Mais uma vez, o estropício Pedro passos Coelho repete a “graça”. Já o tinha dito sobre o desemprego, agora volta a dizê-lo sobre os despedimentos, perdão... as rescisões de contrato na Função Pública: «São uma oportunidade!»
Pressionados pela constante ameaça de mais cortes nos vencimentos, de menos direitos, de menos esperança e antes que sejam despedidos à força, com “direito” a uma indemnização miserável, alguns trabalhadores optam pela rescisão de contratos por “mútuo acordo”... com a falsa sensação de que realmente negociaram ou ganharam alguma coisa.
Passos Coelho, tal como da primeira vez, quando se referiu ao desemprego como uma “oportunidade”, parece não ter noção do carácter profundamente nojento desta ideia porca que habita a cabeça dos (pretensos) ultra-liberais. Não tem noção, pelo menos por três razões... ficando apenas por saber qual a percentagem que cada uma dessas razões representa na “fórmula” do raciocínio do primeiro-ministro.
1. “Não tem noção”... por profunda e espessa estupidez.
2. “Não tem noção”... por não ter qualquer espécie de eco do efeito que as suas asquerosas ideias e declarações têm no país real.
3. “Não tem noção”... por não passar de um vulgar canalha salazarento e de um reles provocador.












