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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Querem ver que ainda faço uma fortuna?!


Todos temos amigos. Todos já tivemos que aturar aos amigos coisas que só uma sólida amizade consegue relevar. Todos temos amigos com gostos que... francamente!... para não ir mais longe.
Este meu amigo, sabendo do meu confessado e público “apreço” pelo executante-mor das políticas da troika e dos jogadores da batota capitalista que dominam Portugal, quis, mais uma vez, exibir o seu gosto mais do que discutível, agravado por um sentido de humor verdadeiramente medonho!
Ameaçando que tem mais em armazém (terrinas, travessas, molheiras, pratos de sobremesa, chávenas, bules, o diabo a sete!) e com diferentes personagens, resolveu oferecer-me este “valioso”...
“Prato da Besta Alegre”
Com selo de garantia e tudo! Se isto continua... ainda me arrisco a fazer uma fortuna!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A Ana...


Quando a “TAP” sofreu as “engenharias” contabilísticas que outras grandes empresas públicas sofreram, sendo separada em retalhos, como se de partes concorrentes se tratasse, quando começaram a inventar nomes e administrações para as novas empresas de gestão de aeroportos, de transporte de bagagens, de aviação comercial, de lojas, lojinhas, casas de banho, parques de estacionamento, saquinhos para vomitar, lencinhos para dizer adeus das janelas, santinhas para os medrosos e mais tudo o que se suspeitasse poder render uns cobres... viu-se no que isto iria dar.
A “ANA” é uma empresa com o monopólio da exploração dos aeroportos, está condenada a dar lucro e é altamente apetecível para qualquer oportunista que queira deitar a mão a um negócio com ganhos garantidos e risco quase nulo.
Fosse a nossa “ANA” uma qualquer outra Ana que trabalhasse numa qualquer esquina da noite... e ainda assim não teria tantos putativos clientes querendo comprá-la.
Lembro-me de outra Ana famosa, a “Ana de Amsterdam, cantada pelo Chico Buarque. Descrevendo a sucessão de experiências de vida que já tinha sofrido, destacou (muito provavelmente por ser uma das mais nojentas) a memória de ter sido «beijada por Gaspar».
Também a nossa “ANA” está a viver esta espécie de maldição pegajosa e execrável.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Governo Passos/Portas – Hienas...



Para este governo de hienas, o pagamento de um vencimento mensal não é a devida retribuição do trabalho, mas sim uma despesa. Uma prestação social, como um subsídio de desemprego, apoio na doença, na educação, não é a devida retribuição pelos impostos, contribuições e taxas que copiosa e pesadamente pagamos... mas sim uma despesa.
A cabeça dos canalhas e ultraliberais em geral, funciona assim!
Daí que seja natural ver atirar o barro à parede com “propostas” de redução drástica do subsídio de desemprego, capazes de fazer corar e gaguejar até alguns apoiantes do governo. Logo seguidas da recorrente farsa do "recuo", farsa ainda mais rasca, quando é anunciado, no mesmo momento, um corte equivalente, sem que se diga onde.
Manda a demagogia balofa e populista (mas nem por isso menos criminosa!) deste governo que, para tentar fazer os portugueses engolir este “xarope” nojento, se tente fazer crer que a esmagadora maioria da “despesa” pública é destinada aos vencimentos da “função pública” e “apoios sociais”.
Assim amalgamada a informação, os cidadãos não repararão que aquilo que eles declaram despesa com a “função pública” é toda a “despesa” com os vencimentos dos funcionários, sim... mas que aqui estão incluídos os trabalhadores que estamos habituados a identificar como Funcionários Públicos, mais os professores do ensino público, os médicos dos SNS, os polícias, os militares, juízes, funcionários judiciais, deputados, etc., etc., etc., a que se junta toda a “despesa” para fazer funcionar esses sectores, desde a pequena escola básica ou do centro de saúde mais remoto, ao moderno "campus" da Justiça no Parque das Nações.
Assim amalgamada a informação, os cidadãos não repararão que aquilo que eles declaram despesa com os “apoios sociais”, não são esmolas do Estado, mas sim o pagamento devido aos reformados e pensionistas que trabalharam e pagaram impostos toda uma vida e àqueles que, fruto das miseráveis políticas destes governos, ou da má gestão do patronato parasita, caem no flagelo do desemprego, tendo direito a um subsídio de desemprego digno.
Claro que há dificuldades! Todas as contas e previsões do executivo estão erradas! A austeridade cega deste governo, com o brutal corte de poder de compra provocado pelas desumanas subidas nos impostos, a contracção do consumo, as falências de milhares de pequenas empresas e mais, cada vez mais desemprego, reduzem drasticamente as receitas que o Governo “esperava” ver entrar nos cofres das Finanças.
Claro que, para este governo, a culpa da redução na receita fiscal esperada não é das falências, nem do desemprego crescente, nem do empobrecimento. A culpa é dos portugueses, que “não estão dispostos” a pagar impostos... a fazer fá nesta frase lapidar (pena que não seja!) do ministro das Finanças, Vítor Gaspar:
De facto, Portugal está confrontado com sérias dificuldades. Estou convencido de que uma das maiores... é ter como ministro das Finanças um fanático sem um pingo de vergonha na cara!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Vitor Gaspar – Um substantivo que dispensa adjetivações de qualquer espécie! *


Este é um post sobre “Justiça Fiscal”, como a imagem muito bem ilustra e o texto, espero, não desmentirá.
O aldrabão compulsivo lacónico e lerdo que, por estes tristes e lamentáveis dias, faz de ministro de Estado e das Finanças, veio dizer que o governo procura «com afinco» alternativas ao aumento de impostos. Apenas algumas considerações:
1. Devia ter procurado antes.
2. Devia procurar ainda com mais afinco alguma vergonha para ter na cara.
3. Devia procurar com não menos afinco outro emprego, de preferência... longe.
Como esta procura “com afinco” se destinaria a encontrar maneiras que permitissem um menor aumento nos impostos, houve quem lhe perguntasse - e bem! - se mesmo depois dessa afincada procura, o aumento dos impostos continuaria a ser “enorme”... ao que o palhaço em câmara lenta respondeu não querer entrar num «concurso de adjetivos».
Também não quero! Razão pela qual terminarei este texto neste preciso momento, sem recorrer a mais um adjetivo que seja... pois caso contrário, teríamos aqui assunto para umas horas de belas, justas e criativas adjetivações.
(“belas, justas e criativas”, embora sendo adjetivos... já não contam)
*  Obrigado Gabriel Alves!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Vítor Gaspar – Uma questão de carácter


Segundo se diz, Vítor Gaspar era, aos trinta anos, uma estrela em ascensão (pena que tenha voltado à Terra!!!) e aos dezassete anos de idade já lera Marx. Se atendermos à vastidão e, sobretudo, à densidade da obra de Karl Marx, esse feito do “Gasparzinho” adolescente coloca-o ao nível dos quase génios. Praticamente ao nível de fenómenos como o de um garrafão de plástico que tenho aqui em casa e que, pasmem!, consegue “dizer” Água do Luso!!!
Agora, no estrangeiro e perante um dos seus patrões e ministro das finanças da Alemanha, Gaspar decidiu “dar graxa ao cágado” dizendo que as manifestações do passado dia 15 de Setembro que juntaram o número brutal de quase um milhão de vozes de protesto, «não foram de ruptura, foram de força de carácter».
Quase que acertou, o senhor ministro! Enganou-se na questão da ruptura, que é já uma evidência, acertou quanto ao carácter. Grande força de carácter dos portugueses... num “colossal” contraste com a total falta de carácter daqueles que (ainda) governam, ou melhor, desgovernam, roubam, destroem, desmoralizam, desrespeitam os portugueses todos os dias.
Para que não se diga que não faço mais nada do que dar caneladas ao homem... aqui fica um pista para melhor entender a sua forma de falar que, no limite, poderia ser confundida com uma qualquer estirpe de deficiência.
Adaptando uma piada que li algures (e lamentando não poder fazer justiça ao autor) direi que não!, que o senhor Vítor Gaspar não fala sempre assim, tão devagar... ele está é a fazer tradução simultânea do que lhe vai dizendo a Angela Merkel.

sábado, 15 de setembro de 2012

Conselho de Estado – Acordai! *


O Presidente da República decidiu convocar o Conselho de Estado, essa espécie de “albergue espanhol” que consegue juntar à mesma mesa o seríssimo general Ramalho Eanes e o ridículo Alberto João Jardim, o delinquente que está à frente do Governo e António José Seguro, o “senhor do bolo” Balsemão e Mário Soares... mais uma longa lista que é de se lhe tirar o chapéu.
Um dos Conselheiros de Estado (vá lá... não se riam!), Luís Filipe Menezes, deseja que o Conselho de Estado «seja marcado pelo bom senso e serenidade»... o que não deixando de ser um desejo bonito, é, porventura, excessivamente ambicioso.
Primeiro, porque é uma enorme ousadia juntar na mesma frase as palavras “bom senso e serenidade”, seguidas dos nomes de alguns dos “Conselheiros”.
Segundo, porque dado o facto de Cavaco Silva ter convidado Vítor Gaspar para estar presente e falar... se o Conselho de Estado conseguir manter-se acordado, já será um feito assinalável!
*  Com um grande pedido de desculpas ao Zé Gomes Ferreira, ao Lopes Graça... e a todos os amantes das “heróicas”.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A imagem escarrada *


Embora quase todas as medidas criminosas impostas pelo governo do PSD-CDS ao país sejam a imagem escarrada dos ideais fanáticos da troika, sendo que aqui, provavelmente pela primeira vez, “imagem escarrada” seja mesmo a classificação mais adequada... mesmo assim, há quem por aquelas bandas, tal como por cá, não queira ficar agrafado a algumas delas. Lá como cá, resta saber se estas “demarcações” são fruto de convicção ou de oportunismo.
É o caso deste indivíduo, chefe da missão do FMI, que, sabendo ser óbvia a inutilidade dos aumentos de TSU para os trabalhadores e diminuição para os empresários, para fins de equilíbrio orçamental, ou aumento de competitividade e sendo claro que se trata de um bónus para os grandes empresários à custa de um roubo descarado feito aos trabalhadores, fez questão de se demarcar da medida. Para evitar chamá-la pelo seu nome, decidiu classificá-la de “criativa”. Curiosamente, o mesmo termo que se emprega para classificar as contabilidades marteladas e fraudulentas.
Já por parte das Nações unidas, não houve hesitação manifestar oposição a estas medidas do governo português e em classificá-las mesmo como «a coisa mais estúpida».
Fico a pensar quanto faltará para começarmos a ouvir discursos contra a ONU, como faziam Salazar e os seus ministros, mas agora na boca de Passos, Gaspar, Relvas... e outros que começam, pelo menos em alguns aspectos, a ser a “imagem escarrada” desses seus tristemente famosos antepassados.
          Adenda importante: Antes que se estabeleça a confusão, devo esclarecer que a fotomontagem, encontrada na net, serve apenas para ilustrar (embora com algum acinte) a brincadeira feita à volta da frase "imagem escarrada" e que, pessoalmente, não acho nada que Passos Coelho seja parecido com Salazar... principalmente, por três motivos:
          1. Falta-lhe o "talento".
          2. Falta-lhe a oportunidade.
          3. Falta-lhe (ainda) a polícia política.
* “Imagem escarrada” é uma algo disparatada corruptela (ao que se diz...) de uma frase antiga, “imagem em carrara, que queria dizer que a cara de alguém, ou alguma coisa, era tão parecida com outra, quanto eram parecidas com os seus “modelos” as imagens e caras feitas em mármore de carrara, o material usado pelos grandes escultores como Michelangelo e seus pares.


Austeridade – Tenho, pelo menos... uma certeza!


Passos fez um discurso onde perpetrou um dos mais cobardes ataques a quem trabalha e quem já trabalhou e se aposentou. Foi um discurso incompetente, confuso, mentiroso, incompleto, arrogante, cometido à pressa e antes de um jogo da Selecção de futebol. A seguir foi divertir-se e rir muito para “a naite” lisboeta.
Horas depois, o soporífero Gaspar fez uma comunicação, acrescentando mais alguns crimes à lista daqueles que Passos já tinha anunciado. Não sei para onde foi a seguir.
Apenas mais algumas horas depois, no rescaldo do "agrado geral" (mesmo dentro da coligação) em relação às declarações anteriores... e mais uma vez, Gaspar já anuncia novas medidas que ainda por aí vêm para este ano.
Continuo a não saber para onde irá depois de as anunciar... mas sei muito bem para onde gostaria de os mandar a todos!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Gaspar – Uma nota de esperança



Há dois “gaspares”. Há o “Casper the friendly ghost”, que me habituei a ver nas bandas desenhadas brasileiras da minha “infantojuvenilidade” baptizado de “Gasparzinho o FantasminhaCamarada”... e este Gaspar, vedeta dos piores momentos de televisão dos últimos tempos.
O primeiro, artista de banda desenhada e filmes de animação para crianças e jovens. O segundo, canastrão num filme pornográfico de terror, para adultos.
O primeiro, apelando à fantasia. O segundo, fazendo uso da mentira mais descarada.
O primeiro, tornando-nos mais ricos em sonhos. O segundo, roubando-nos o presente e muito do futuro.
O primeiro, vindo do mundo imaginário dos fantasmas amigos. O segundo, saído, saído de um pesadelo de zombies assassinos.
E depois admiram-se... por muita gente preferir a banda desenhada em vez da vida real!

Uma nota de "esperança":
O primeiro é imortal...
O segundo, não!!!



quarta-feira, 27 de junho de 2012

Vítor Gaspar – Ainda se riem dele?!


Foi de muito pouca duração o tempo em que encontrei motivos para piadas no ar meio “zombie”, entaramelado e levemente esgazeado do ministro das Finanças, Vítor Gaspar.
Na verdade, por detrás daquela maneira de se expressar que parece um interminável anúncio publicitário às maravilhas da lobotomia, esconde-se um cérebro frio, um executor sem “estados de alma”, um lacaio consciente daquilo que tem que fazer para servir os seus donos. Aqueles que mandam no mundo, sobre o mar de suor e dificuldades dos milhões de seres humanos que exploram.
Ainda há umas horas o vimos, descarado e insolente, virar-se para aqueles que vêm, desde sempre, avisando para aquilo que agora o “surpreendeu”, ou seja, o resultado prático de uma política de ruína para o país... e chamar-lhes «irresponsáveis», por "censurarem" o seu desempenho desastroso. E enquanto o fazia, um pesado ar de ódio rompia a máscara de pateta com que pensa continuar a enganar uns tantos.
Não! Decididamente esta não é mais uma figura risível da nossa política! Enquanto Passos Coelho, o “manequim” acéfalo, office boy menor dos grandes grupos económicos, vai papagueando a sua “não intensão de adoptar mais medidas de austeridade”, já Gaspar anda semeando as suas frases propositadamente ensonadas, abrindo buracos entre as “promessas” do primeiro ministro, buracos por onde passarão, muito brevemente, as tais novas mediadas de austeridade. Mais uma vez, contra os mesmos.
Não! Decididamente, este ministro não é o palhaço que parece!
Este ministro é mais um que não tem perdão... pois sabe muito bem o que faz.
Este ministro é um canalha!

sábado, 2 de junho de 2012

Vítor Gaspar – O adivinho


Apesar de ser um dos responsáveis executantes da política que, contra o prometido, está aumentar a dívida externa em vez de a diminuir (como bem lembra o Sérgio Ribeiro)... o ministro Gaspar descobriu a pólvora:
Direi até que se a dívida continuar a aumentar, a sua “redução” será mesmo uma tarefa para mais dos sete mil e cinquenta e oito anos daqueles pobres espanhóis...
Para aqueles que ainda estão de luto pelo “Paul”, o falecido polvo vidente do Mundial de Futebol, esta é uma boa notícia. Podem começar a aliviar o luto. A dívida não diminui... mas temos um novo “vidente” no activo!