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quarta-feira, 13 de março de 2013

Alberto João Jardim – A invasão do “contenente”...



Como será fácil de compreender, nesta altura do campeonato já pouco me aquecem ou arrefecem as queixinhas, ou as farsas, ou as fintas a manifestantes de Alberto João Jardim, o inimputável paspalho que uma maioria de madeirenses entende ter como governante... mesmo que muitos já comecem a compreender o quanto isso lhes sai e sairá caro.
A notícia é a intenção do senhor Belmiro “Continente” de Azevedo, de avançar para o aumento substancial do número das suas lojas de retalho por toda a ilha da Madeira.
Eis a minha dúvida:
No futuro, de cada vez que Alberto João Jardim bolsar as suas baboseiras contra o contenente, estará, como tem sido costume, a produzir apenas as suas recorrentes provocações indigentes e pretensamente separatistas... ou a reclamar contra as secções de frutas e legumes, talho, ou peixaria das lojas do híper-merceeiro Belmiro?
Veremos!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Alberto João Jardim – Mas que raio... ...


O inenarrável e inaudito Alberto João Jardim, passou do homem que afirmou, nos finais da década de 70 do século passado, «Os militares já não são o que eram. Os militares efeminaram-se», para o estadista digno de altos encómios militares, ministrados em dose altamente concentrada, ou seja, na forma de uma medalha militar da Cruz de S. Jorge.
“Prestígio”, ”pragmatismo”, “patriotismo”, e a melhor de todas para mim, ser um homem de honra e de uma só palavra"… foram algumas das fantásticas qualidades merecedoras de medalha, na opinião do general das não sei quantas.
Sobre a trágica anedota que dirige a Madeira há décadas... nada a acrescentar.
Já sobre o que raio de coisa ruim terá contaminado o vinho que servem ao senhor general... confesso a minha grande, enorme...   vasta curiosidade!

sábado, 15 de setembro de 2012

Conselho de Estado – Acordai! *


O Presidente da República decidiu convocar o Conselho de Estado, essa espécie de “albergue espanhol” que consegue juntar à mesma mesa o seríssimo general Ramalho Eanes e o ridículo Alberto João Jardim, o delinquente que está à frente do Governo e António José Seguro, o “senhor do bolo” Balsemão e Mário Soares... mais uma longa lista que é de se lhe tirar o chapéu.
Um dos Conselheiros de Estado (vá lá... não se riam!), Luís Filipe Menezes, deseja que o Conselho de Estado «seja marcado pelo bom senso e serenidade»... o que não deixando de ser um desejo bonito, é, porventura, excessivamente ambicioso.
Primeiro, porque é uma enorme ousadia juntar na mesma frase as palavras “bom senso e serenidade”, seguidas dos nomes de alguns dos “Conselheiros”.
Segundo, porque dado o facto de Cavaco Silva ter convidado Vítor Gaspar para estar presente e falar... se o Conselho de Estado conseguir manter-se acordado, já será um feito assinalável!
*  Com um grande pedido de desculpas ao Zé Gomes Ferreira, ao Lopes Graça... e a todos os amantes das “heróicas”.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Alberto João Jardim – Um recorrente insulto a Abril


Os bombeiros madeirenses ficaram ofendidos com Jardim, por este ter, sem grande subtileza, insinuado que o facto de estes estarem descontentes com as declarações do governante, quando afirmou haver bombeiros a mais naquela ilha, estava de alguma forma ligado à catástrofe que se abateu sobre aquele território. Ficaram muito justamente ofendidos, diga-se e anunciaram um processo-crime contra Alberto João Jardim.
Esqueceram-se de que aquela triste imitação de governante é inimputável, para além de contar com meios ilimitados para ripostar... meios que nós acabamos sempre por pagar.
Agora é o dirigente dos bombeiros, Fernando Curto, a quem o comunicado do Governo Regional chama, com a insolência habitual «um indivíduo Curto», a ser processado. Por ter afirmado que Alberto João os acusou de serem responsáveis pelos incêndios. Diz Jardim que apenas disse existir uma «coincidência temporal objectiva» entre as suas declarações anteriores e o deflagrar dos incêndios.
Levar-nos-ia longe a análise das “coincidências objectivas” entre as amizades de Jardim ou os cargos importantes na máquina partidária do PPD local e algumas das grandes fortunas que têm vindo a ser acumuladas na Região Autónoma da Madeira, sem explicação plausível.
Esta estória podia ser apenas mais uma situação em que um cidadão, de nome Curto, sofre a prepotência e falta de decoro de um indivíduo “grosso”... mas não é. É sim, o continuado insulto à liberdade, aos princípios de Abril, à mais simples noção de decência. É a repetida e indecente exposição pública, por parte de Jardim, da sua absoluta inadequação para o desempenho de qualquer cargo público!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Madeira – Mais uma vez, a criminosa incúria


Antes de mais, uma palavra de solidariedade para com o povo madeirense, sujeito a mais uma tremenda provação, solidariedade ainda mais reforçada para os casos em que essa provação podia ser evitada, ou minorada, não fosse a reiterada incúria do regime jardinista no que toca às obras e equipamentos que não dão votos ou lucros imediatos.
Em segundo lugar, a profunda admiração pelo esforço, por vezes sobre-humano, dos homens e mulheres que ali (ou seja onde for) combatem as chamas.
Dito isto, é uma pena que não haja nenhum amigo pessoal de Alberto João Jardim, ou um alto quadro do PSD-M, ou um qualquer figurão de uma das poucas famílias que dominam a economia madeirense, metido no negócio dos helicópteros, ou dos aviões “Canadair”, os mais conhecidos e eficazes meios aéreos de combate a incêndios em zonas de difícil acesso.
Fosse esse o caso... e aposto que a Madeira estaria equipada com um dos melhores, mais caros e mais "vistosos" serviços de combate aéreo a incêndios de toda a Europa.
Infelizmente, quase todo o investimento (e endividamento) destina-se a servir os interesses dos operadores turísticos e os bolsos dos grandes empreiteiros locais. Investimentos que, como se vê, são canalizados quase exclusivamente para o luxo do Funchal e o faraónico sistema de túneis, auto-estradas, vias rápidas e similares.
Esta é, desgraçadamente, mais uma ocasião para o povo daquela Região Autónoma perceber que os milionários investimentos que o regime de Jardim vai esturrando na ilha, servem todos os interesses menos os dos eleitores e restante população que não está instalada na gamela do orçamento.
A cada tragédia que se abate sobre a Madeira, isso vai ficando mais claro. Não menos tragicamente, as lições da História vão sendo repetidamente ignoradas.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Alberto João Jardim – Ainda bem...


Ainda bem que o atento e eficaz comandante dos bombeiros de Santana estava por perto... pelo menos, suficientemente perto para ter conseguido evitar que Alberto João Jardim morresse sufocado por um pedaço de comida.
E digo ainda bem por duas razões:
A primeira, porque o desavergonhado soba da Madeira, que já nem quando poderia ter graça consegue ter graça... não merece morrer como vítima, como coitadinho e por um infeliz acidente.
A segunda, porque a notícia me fez lembrar de um ditado popular que, ao contrário de tantos outros que ou são perfeitamente idiotas, ou profundamente reaccionários... apela para a nobreza de espírito:
“Faz o bem, não olhes a quem!”

sexta-feira, 30 de março de 2012

Oração... (da Guidinha, evidentemente!)


(Por absoluta falta de tempo para mais e porque já recebi a piada por mail umas quinze vezes, aqui fica uma "adaptação"... à minha moda)
Senhor... há poucos anos levaste para junto de ti o meu querido Michael Jackson, o Heath Ledger, que era um dos meus actores preferidos, depois o Angélico, a Amy Winehouse, agora foi a Whitney Houston... mas acredito que tiveste uma razão que eu, apenas uma mortal, não consigo entender, senhor.
Ah... queria ainda aproveitar para lembrar que os meus políticos preferidos são a senhora Merkel, o Sarkozy, o Berlusconi, o Relvas, o Passos Coelho, o Paulo Portas, o Gaspar, o Álvaro, o Alberto João Jardim... ... ...

Amém! 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Miguel Sousa Tavares, Cavaco... e o tiro


Aqueles de entre vós que estejam em dia mais pachorrento... ou, pelo contrário, atacados de um forte desejo de autoflagelação, podem ver e ouvir, neste link, o sempre profundo Miguel Sousa Tavares dizendo coisas. Desta vez é em dose familiar. Fala da Madeira, disserta sobre a Justiça, dá uns bitaites sobre o papel dos sindicatos na chamada “concertação social”... não resistindo a tentar enxovalhar a CGTP com as provocações costumeiras...
Não conseguiu prender-me a atenção por aí além... até ter dito, com profundidade (acho que já disse que ele é profundo), que Cavaco Silva «deu um tiro no pé».
Pois... se calhar... mas atendendo às famosas declarações cavacais sobre a “pensão de miséria” e à tão inútil, quanto esfarrapada “explicação” que veio dar dias depois, tudo isto somado ao seu já longo historial de vida coerentemente “anibalesco” e, sobretudo (como muito bem exorta o Sérgio), para a sua vasta e demolidora "obra política"... já que o Miguel Sousa Tavares decidiu falar sobre o tiro no pé, bem podia ter dito em qual dos quatro!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Madeira, 9 de Outubro de 2011


Então, vá... siga a rusga! Embora com menos poncha, com menos foguetes, com fatiotas emprestadas e menos dinheiro para bandas de música e samba.
Infelizmente, também com menos pão, menos futuro, maior dureza... mas isso será apenas para aqueles que sempre pagam a factura. Mesmo alguns que ainda marcham ao som da folia, não entendendo que o dia das eleições, mesmo não sendo o dia mais importante das nossas vidas... não deve ser desperdiçado em palhaçadas. Mesmo quando estas vêm disfarçadas de votos de protesto ou descrença.

sábado, 24 de setembro de 2011

Madeira – A obra (pelo menos alguma...)


A revista “Visão” electrónica teve a amabilidade de me enviar um mail com uma lista de cinco das obras mais maradas do “jardinismo. Lá está o túnel cujo único resultado até hoje foi a destruição de um lençol freático que, desde há cinco anos corre diretamente para o mar, desperdiçando milhões e milhões de litros de água doce. Lá está a marina milionária... sem um único barco, mas já várias vezes reconstruída, etc., etc.
Se tivessem dado mais uns passos, teriam visto o espantoso helioporto – como Jardim lhe chama – onde, segundo consta, nunca se viu nenhum heliocóptero (provavelmente, porque não existem); teriam visto igualmente as grandes e arejadas “zonas industriais”, em que não se vislumbra nenhuma empresa...
A “Visão” falava, à hora a que foi para as rotativas, do buraco de dois mil milhões. Não tinham ainda ouvido Jardim, que aproveitou para chamar à dívida uma “coisinha de nada”, admitir que, entre a escondida e a que tem o rabo de fora, a tal dívida deve ultrapassar os cinco mil milhões de euros. Mais umas horas e poderiam mesmo ter ouvido o novo apelo/provocação à independência da Madeira.
Não tenho grandes comentários a fazer, até porque não sei o que possam ser cinco mil milhões de euros; mas, meus amigos e amigas... aquilo vai muito para lá do “fazer obra”; aquilo é obrar! Em tudo e todos.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O caso Jardim – Finalmente, uma “posição contundente e firme”...


(Alberto João Jardim antes da flama, perdão... na “FLAMA”, mas antes da fama)

Caramba! Valeu a pena esperar pela posição forte, didática e contundente de Sua Excelência o Presidente da República:
Sobre os recentes actos de Alberto João Jardim, ou do seu passado de terrorista/bombista da "FLAMA" e das décadas de despótico e destrambelhado exercício de poder absoluto na Região Autónoma da Madeira, já quase tudo se disse, embora ainda só parte da meada tenha visto a luz do dia. Mesmo assim, esta “poderosa reacção” de Cavaco Silva ao buraco sonegado de quase dois mil milhões de euros (por enquanto) de dívida da Madeira, é digna de nota.
Como se pode ver, segundo o raciocínio (chamemos-lhe assim) do Presidente de uns tantos portugueses, as falcatruas de Jardim… são, digamos, uma “coisa feia”, que nos deixa ficar mal vistos na “cena internacional”. Ou seja:
Feio, não é bater na mulher e nos filhos; feio é o que os vizinhos poderão pensar disso.
Feio, não é roubar; feio é roubar... e deixar-se apanhar.
Com todo o respeito institucional que é devido, e que tal  um pano encharcado…

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Ainda a Madeira – Afinal...


Primeiro, num assomo da arrogância que lhe permite a eterna impunidade, Jardim gritou que sim senhor, tinha sonegado as contas aos socialista, em “legítima defesa”, para mais tarde se vir a entender com o governo do PSD. Ao ver o péssimo efeito do que disse, teve uma brusca recaída na “còragem” (como lhe chama) e deu o dito por não dito, ou melhor... por “manipulado”.
Neste momento, já não sei o que me provoca mais asco. Se o bailinho de Jardim, se o tom repugnantemente falso e demagógico dos argumentos e "exigências" de António José Seguro, o qual, a ser coerente com o que diz, neste momento já devia estar a pedir mandados de captura para Sócrates e quase todos os seus ministros.
Como ainda há poucas horas dizia o deputado comunista António Filipe, independentemente do apuramento total da verdade e de possíveis responsabilidades no caso do buraco, criminoso ou não, no orçamento da Madeira, o destino político a dar a Jardim e aos seus cúmplices, é uma decisão que cabe ao povo e aos eleitores madeirenses que, no dia 9, devem votar livremente os seus representantes na Assembleia Regional. Ora, aí é que está o busílis.
1. Tenho as maiores dúvidas (há muitos anos) quanto ao carácter livre das eleições madeirenses.
2.  Até ao dia do voto, já Jardim terá convencido quase todos os votantes de que o que fez, se o fez, foi para defender a Madeira e os madeirenses do sinistro continente, dos cubanos, dos colonialistas, dos comunistas, da maçonaria, dos ingleses... até da “puta que pariu”, como diria Saramago, que dominava muitíssimo melhor do que eu a língua de Camões.
Entretanto, não vale a pena escandalizarmo-nos com o silêncio do génio Aníbal Cavaco Silva, nem com o facto de ele, afinal, já saber do caso há meses e “moita carrasco”. Silêncio. Népia. Nada.
Quem é que manda estarem constantemente a entupir o homem de bolo-rei?

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Alberto João Jardim – O inimputável


Sobre o verdadeiro esgoto a céu aberto que é o discurso habitual de Alberto João Jardim e a montureira que tem por cérebro... não me ocorre dizer nada. Por uma questão de higiene e por manifesta falta de interesse.
Sobre esta estória da sonegação de informações de gastos de dinheiros públicos, um crime – de resto já confessado – que, muito provavelmente, não terá consequências de maior... (a não ser para os de sempre, que vão pagar para cobrir o "buraco") não há nada que eu possa aqui escrever, que não tenha sido já dito, redito, escrito e analisado. Mesmo assim, fica-me uma dúvida:
Quantos de vocês é que acham que se esta estória escabrosa se passasse no Governo Regional dos Açores, ou, sei lá... na Câmara de Almada, o “Pastel de Belém” já teria interrompido o fim de semana, as férias, o casamento de uma sobrinha... ou mesmo um funeral, para nos aparecer na televisão, de dedo em riste, babando a sua presidencial indignação?
Que diacho de rabo de palha terá o “senhor Silva”, a que Alberto João Jardim possa pegar fogo?
Claro que é possível que eu esteja enganado...