para bolsar, descaradamente, sobre os portugueses.
Eu sei que muitos destes governantes serão principescamente recompensados pela sua governação com lugares nas administrações de grandes empresas e bancos, lugares que eles próprios ajudaram a desenhar, fazendo aprovar leis à sua medida... mas nem todos têm coragem suficiente para encher os bolsos enquanto ainda estão no poder. Assim, a coisa tem, o mais das vezes, que esperar uns tempos. Meses... ou mesmo anos, dependendo do grau de pouca vergonha de que sejam portadores.
Daí eu achar que sempre que um governante se saísse em público com uma proeza como esta de Gaspar (e o outro), devia existir um prémio imediato, uma espécie de troféu, sei lá... qualquer coisa como:
“Prémio para melhor efeito especial”
“Prémio para melhor obra de ficção”
...ou o eterno clássico, mas que vai sempre bem,
“Prémio gato morto em cheio nas fuças, até o gato miar”

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O arco



Embora este texto vá para o ar apenas às 00:01 do dia 23 de Maio do ano da (des)graça de 2013, estou a escrevê-lo umas horas antes, entre as 21 e as 21:30 do dia 22. Feita esta precisão, estava sentado ao computador, decidido a escrever sobre outra coisa (que ficará para mais logo), não podendo evitar a intrusão do áudio de uma entrevista televisiva, na RTP1, ao - chamemos-lhe assim – ministro da – chamemos-lhe assim – economia.
Entre as suas costumeiras baboseiras sobre investimento, crescimento, apoio às pequenas e médias empresas... e demais vacuidades que, horas depois, o ministro das finanças, ou o primeiro-ministro se encarregam de ignorar, quando não mesmo desmentir taxativamente (e “taxativamente” tem aqui um significado bastante literal) Álvaro Santos Pereira falou, mais do que uma vez, nos “partidos do arco governativo”.
Sempre que alguém, político ou comentador (quase sempre de direita) debita esta frase-feita, não imagina a brotoeja que me assalta!
Talvez não exista no léxico jornalístico-político um conceito mais reaccionário, anti-democrático e política e socialmente mais arrogante do que este!
Sempre que alguém deita esta atoarda pela boca fora, está a referir-se exclusivamente ao PS, ao PSD e ao CDS. Alegre e arrogantemente, deixa de fora de qualquer solução governativa os portugueses que são representados pelos partidos que, à esquerda, representam (segundo as últimas sondagens) mais de vinte por cento dos eleitores. É obra!
Que esta estirpe de “democracia” formal (ou em formol) deixa muito a desejar, já se sabia. Que isto seja dito na televisão por um ministro que, segundos antes, estava a afirmar que o seu governo quer dialogar com todos os partidos políticos, é, para além de tudo o mais... patético!

sábado, 13 de abril de 2013

Álvaro Santos Pereira – Agarrado aos “pós”




Numa mesma página digital vejo links para variadíssimas notícias, cobrindo os mais diversos assuntos. Destaco duas:
Convém esclarecer que os subsídios a “redesenhar”, o que no idioma deste governo (internacionalmente conhecido por “canalhês”) quer dizer cortar... são os subsídios de doença e de desemprego. Convém lembrar que, reunidas as devidas condições, esta intenção de “redesenhar” para pior a já tão difícil situação de desempregados e doentes, justificaria o “redesenho” das caras de Vítor Gaspar e demais ministros responsáveis pela ideia.
Este caso é ainda mais caricato. Com o desemprego nos níveis que se conhecem, com os cortes generalizados nos deveres sociais do Estado, com as falências a ultrapassarem, largamente, o número de criação de novas empresas... o inexplicável ministro da Economia aproveita o acto de inauguração de um empreendimento multimilionário, destinado exclusivamente a multimilionários, para fazer esta insólita e demente declaração.
Deve ser, de facto, uma questão de “pós”, mas não de “pós-crise”. A questão é: que dianho de “pós” é que o ministro snifa antes de dizer estas baboseiras?!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Álvaro Santos Pereira – Um ministro... do trabalho!


Álvaro Santos Pereira, o “genial cromo” que nos chegou do Canadá, montado não no cavalo do Gary Cooper, mas na sua (ainda mais) quadrúpede estupidez e inépcia para o cargo, declarou que as previsões sobre o desemprego «não agradam a ninguém»... o que não deixa de ser profundo, vindo exactamente do ministro do emprego e da economia.
Ó ministro! Primeiro, isso nem é verdade. Há muita gente a quem o desemprego elevado dá e dará grandes lucros, enquanto forma eficaz de empurrar os salários para baixo, espalhando o terror entre aqueles que trabalham com vínculos precários e os que desesperam por voltar a encontrar um posto de trabalho. Ou seja, muitos milhares de trabalhadores. Ou seja... muitos milhões de euros de lucros sujos à vista.
Segundo, mesmo entre aqueles a quem os números do desemprego “desagradam”, há muitos a quem desagradam muito mais do que a “ninguém”: aqueles que estão desempregados e as suas famílias, seu bandalho!

sábado, 19 de maio de 2012

O coiso


É mais uma brilhante declaração do... coiso, pá... aquele... o Álvaro não sei quê, ministro do coiso... do comércio, não é? E daquele outro coiso... o emprego!!!
Resumindo: não consegui resistir a surripiar a gravação áudio desta pérola ao “5 dias”... e publicar também aqui “o coiso”... obrigatoriamente a ouvir até ao coiso, perdão... até ao fim.





sexta-feira, 30 de março de 2012

Oração... (da Guidinha, evidentemente!)


(Por absoluta falta de tempo para mais e porque já recebi a piada por mail umas quinze vezes, aqui fica uma "adaptação"... à minha moda)
Senhor... há poucos anos levaste para junto de ti o meu querido Michael Jackson, o Heath Ledger, que era um dos meus actores preferidos, depois o Angélico, a Amy Winehouse, agora foi a Whitney Houston... mas acredito que tiveste uma razão que eu, apenas uma mortal, não consigo entender, senhor.
Ah... queria ainda aproveitar para lembrar que os meus políticos preferidos são a senhora Merkel, o Sarkozy, o Berlusconi, o Relvas, o Passos Coelho, o Paulo Portas, o Gaspar, o Álvaro, o Alberto João Jardim... ... ...

Amém! 

segunda-feira, 5 de março de 2012

“O Álvaro”... e o mistério da economia


Vinha com o estatuto de “grande neoliberal viajado”, temperado nas cátedras canadianas... mas ninguém na equipa de Passos Coelho devia saber muito sobre ele, para além das patacoadas fanáticas que ia vertendo para um blog. Contrataram-no.
Agora, de cada vez que ele afivela aquele ar parvalhão e abre a boca para dizer inconveniências, ou coisas simplesmente incongruentes, toda aquela gente deve sentir arrepios na espinha. À falta de coragem para o pôr com dono... vão-lhe retirando funções. Uma a uma. Dentro de algum tempo, terá um gabinete quase vazio: uma cadeira, uma secretária, um “i-pad”, um “i-phone”... e uma assessora à beira de um ataque de histeria, afundada em resmas de revistas cor de rosa e toooodo o tempo livre do mundo.
Pobre Álvaro! Se ao menos tivesse a dignidade de pegar em si e pôr-se a andar...

sábado, 3 de março de 2012

SCUT e Álvaro Santos Pereira... o descarado


Uma queixa apresentada por Aveiro a Bruxelas, contra a cobrança de portagens nas antigas SCUT, originou uma tomada de posição por parte das instâncias europeias. Rapidamente foram divulgadas duas interpretações da tomada de posição de Bruxelas:
1ª (A dos queixosos)Bruxelas considera as portagens ilegais e pode até processar o Estado português.
2ª (A do ministro) – O inenarrável Álvaro Santos Pereira diz, insolente, que a proibição é apenas para os descontos que o governo concede a alguns residentes...
Primeira reflexão: Isto lembra por demais as técnicas de contagens de participantes em manifestações ou greves.
Segunda reflexão: Alguém, um dia destes, vai mesmo ter que perder a paciência a sério com este ministro e este governo... a ver se isto toma tino!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Álvaro Santos Pereira – E se fosse gerir a carreira da...




Imagina-se que para um ultraliberal acreditar que uma sociedade pode mesmo funcionar na exclusiva base do lucro, numa lógica em que tudo é um negócio, mesmo as necessidades mais básicas dos cidadãos... algo tem que estar gravemente avariado no seu cérebro.
De facto, não se vê como é que alguém, na posse de todas as suas faculdades, possa achar normal entregar aos privados todos os cuidados de saúde, educação, transportes, assistência social, gestão de reformas e pensões, etc., colocando a vida de milhões de seres humanos nas mãos de gente motivada apenas pela quantidade de dinheiro que possa acumular à custa das necessidades e fragilidades alheias. E acreditar que isso vai dar certo.
Só que há ultraliberais que vão mais longe. Conseguem afirmar todos os princípios que atrás enunciei... mas com frases e rótulos típicos de verdadeiros débeis mentais. É o caso do nosso genial ministro da Economia, para os mais chegados, “o Álvaro”.
Conseguiu, sem se rir com aquela cara de parvalhão com que a Natureza o castigou, afirmar que os desempregados (lembremos que já são mais do que um milhão) passarão a ter nos Centros de Emprego, não funcionários públicos motivados e empenhados em fazer os possíveis por ajudar a encaminhar os seus casos desesperados, mas sim... «Gestores de Carreira».
Isto é, ou não é, gozar com a cara das pessoas? Isto mereceria, ou não, uma resposta, curta, grossa e adequada?