terça-feira, 26 de outubro de 2010

Orçamento “Fatal” versus Testamento Vital




Enquanto cresce de intensidade o massacre sobre os nossos neurónios e a obscena campanha de terror sobre a inevitabilidade das medidas deste Orçamento e, sobretudo, sobre “tragédia” que acarretaria a sua não aprovação, vejo que o tema do “Prós & Contras” é o Testamento Vital... uma espécie de eutanásia.
Não sei se esta “coincidência” que dizer que isto anda tudo ligado, mas mesmo não dominando o assunto da eutanásia ou do testamento vital, do mesmo modo que não estou qualificado para debater com profundidade o OE, ainda assim, devo dizer que estou convencido de que ainda há muito que pode ser feito, ainda há muito que pode ser dito, antes sequer de pensarmos em deixarmo-nos ligar às máquinas... quanto mais mandá-las desligar!...
Há vida para lá do Orçamento. A questão é lutar para que ela seja melhor!

7 comentários:

LAM disse...

Essa de debater agora e nestes dias o "testamento vital" é obra desenganada, serviço público até dizer chega. É que com o caminho que isto leva a grande preocupação começa a ser a quem deixar as miudezas.
A RTP, serviço público de televisão, no seu melhor.

Maria disse...

Pois é! Isso mesmo.
Ainda o OE não foi aprovado (porque vai ser) e já estou farta dele.
Mas eles terão a resposta!

Abreijo.

Graciete Rietsch disse...

Testamento vital? Acho óptimo. Mas depois da aprovação do Orçamento vamos ter muito que lutar pela vida e não pela morte.

Um beijo.

Justine disse...

Testamento vital??? Quando li isto até pensei que estivesses a falar de uma pessoa...:))
Balhamedeus, como diz a "prima" do norte!

Antuã disse...

Quando vi testamento Vital pensava que íamos saber quem é que ficava com a diarreia.

Membro do Povo disse...

Toda esta questão em torno do OE é precisamente a mesma que girou nas ultimas legislativas: o anuncio de um Apocalipse Político caso não aconteça algo, neste caso a inevitabilidade do OE; há uns meses atrás a possibilidade de um governo sem a maioria absoluta era anunciada como a ruína de Portugal, caso acontece-se teria de haver uma coligação parlamentar para garantir os 51% no hemiciclo ou isso ou nem haveria palavras para descrever a desgraça do país.

Fernando Samuel disse...

É esse o único caminho.

Um abraço.