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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

As televisões portuguesas... que se estão nas tintas para os portugueses


Todas as televisões, RTP incluída, acham importante que saibamos da mais recente tatuagem junto à “passarinha” da famosa artista “pop”.
Todas acham importante que saibamos de todas as vezes que o “nosso” craque de futebol tem um dói dói.
Todas acham importante que os seus “jornalistas” se plantem à porta de Belém, ou dos ministérios, papagueando as mesmíssimas palavras que o pivot acabou de dizer em estúdio, para acrescentarem, apenas, a momentosa informação em “directo” que dá conta do facto de ninguém ter entrado, ou saído... ou, no caso de terem entrado, ou saído... não terem prestado quaisquer declarações.
Todas as televisões acham importante abrir telejornais com o desastre de viação, na cochinchina, entre um autocarro de transporte de galinhas e uma carrinha carregada de repolhos.
Todos as televisões acham importante correr para a “europa”, dia sim dia não, para seguir cada espirro e relatar cada flatulência de Merkel ou do seu ministro das finanças.
Todas as televisões têm pessoal e meios para ir para Londres reportar em directo cada passo do “casamento real”, ou do nascimento do primeiro bebé real... ficando apenas a dúvida de como raio é que deixaram escapar a oportunidade de cobrir, passe a expressão, a primeira “queca real”.
Nenhuma televisão acha importante seguir, de forma competente e democrática, um acontecimento como as Eleições Autárquicas, que terão consequências na vida de milhões de eleitores e milhares de candidatos, centenas de cidades e vilas, milhares de freguesias!
Por muito que este “amuo” antidemocrático das televisões pudesse encaixar-se apenas na minha já habitual classificação de “jornalismo de merda”, acho que, desta vez posso e devo acrescentar:

Capitalismo de merda!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Taça de Portugal - Ó pá... passa aí a jarra!




Quem me conhecer realmente, ou tiver lido os textos certos neste “estabelecimento”, deve já ter chegado à conclusão que os resultados dos jogos de futebol, de quaisquer jogos de futebol, mesmo os que envolvem a “nossa” selecção... me são iguais ao litro.
Para ser honesto, há situações em que “torço” um poucochinho e, caso o resultado vá no sentido para que eu “torço”, não posso evitar um sorriso, nem que seja só com os meus botões. É quando uma equipa pequena, de preferência se for uma das chamadas “tomba gigantes”, vinda da segunda ou terceira divisões, ganha à equipa “grande” e favorita. Mesmo não sendo exactamente esse o estatuto da equipa de Guimarães...
Seja como for, este texto não é sobre futebol. Quer ser um texto “político”... passe a pretensão.
Explicando... por mais que tenha achado piada à ideia dos cartões vermelhos, mais um dos actos simbólicos do movimento “Que se lixe a troika”, a imagem que me prendeu a atenção, quando, acidentalmente, vi num telejornalo o momento em que a Taça de Portugal era entregue aos jogadores do Vitória, foi o verdadeiramente “olímpico” desprezo que os atletas dedicaram a Cavaco Silva.
Na verdade, uns (talvez a maior parte), por serem estrangeiros, nem fazem ideia de quem seja a figura. Outros, educados e formados por anos de divórcio dos cidadãos com a democracia e as suas instituições, não valorizaram minimamente o facto de receberem o troféu das mãos do Presidente da República. O jogador que, pessoalmente, recebeu a taça entregue por Cavaco, sacou-lhe aquilo das mãos, nem o cumprimentou, nem sequer para ele olhou... e foi à sua vida.
Pelo significado que encerra, foi, no meio da festa, um momento triste... por mais que eu deteste (e como detesto!) Aníbal Cavaco Silva.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O arco



Embora este texto vá para o ar apenas às 00:01 do dia 23 de Maio do ano da (des)graça de 2013, estou a escrevê-lo umas horas antes, entre as 21 e as 21:30 do dia 22. Feita esta precisão, estava sentado ao computador, decidido a escrever sobre outra coisa (que ficará para mais logo), não podendo evitar a intrusão do áudio de uma entrevista televisiva, na RTP1, ao - chamemos-lhe assim – ministro da – chamemos-lhe assim – economia.
Entre as suas costumeiras baboseiras sobre investimento, crescimento, apoio às pequenas e médias empresas... e demais vacuidades que, horas depois, o ministro das finanças, ou o primeiro-ministro se encarregam de ignorar, quando não mesmo desmentir taxativamente (e “taxativamente” tem aqui um significado bastante literal) Álvaro Santos Pereira falou, mais do que uma vez, nos “partidos do arco governativo”.
Sempre que alguém, político ou comentador (quase sempre de direita) debita esta frase-feita, não imagina a brotoeja que me assalta!
Talvez não exista no léxico jornalístico-político um conceito mais reaccionário, anti-democrático e política e socialmente mais arrogante do que este!
Sempre que alguém deita esta atoarda pela boca fora, está a referir-se exclusivamente ao PS, ao PSD e ao CDS. Alegre e arrogantemente, deixa de fora de qualquer solução governativa os portugueses que são representados pelos partidos que, à esquerda, representam (segundo as últimas sondagens) mais de vinte por cento dos eleitores. É obra!
Que esta estirpe de “democracia” formal (ou em formol) deixa muito a desejar, já se sabia. Que isto seja dito na televisão por um ministro que, segundos antes, estava a afirmar que o seu governo quer dialogar com todos os partidos políticos, é, para além de tudo o mais... patético!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Sócrates e a cultura... democrática


Não assisti em direto ao “número” televisivo do “novo” José Sócrates. Entretanto, já ouvi algumas das coisas que disse. Parto do princípio que terá dito muitas mais de cujo conteúdo, em “legítima defesa”, farei por não tomar conhecimento. Das que não consegui evitar... ressalta esta pérola:
Pobre Passos Coelho!!! Como é que pode ter nem que seja um grama de cultura democrática, se José Sócrates açambarcou toda a que havia disponível para o cargo?!
Ou não estamos lembrados dos bastos exemplos de cultura democrática com que este espantoso personagem nos brindou enquanto esteve no governo?

quinta-feira, 21 de março de 2013

Limitação de mandatos nas autarquias – Começou o “circo”?!...



Esta lei de limitação de mandatos nas autarquias nunca deveria ter visto a luz do dia! Claro que esta é apenas uma opinião... embora saiba que não estou sozinho.
O que deveria existir, sim, era a vontade política de fazer um rigoroso “controlo da qualidade” dos mandatos dos autarcas, em termos de promessas cumpridas, ou cumpríveis dentro da legalidade, em termos de honestidade e trabalho feito.
O que deveria existir, sim, era a possibilidade e vontade de promover uma muito maior participação democrática das populações nos destinos das suas autarquias, criando, ao mesmo tempo, meios expeditos de apear todos aqueles que, tendo concorrido e ganho as eleições com um programa político, se desviassem desse programa por razões não justificáveis.
Nesses casos, os “independentes” deveriam poder ver os seus mandatos retirados pelo voto popular dos cidadãos e movimentos que os elegeram e sim, sem dúvida alguma, os partidos políticos que retirassem a confiança política a um seu presidente de câmara, por considerarem terem sido traídos os princípios do partido, assim como o programa eleitoral sufragado,deveriam ter a possibilidade “reaver” o lugar, entregando-o a outro membro da vereação, ou, no limite, recorrendo a novas eleições.
Não, não acho que os lugares de pessoas eleitas em listas de partidos políticos, passadas as eleições, devam passar a “pertencer” a essas pessoas e não ao partido que deu a cara pelo programa e arrostou com todas as tarefas que levaram até à eleição, como hoje acontece. Nem em autarquias, nem no Parlamento.
Não, não acho que um partido – qualquer partido – deva estar condenado a arrostar com a vergonha pública de ter que responder politicamente por aquilo em que, por vezes, se tornam aqueles que um dia apoiou. Seja a pura traição política, seja o oportunismo, populismo e clientelismo, seja a encapotada corrupção, seja o que for.
Assim, assistimos ao espectáculo desmoralizador de ver um deputado ou presidente de Câmara que, perdendo o apoio, quando não mesmo sendo expulso do seu partido, mesmo assim fica agarrado ao lugar como sua propriedade particular.
Assim, vamos continuar a assistir a cenas como esta, em que a democracia e os direitos políticos de um cidadão ficam reféns de um “da” ou de um “de”... ou da disposição momentânea de um qualquer juiz e da sua pessoal interpretação de uma lei que, já que existe (e, repito, não deveria existir!)... deveria, pelo menos, ser clara. Uma lei que trata com pretensa igualdade aquilo que não é igual. Um político que serve, não pode ser tratado como o outro que se serve!
Com este caso de Seara (cidadão que só conheço de vista), temo que tenha sido dado o tiro de partida para a fase “circence” das autárquicas 2013!
Sei que esta minha espécie de “proposta de revisão da lei eleitoral” vai ao arrepio de um famoso manifesto que anda para aí e que defende, grosso modo e em vários pontos, o contrário(*) do que eu aqui, por alto, defendi quanto ao papel e importância dos partidos na vida política do país... mas paciência!
Confesso que antevejo um tempo assaz estranho, a avançar todo aquele projecto defendido pelo tal manifesto. Um tempo em que, apesar da propaganda a favor das liberdades individuais e da democratização, os caciques serão como cogumelos, os “tinos de rans multiplicar-se-ão por cem, os candidatos tiririca aparecerão a cada esquina... e debaixo de cada pedra nascerá um manuel coelho” pronto a ocupar o lugar que deveria ser ocupado por um verdadeiro deputado.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Moções de censura


As moções de censura do BE e do PCP foram derrotadas no Parlamento. Sê-lo-iam sempre, mesmo que o Partido Socialista tivesse votado a favor de qualquer uma delas, ou mesmo das duas. Este governo, detentor de uma maioria parlamentar, não será derrotado pela matemática, a menos que os seus próprios deputados comecem a fugir em debandada.
Tivessem os membros do governo algum resquício de vergonha na cara... e nem seriam necessárias quaisquer moções de censura para abandonarem os lugares que ocuparam à força de gigantescas e comprovadas mentiras eleitorais, ainda mais, perante os resultados miseráveis da sua governação.
Assim, há que continuar a desgastar e agitar tudo o que ainda possa servir de base de apoio a este governo de criminosos, para que este caia não pelos votos no Parlamento, mas como tudo aquilo que apodrece e não pode deixar de cair.
Ainda assim, numa sessão (quase) sem surpresas, não deixa de ser surpreendente que ainda haja quem se socorra do argumento da “utilidade” das moções, como se discutir políticas e o futuro de um país se pudesse comparar ao uso de cabides, alfinetes de ama, ou desentupidores de canos... esses sim, “utilitários”.
Não deixa de ser igualmente surpreendente a capacidade que certos “socialistas” têm, de achar que toda e qualquer moção de censura que saia da bancada do PCP... é sempre contra o PS.
Há-de existir uma boa explicação para o fenómeno... mas que eu desconheço. Não sou psicanalista!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Novas regras para a eleições autárquicas – Por que raio insistirão?!


Os argumentos, chamemos-lhes assim, recorrentemente apresentados pela direita (e algum PS) para defender a ideia de executivos camarários de uma só cor partidária, têm sido repetidamente desmontados. Ainda assim... eles insistem.
A realidade, essa grande chata, tem-se encarregado de demonstrar que a esmagadora maioria das autarquias tem maiorias de um só partido e que o facto de existir um pequeno punhado de executivos sem essa maioria não resulta em bloqueios e muito menos na queda desses executivos. Mais, a participação na vida diária de uma Câmara Municipal, de vereadores da oposição, com ou sem pelouros atribuídos, só em casos muito raros não é um contributo positivo para a democracia local e para a fiscalização dos actos do executivo camarário, como bem se escreve aqui.
Ainda assim eles insistem...
Se juntarmos e esta ideia peregrina de dar todos os lugares da vereação ao partido que ganha as eleições (nem que seja por meia dúzia de votos), ao “desmando” que seria o facto de o novo presidente da Câmara, poder escolher a gosto pessoal os “seus” vereadores, podemos facilmente antever o clima de compadrio e caciquismo que daí adviria.
Ainda assim eles insistem...
Rematando com a intenção deste Governo de liquidar e varrer do mapa muitas centenas de Juntas de Freguesia e alguns Municípios, fica clara a machadada no poder autárquico saído da Revolução de Abril, que o afastamento de milhares de cidadãos das sua autarquias e da vida democrática activa constituiria.
Ainda assim eles insistem... demonstrando que, não aprendendo nada com a História, preferem apostar num poder autárquico viveiro de clientelas e “boys”, mesmo que esse clima político seja tão propício a transformar-se num viveiro de IsaltinosFátimas Felgueiras, Pimentas Machados, populismo, desmandos, fortunas por explicar...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Censura... ou os pezinhos de lã do fascismo


- Então senhor ministro... está melhorzinho dessa aborrecida inflamação na virilha...
- Qual quê?! Está cada vez pior! O que me tem salvo é que esta minha nova assessora é uma santa... e não se importa de me pôr o creme, de seis em seis horas...
- ... ...

Isto – a ter acontecido - seria um exemplo de conversa privada, fora dos trabalhos oficiais, entre o nosso ministro da Finanças e o senhor alemão.
Aquilo que aconteceu e que todos vimos e ouvimos, onde o Gasparzinho falava das vidas de milhões de portugueses e das suas enormes, ou ainda mais enormes dificuldades presentes e futuras, está longe de se poder classificar como conversa privada.
Agora é o momento de eu revelar que a minha simpatia pela TVI é exactamente a mesma que a TVI tem por mim... ou seja, ZERO!
Posto isto, mesmo que tenha passado um pouco ao lado das notícias, a verdade é que sem qualquer processo, julgamento ou condenação (de que se tenha sabido) uns senhores “lá da Europa”, que ninguém elegeu, puseram de castigo o jornalista da TVI que divulgou o vídeo da converseta dos ministros. Fica impedido de entrar nas salas onde os senhores têm as suas conversas, durante um tempo determinado apenas pela veneta dos senhores. Em plena "experimentação" do fascismo económico (para já) em vários dos países da "união"... é assim como que uma espécie de aviso a todos os outros jornalistas: Portem-se com juizinho!
Como não me ocorre nenhuma outra imagem para este tipo de “democracia e liberdade de informação”... fico a imaginar botas cardadas, cuidadosamente embrulhadas em botinhas de lá... aproximando-se pé ante pé...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A arte do "pastoreio"


Diz-me um estudo agora divulgado que a satisfação com a democracia atinge mínimos históricos.
Isto vem mostrar que o grande capital, para além de enriquecer pornograficamente com a exploração das ovelhas, sugando-lhes o leite, tosquiando-lhes a lã, retalhando-lhes a carne, triturando-lhes os ossos... também garantiu uma forma de ter o rebanho exatamente onde quer.
Para isso, conta com o implacável pastoreio de governantes feitos à medida, analistas, comentadores, politólogos, jornais, televisões. Todos empenhados em fazer crer que aquilo por que estamos a passar não é capitalismo selvagem, não é exploração, não é roubo, não é crime... mas sim democracia.
Há que juntar ainda o precioso contributo de alguns dos chamados movimentos cívicos que, em muitos casos, muito mais do que atacar os exploradores, têm como maior bandeira o ódio aos partidos políticos, como se todos fossem iguais.
Está assim criado o caldo em que o rebanho, em vez de culpar pela sua situação quem o explora, em vez de reagir às feridas infligidas pelos cães... culpa a democracia.
O despertar poderá tardar... mas será violento!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Quanto custa um voto?




Para quem não tenha tido a oportunidade de passar os olhos pelo jornal “Económico”, aqui fica o link para uma pequena mas interessante notícia (a estarem certo os números), sobre a relação entre o dinheiro gasto por cada um dos partidos nesta última campanha eleitoral e os votos obtidos... o que revelaria o “preço” de cada voto.
Será apenas mais um fait-divers; provavelmente, o facto de a CDU ter a melhor relação despesa/número de votos, não tem importância; poderá haver explicações diferenciadas para cada caso... mas, até por isso, acaba por ser mais um contributo para desmontar o ignorante (e cansativo) mito do «eles são todos iguais».

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Realidades virtuais, acidentes... ou democracia viciada?


A notícia é curta e aparentemente pouco importante. Um jornal espanhol, simpatizante do Real Madrid, para reforçar a ideia de um fora de jogo de um jogador do Barcelona, apagou de uma fotografia o jogador adversário (Atlético de Bilbau) que poderia pôr em causa a “evidência” do tal fora de jogo. Como foram denunciados pela realidade... pediram “desculpa” aos leitores pelo “erro gráfico” ocorrido na edição de imagem... como se partes específicas de uma fotografia pudessem “apagar-se” por si!
Acontece que também eu sei brincar com o famoso programa de tratamento e manipulação de imagens, o Photoshop. Assim, passarei a fazer o relato dos vários “erros gráficos” que ocorreram com uma fotografia de um momento de um jogo entre Benfica e Porto, enquanto eu estava entretido a mexer no tal Photoshop.
Foto 1: Nesta imagem, que juro ser a original, estão um jogador do Porto e um do Benfica. Se considerarmos que para cá (para baixo) da linha branca é a grande área do Benfica (e não há, fora da nossa vista, nenhum jogador do Benfica entre o guarda-redes e estes dois), a interpretação da jogada é a seguinte: o jogador do Benfica olha para cima e tenta interceptar a bola com a cabeça; se o conseguir, é um bom corte; se não conseguir, a bola fica ao alcance do jogador do Porto que está em linha com ele... e será uma jogada muito perigosa a favor do Porto.
Foto 2: O jogador do Benfica olha para cima e tenta interceptar a bola com a cabeça; se o conseguir é um bom corte; se não conseguir... também não faz mal nenhum, porque o jogador do Porto está completamente fora de jogo.
Foto 3: O jogador do Benfica já não está a olhar para cima... e corta a bola, ostensivamente, com a mão. Penalty contra o Benfica!!!
Foto 4: O relvado está, finalmente, a ser utilizado corretamente!
Sendo assim, a menos que eu tenha criado uma súbita paixão por futebol, para que serve esta minha exibição gratuita de habilidade (mesmo que moderada e rudimentar!) para manipular repetidamente a mesma fotografia?
Serve para percebermos que tipo de gente está ao comando dos grandes meios de comunicação social. O tipo de gente que todos os dias manipula fotografias de futebol... mas também opiniões, análises políticas, notícias, sondagens eleitorais. Gente que faz “desaparecer acidentalmente” das suas páginas e telejornais as verdades inconvenientes, as lutas dos trabalhadores, a cultura incómoda. Gente que trata a realidade e a verdade, como eu acabei de tratar a pobre fotografia nº1.