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terça-feira, 2 de julho de 2013

Vítor Gaspar


... e a leve impressão de que já vai tarde. *
A esperança de que o demissionário Gaspar vá parar com os costados à prisão, por “serviços prestados” na delapidação dos recursos do país... é (por enquanto) uma utopia, evidentemente! Já a nomeação de Maria Luís Albuquerque, enterrada até ao pescoço no lamaçal dos SWAP, não tem, para já grande explicação... a não ser, provavelmente, o reconhecimento da única qualidade que a torna apta para o novo cargo no governo... e que é a capacidade para ir ao Parlamento mentir descaradamente aos deputados, sem corar, nem pestanejar.
Mas pronto... como já escrevi noutro lugar, poderia ter sido pior. Podiam ter ido buscar o Oliveira e Costa do BPN...

* Para além de isto ser uma certeza, não uma “impressão”... e muito menos “leve”, não posso deixar de pedir desculpa ao Chico Buarque por conspurcar a sua bela canção, “Trocando em miúdos”, misturando-a com as manobras destes bandalhos.


terça-feira, 28 de maio de 2013

Gaspar – Soporífero em forma de gelatina


O soporífero tóxico que dá pelo nome de Vítor Gaspar teve um assomo de chilique nervoso. Aparentemente porque um jornalista fez uma pergunta ao “senhor estrangeiro” em vez de a fazer a ele. Uma questão de “deselegância”, no entender do repelente sucedâneo de “Xanax”.
Seja como for, o pormenor da notícia que realmente me “convocou” foi o facto de Vítor Gaspar ter previamente exortado todos os jornalistas presentes a, em atenção ao senhor estrangeiro (no caso presente, holandês), falarem unicamente... em inglês.
Embora não pareça, a coisa faz todo o sentido! Para além do facto conhecido de, desde há uns tempos, se ter extinguido a “espécie” conhecida por “tradutores”, que, enquanto existiram, foram usados intensamente nestas conferências de imprensa que envolviam senhores estrangeiros... para além disso, como dizia, esta é uma prática corrente, sei lá... por exemplo, na Alemanha, onde o senhor ministro das Finanças local, Herr Wolfgang Schauble, está sempre a zangar-se com os jornalistas alemães que ousem falar com Vítor Gaspar noutra língua que não seja o inglês. Isto, quando não os obriga mesmo a falar em português!
Ainda que sem querer... fica-se a pensar qual dos dois está, de facto, numa “cadeira de rodas”.
Não conheço o tóxico soporífero senhor Vítor Gaspar de parte nenhuma... mas como ministro das Finanças de Portugal é um molusco, um criado às ordens, um lacaio invertebrado, gelatina...

Uma vergonha!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Queremos mentiras novas!!!


Enquanto o défice dá saltos de milhares de milhões, enquanto o desemprego salta ao pescoço de centenas de milhares de novos desempregados, enquanto o Fisco salta à veia jugular dos trabalhadores, enquanto as novas taxas, cortes nas pensões, na Saúde Pública e nos apoios sociais dão saltos sobre as campas dos idosos que não lhes resistem... Gaspar (e o outro), de um salto, encontrou mentiras novas para bolsar, descaradamente, sobre os portugueses.
Eu sei que muitos destes governantes serão principescamente recompensados pela sua governação com lugares nas administrações de grandes empresas e bancos, lugares que eles próprios ajudaram a desenhar, fazendo aprovar leis à sua medida... mas nem todos têm coragem suficiente para encher os bolsos enquanto ainda estão no poder. Assim, a coisa tem, o mais das vezes, que esperar uns tempos. Meses... ou mesmo anos, dependendo do grau de pouca vergonha de que sejam portadores.
Daí eu achar que sempre que um governante se saísse em público com uma proeza como esta de Gaspar (e o outro), devia existir um prémio imediato, uma espécie de troféu, sei lá... qualquer coisa como:
“Prémio para melhor efeito especial”
“Prémio para melhor obra de ficção”
...ou o eterno clássico, mas que vai sempre bem,
“Prémio gato morto em cheio nas fuças, até o gato miar”

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Governo autoritário de fanáticos


No rescaldo de um dia 1º de Maio em que o que faz de primeiro-ministro de Portugal, quando é, na verdade, moço de recados da potência ocupante, tentou de forma insolente contrapor às manifestações de trabalhadores, um patético, acanalhado e interminável comício que as “suas” televisões foram transmitindo e repetindo, e repetindo, e repetindo... até à náusea, saúdo as trabalhadoras e trabalhadores (com ou sem emprego) que durante este dia (e todos os dias do ano) não se conformam nem se rendem.
Um pouco mais de um terço da minha vida foi passado sob um regime fascista. Para ser exacto, 22 anos. Só nos últimos comecei a ganhar consciência daquilo que me rodeava e a procurar as vias de escape àquela cinzenta realidade. Um bom punhado de pessoas ajudou. A música ajudou!
Embora curta, a minha memória (consciente) do fascismo traz-me estórias típicas dessa época. Como a de coronéis, ou generais, ou simples directores de escola, ou chefes de repartição que, com a displicência que o poder absoluto lhes permitia, tinham a possibilidade de castigar, a seu bel prazer, qualquer um dos seus “subordinados”... nem que fosse apenas por terem acordado mal dispostos.
Ai de quem ousasse questionar o castigo... nem que fosse com um “mas”. A cada “mas”, o castigo ia crescendo exponencialmente, não sendo estranho ver uma pequena punição que tinha começado com umas horas de suspensão de um qualquer direito, acabar transformada numa pena de vários dias ou semanas, humilhação pública... ou bem pior.
É exactamente isso que me vem à memória ao ver que os anunciados – e parcialmente chumbados – cortes de 4.000 milhões nos deveres do Estado, depois da “intolerável” contestação que sofreram, serem transformados em cortes de mais de 6.000 milhões. Por puro revanchismo. Pura arrogância. Pura provocação. Pura demonstração gratuita de poder.
Os antigos directores de escola, superiores hierárquicos na velha Função Pública, polícias, autoridades militares, a PIDE e, no topo de todos, Salazar...tinham a grande “desculpa” de serem fascistas.
Embora seja uma pergunta “armadilhada” com uma resposta óbvia... pergunto-me que raio de desculpa terá esta canalhada que nos governa... 39 anos depois da Revolução de Abril.

terça-feira, 30 de abril de 2013

O cheiro a “consenso”


Em condições normais as palavras teriam valor por si próprias e não sofreriam tão violentas variações de significado ao sabor das intenções daqueles que as usam (e abusam). Debrucemo-nos, por exemplo, sobre palavra “consenso”.
À primeira vista é uma palavra “boa”, que apela ao avanço, à construção, à harmonia, à civilidade, ao trabalho e interesse comum, à busca do melhor e mais justo para o maior número possível de cidadãos. Resumindo, uma palavra que apela à verdadeira democracia participada, já que não pode haver consenso sem antes ter havido uma ampla e participada discussão dos problemas.
Desgraçadamente, quando sai das bocas de Cavaco Silva, de Passos Coelho, ou de Vítor Gaspar, para citar apenas estes... a palavra “consenso” assume significados estranhos ao habitual. Passa a querer dizer capitulação, traição de princípios, negociata, interesses particulares, batota, jogo, desonestidade, insulto à inteligência.
Desgraçadamente, quando sai das bocas de Cavaco Silva, de Passos Coelho, ou de Vítor Gaspar, para citar apenas estes... a palavra “consenso” assume a textura e o cheiro do esterco, das estrumeiras a céu aberto, dos esgotos... e porque não dizê-lo em “estrangeiro”... da merda.

sábado, 13 de abril de 2013

Álvaro Santos Pereira – Agarrado aos “pós”




Numa mesma página digital vejo links para variadíssimas notícias, cobrindo os mais diversos assuntos. Destaco duas:
Convém esclarecer que os subsídios a “redesenhar”, o que no idioma deste governo (internacionalmente conhecido por “canalhês”) quer dizer cortar... são os subsídios de doença e de desemprego. Convém lembrar que, reunidas as devidas condições, esta intenção de “redesenhar” para pior a já tão difícil situação de desempregados e doentes, justificaria o “redesenho” das caras de Vítor Gaspar e demais ministros responsáveis pela ideia.
Este caso é ainda mais caricato. Com o desemprego nos níveis que se conhecem, com os cortes generalizados nos deveres sociais do Estado, com as falências a ultrapassarem, largamente, o número de criação de novas empresas... o inexplicável ministro da Economia aproveita o acto de inauguração de um empreendimento multimilionário, destinado exclusivamente a multimilionários, para fazer esta insólita e demente declaração.
Deve ser, de facto, uma questão de “pós”, mas não de “pós-crise”. A questão é: que dianho de “pós” é que o ministro snifa antes de dizer estas baboseiras?!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Acusem-se, julguem-se, condenem-se... e prendam-se estes canalhas!!!


Vai continuando o desfile de figuras dirigentes das mais variadas organizações públicas, desfiando o rol de situações absurdas, ou mesmo desastrosas, que poderão verificar-se um pouco por toda a parte, a dar-se o caso desta birra demencial de Gaspar e Passos ir para a frente por mais do que um par de dias.
Na verdade, à birra a que eu chamo demencial, deveria antes chamar abuso de poder, vingança mesquinha, cerco ao país, ou, no caso de o querer dizer em português... uma “gigantesca filha de putice!”
Não dirijo nenhuma universidade, politécnico, centro de saúde... o que quer que seja. Não tenho, igualmente, meios para tomar qualquer atitude no plano legal.
Ao contrário de mim, quem não garante que os dirigentes das organizações que vão ser fortemente prejudicadas, são obrigados a suportar esta prepotência? Quem sabe se este nível de crime contra o funcionamento do Estado não justifica que comecem a chover nos tribunais centenas de queixas-crime contra os canalhas do governo? Responsabilizando-os pessoalmente por danos patrimoniais e morais!
Onde é que está escrito que um bando de celerados pode, a coberto de um programa eleitoral que já traíram e que nunca tiveram intenção de cumprir, tornar-se “dono” de um país, fechando-o ou abrindo-o ao sabor dos seus estados de humor?
Quem garante que não haverá por aí alguns juízes dispostos a fazer História?
Vá lá... coragem, meus senhores!!!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vítor Gaspar – O ruir do mito


Eles sabem que é extremamente difícil vir a conseguir-se desfazer os crimes que estão a cometer contra os trabalhadores portugueses.
Eles sabem que sem uma Revolução e as convulsões que ela acarretaria neste lugar do mundo, ou com despesas absolutamente incomportáveis para o Estado, não será possível reverter as privatizações que eles têm como uma das principais missões.
Eles sabem que uma vez perdidas quer a TAP, quer a RTP, quer a água pública, uma boa parte da saúde, ensino etc... tal como já aconteceu com sectores absolutamente estratégicos da nossa economia, será praticamente impossível o povo português tomar de volta aquilo que lhe foi roubado.
Eles sabem que para cumprir até ao fim a tarefa de que foram incumbidos, terão que suportar toda a contestação, todas as humilhações, insultos, moções de censura... tudo o que vier. Nada os fará sair a bem!
Esta nova canalhice, anunciada por Gaspar, bem classificada pelo PCP como uma chantagem a merecer toda a repulsa, é apenas mais um passo na estratégia da quadrilha de celerados colocada no governo com a tarefa de desmembrar Portugal, como se faz a uma empresa que se quer vender às parcelas.
Já é tarde para continuar a considerar Gaspar como um técnico competente que, simplesmente, tem uma ideologia com que não concordamos... ou sequer alguém que, embora defendendo outro caminho, é movido por boas intenções. Nada disso!
Gaspar é um simples lacaio! Um inútil enquanto ministro e um incompetente miserável enquanto técnico. Um incompetente que não consegue acertar uma única previsão nem cumprir uma única das metas com que se tem comprometido. Nem sendo dirigido pelos donos como um boneco teleguiado (até fala como tal!).
Já não é mais possível separar o homem do político ou do técnico. É abjecto. É repulsivo. É nojento. É nocivo. É daninho. É asqueroso.

Tudo considerado e à mistura... é um canalha!

sexta-feira, 15 de março de 2013

Governo miserável!



Em mais uma demonstração da "qualidade" do governo miserável que nos é imposto pela finança sem cara, pelos agiotas internacionais e da teoria do “bom caminho” que nos é diariamente vendida... o PIB cairá 2,3%, em vez do 1% “previsto” pelo governo, ao mesmo tempo que o desemprego poderá atingir os 19% no final do próximo ano.
Diz Gaspar, o soporífero lacaio que faz de ministro das Finanças, que se trata de um “valor muito elevado”... acrescentando que «O desemprego é um flagelo pessoal, familiar e social. Uma das experiências mais traumáticas».
Tem razão! Pena é que não seja “traumático”, mas em primeiro lugar para os canalhas que o provocam e ganham fortunas com ele!

…mas nunca é tarde!!!
(...pois quando o povo acorda é sempre cedo)

terça-feira, 5 de março de 2013

Governo Passos/Portas – A cobardia inscrita no ADN



Algumas vezes se comentou que o governo de “Passos & Portas - Vergonha Lda.” deveria andar a preparar o anúncio de mais medidas de austeridade... só que estava à espera de que passasse a manifestação... não fosse ter a infelicidade de transformar o milhão e meio de manifestantes em três milhões.
As primeiras aí estão a “pôr os pauzinhos ao sol”, na forma de cortes nos subsídios de desemprego e de doença que, ao que parece, para além de serem agravados, passarão a ser permanentes... pelo menos na intenção destas bestas fanáticas que, decididamente, tomaram o freio nos dentes.
Não é de estranhar a evidente cobardia do gesto. Este tipo de meliantes, só quando tem a garantia do poder absoluto é que arrisca mostrar “coragem”. Sem essa garantia arrastam-se por aí, agradando aos fortes, agredindo os mais indefesos, rodeados de seguranças, borrando-se de medo de canções cantadas e coro e três ou quatro cartazes.
Sem essa garantia são assim:
abjectos ladrões furtivos!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Gaspar – A “descoberta”


Pergunto eu, que sei pouquíssimo de ciência política... e ainda menos de economia e finanças:
Quando se andou a ignorar, quase sempre de forma arrogante e malcriada, os avisos e previsões sobre o resultado das políticas do governo na economia, logo, na vida de milhões de portugueses...
Quando se torna por demais evidente que a esmagadora maioria desses avisos e dessas previsões estava certa...
Quando, ao longo de meses e meses, todas as propostas alternativas a essas políticas (propostas que, nalguns casos, vão ser adoptadas, descaradamente, como se tivessem caído do céu, ou fossem uma ideia do governo) foram ignoradas, escarnecidas, ou atacadas como "crimes de lesa-pátria"...
Será que um simples ooops!” é suficiente para substituir o pedido de desculpas, acompanhado pelo pedido de demissão que é devido, tanto a opositores, quanto – e muito principalmente! – ao milhão de portugueses desempregados, jovens e menos jovens, aos trabalhadores ainda com trabalho, mas assaltados nos seus salários e direitos, aos idosos roubados na sua dignidade e qualidade de vida, aos doentes explorados e discriminados exactamente quando se encontram mais fragilizados, aos estudantes que veem o seu futuro a fechar-se à sua frente?
Será que uma sonolenta declaração quase “casual” do hipócrita Gaspar é suficiente?!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Previsões económicas - Uma “doença” antiga...


Quase há vinte anos, o ex-futuro grande economista Braga de Macedo, ministro dessa "luminária" que foi - e é - Cavaco Silva, fez figura de parvo ao declarar que Portugal era um “oásis” de progresso. A realidade fez com que a gracinha lhe custasse o lugar e lhe “moldasse” o futuro.
Agora curioso, curioso... é saber quem foi o economista que lhe escreveu as tão certeiras previsões, que transformaram o anunciado crescimento em recessão e fizeram “encolher” sobremaneira as “esperadas” receitas fiscais.
Parece que foi um ainda jovem chefe de gabinete, Vítor Louçã Rabaça Gaspar... mas o melhor é ler o artigo completo, publicado pela Agência Financeira.
Afinal... o homem é coerente!...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Vítor Gaspar – A mentira como ofício


Pois não... e Gaspar, ao que parece, ou é um sonso, ou então não é lá muito esperto, tal como todos aqueles que insistem neste “refrão” idiota, enquanto Portugal vai caindo, caindo, fazendo o mesmo caminho da Grécia... com um ano de atraso.
Lembra a estória do homem que caiu do cimo de um arranha-céus de 80 andares e quando passou pelo 70º disse “até aqui, tudo bem!” e quando passou no 50º repetiu mais animado “até aqui, tudo bem!”... e depois outra vez no 30º... e no 20º... e no 10º... e no 5º... ...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Gaspar - “O Décimo”


O economista belga Paul de Grauwe é, entre outras habilidades, “especialista” no funcionamento da “Zona Euro”. O facto de ser conselheiro de Durão Barroso, para além do mais, é bem capaz  de o excluir do número dos perigosos “comunas e esquerdistas” que são sempre do contra.
Ao mesmo tempo que esclarece ser amigo pessoal de Vítor Gaspar, o celebrado “décimo melhor” ministro das finanças não sei de onde... e não escondendo achar que «O caminho que o Governo português está a adoptar é o certo»ainda assim diz que «É preciso acalmar o entusiasmo. Não exagerar», acrescentando mesmo: «Penso que Vítor Gaspar está demasiado entusiasmado com a austeridade».
É perante a evidência de que o homem deve navegar nas mesmas águas políticas de Durão Barroso, da sua “entourage” na Comissão Europeia e de Vítor Gaspar, que esta sua “advertência” me lembra a célebre anedota que falava de um general que era tão estúpido, mas mesmo tão estúpido… que até os outros generais conseguiram dar por isso.

Desgraçadamente, o nosso "general" das Finanças não é estúpido. Está mesmo longe de o ser! É uma mão cheia de outras "coisas" que até os seus pares já perceberam, tal como na anedota... mas tudo "coisas" que agora não digo. Nas últimas horas esgotei o meu pecúlio de adjectivos desagradáveis, pecúlio que em condições normais daria para uma semana...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Vítor Gaspar – Grande, grande... era o Aleixo! *


Haveria mesmo necessidade de o ministro das Finanças fazer aquele número de variedades, anunciando a “passagem no exame” da troika? A patroa Merkel não tinha já anunciado exactamente o mesmo, dias antes?
Como é já do domínio público, não tenho ferramentas para analisar estes shows de Vítor Gaspar de um ponto de vista económico. A única coisa que sei é que mal tenho dinheiro para os “bilhetes” que o grande canastrão cobra.
Do ponto de vista do espectáculo, confesso que também não fico extasiado. A coisa é uma amálgama de filme de gangsters, terror e ficção científica... pouco científica mas, ostensivamente, muita ficção, com pretensões a grande produção escrita por um John Carpenter, com o dedo de  um Coppola e um toque de um Goerge Lucas, ou Spielberg... mas com os meios e os efeitos especiais do Georges Méliès, mas sem a criatividade... Méliès que, pelo menos, tem a desculpa de ter vivido mais tempo no século dezanove do que no século vinte, para justificar a infantil insipiência dos seus métodos e técnicas.
Tudo nos shows de Gaspar tem o bafio das coisas velhas, um ar de passado que deveria estar morto e enterrado, a mesquinhez de um crime de bandidos de vão de escada. Tudo nos seus discursos parece uma banda sonora estragada.
Como tudo o que já é muito mau pode ainda piorar (deve haver uma “Lei de Murphy” que diga isto), as medidas são depois explicadas e defendidas nos programas “populares” das televisões, por verdadeiras sarnas como os “Camilos Lourenços”, os “Duques”, os “Cantigas Esteves”... e seus derivados.
* Sei que pareço um ladrão
mas há muitos que eu conheço
que não parecendo o que são
são aquilo que eu pareço.
(António Aleixo – poeta popular)

terça-feira, 16 de outubro de 2012

OE 2013 – Massacre indigno de Abril


Aí está o monstruoso e criminoso Orçamento de Estado para 2013! Diz o PCP que é «Indigno do 25 de Abril». Dizem Os Verdes que é um «verdadeiro massacre às famílias». Diz o BE que é o «maior ataque jamais feito por um Governo ao país na História da democracia». Todas as críticas são justas! Toda a resistência é urgente!
Já muito se escreveu e disse sobre o que este crime significa. Em número de trabalhadores sem trabalho, atirados para o desespero. Em número de trabalhadores com trabalho, empurrados para a pobreza. Em número de doentes sem acesso a cuidados de saúde. Em número de jovens sem futuro. Em micro, pequenos e médios empresários, condenados à falência. Uma economia moribunda. A emigração dos mais aptos.

Gaspar, o demagogo barato e insolente, lerdo lacaio da troika, diz que «Recusar este orçamento é recusar o programa de ajustamento negociado com a troika». Por mim... vou nessa!!!
Estando tudo, ou quase tudo dito e escrito, fica esta imagem de um “governo” de fanáticos que, qual bando de criminosos encurralados, em vez de renderem perante os resultados catastróficos dos seus crimes, resolvem adoptar a estratégia desesperada da “fuga para a frente”, o que, como se sabe, sobretudo envolvendo gangsters em desespero, resulta em verdadeiros “banhos de sangue”.
Não deixarão de ser julgados pela História... embora eu preferisse vê-los julgados já... e por qualquer coisa muito mais imediata e concreta do que apenas a História!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Vítor Gaspar – Palhaço de fancaria


Esta provocação barata dirigia-se aos milhares e milhares de portugueses que se têm manifestado contra as políticas deste governo.
Se quisesse fazer um comentário apenas sarcástico, diria que é muito natural que o ministro pense assim. Ele e todos os membros do seu governo. O facto de acordarem, todos os dias, com o mesmo número de dentes... mostra que o povo é, de facto, bastante paciente.
Só que Gaspar não merece comentários apenas sarcásticos! Para provar que por detrás daquele ar de autómato com cara de santinho se esconde um refinado filho da puta, deixou claro que os seus rasgados “elogios” eram destinados apenas àqueles que se manifestaram no dia 15 de Setembro... já que, como todos sabemos, os que se manifestaram no passado dia 29 de Setembro, são uns malandros!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Oração... (da Guidinha, evidentemente!)


(Por absoluta falta de tempo para mais e porque já recebi a piada por mail umas quinze vezes, aqui fica uma "adaptação"... à minha moda)
Senhor... há poucos anos levaste para junto de ti o meu querido Michael Jackson, o Heath Ledger, que era um dos meus actores preferidos, depois o Angélico, a Amy Winehouse, agora foi a Whitney Houston... mas acredito que tiveste uma razão que eu, apenas uma mortal, não consigo entender, senhor.
Ah... queria ainda aproveitar para lembrar que os meus políticos preferidos são a senhora Merkel, o Sarkozy, o Berlusconi, o Relvas, o Passos Coelho, o Paulo Portas, o Gaspar, o Álvaro, o Alberto João Jardim... ... ...

Amém!