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terça-feira, 19 de março de 2013

Passos Coelho – Demita-se! Já!!! Olhe que é uma “oportunidade”...


Mais uma vez, o estropício Pedro passos Coelho repete a “graça”. Já o tinha dito sobre o desemprego, agora volta a dizê-lo sobre os despedimentos, perdão... as rescisões de contrato na Função Pública: «São uma oportunidade!»
Pressionados pela constante ameaça de mais cortes nos vencimentos, de menos direitos, de menos esperança e antes que sejam despedidos à força, com “direito” a uma indemnização miserável, alguns trabalhadores optam pela rescisão de contratos por “mútuo acordo”... com a falsa sensação de que realmente negociaram ou ganharam alguma coisa.
Passos Coelho, tal como da primeira vez, quando se referiu ao desemprego como uma “oportunidade”, parece não ter noção do carácter profundamente nojento desta ideia porca que habita a cabeça dos (pretensos) ultra-liberais. Não tem noção, pelo menos por três razões... ficando apenas por saber qual a percentagem que cada uma dessas razões representa na “fórmula” do raciocínio do primeiro-ministro.
1. “Não tem noção”... por profunda e espessa estupidez.
2. “Não tem noção”... por não ter qualquer espécie de eco do efeito que as suas asquerosas ideias e declarações têm no país real.
3. “Não tem noção”... por não passar de um vulgar canalha salazarento e de um reles provocador.

segunda-feira, 11 de março de 2013

CGTP – Funções sociais do Estado


Na página da CGTP está muito bem explicado o conjunto de razões pelas quais se deve assinar a petição pela defesa das funções sociais do Estado. petição pode ser assinada  mesmo.
Adaptando uma velha peça de humor, informo que a petição  conta com cem mil e uma assinaturasQuero dizer, tem  a minha… e para   mais umas cem mil!
Vamos fazer crescer esse número?

sábado, 2 de março de 2013

João Salgueiro – É assim tão difícil fechar-lhes a matraca?


João Salgueiro, referindo-se a desempregados e independentemente de terem ou não graus superiores de formação académica, desempregados que são já cerca de um milhão e na sua maioria sem acesso a qualquer apoio financeiro depois dos repetidos cortes nos subsídios de desemprego...  pergunta de forma insolente:
Não, digo eu! Difícil, difícil, aparentemente impossível... é fazer calar estes bandalhos multimilionários da estirpe deste João Salgueiro!!!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Moções de censura – BE e PCP



Se há uma coisa que pode abanar a caixa dos pirulitos e deixar as fuças a arder, é um estaladão sonoro e bem assente.
Agora imagine-se o efeito de dois estaladões, dados com uma vontade alimentada por muitos, muitos milhares de braços... e rigorosamente ao mesmo tempo! Um de um lado e outro do outro... convergindo para o mesmo fim.
Os do costume dirão, mais uma vez, que são moções de censura inconsequentes, pois não podem derrubar o Governo. Pois não... mas, na verdade, poucas coisas há mais desmoralizadoras e humilhantes do que um belo par de bofetadas. Sonoras, bem assentes... e em público!
Adenda: Claro que o PS, que desde há décadas anda a fazer governos e arranjinhos com o PPD e com o CDS, tinha que vir dizer que o PCP está de mão dada com a direita. Dizem eles que é porque o PCP participou no derrube do governo de José Sócrates... que como todos estamos lembrados, era um governo super híper maxi de esquerda.
Francamente... se ainda existe por aqueles lados outra estirpe de socialistas, é capaz de estar na hora de mudarem de "porta-vozes"!

sábado, 29 de setembro de 2012

Manifestação nacional – Um rescaldo...


Sim, estive na manifestação nacional organizada pela CGTP!
Não farei grandes comentários e nem por um momento, que seja, entrarei em qualquer guerra de números. Deixarei apenas alguns simples apontamentos:
1. Estava sensivelmente mais gente nesta manifestação organizada pela CGTP, do que a que aquela que se vê nesta fotografia do Terreiro do Paço. Pronto, vá... bastante mais!
2. Não dei pela falta do senhor João Proença.
3. Quem acha que a estas coisas só vão velhos... devia rapidamente consultar um oftalmologista.
4. Quem acha que quando se viu uma manifestação, viram-se todas... engana-se! Eu, que já levo umas tantas no activo, tive hoje uma estreia absoluta. Ao sair da estação do Metro “Baixa-Chiado” e ao entrar no caudal do "rio" que descia a Rua Áurea, fiz todo o caminho até ao Terreiro do Paço lado a lado com várias centenas, direi mesmo muitas centenas de agentes da PSP e de militares da GNR que, de forma organizada e perfeitamente identificados por inúmeros cartazes e bandeiras, participavam na manifestação. Gritavam a plenos pulmões “O povo unido jamais será vencido!”. Mais abaixo, passaram para um claro “Sempre ao lado do povo!”. A seguir, alto e bom som, “Juntos venceremos!”... para voltarem ao “O povo unido... ...”.
5. Manifestantes e simples espectadores ou turistas que ocupavam os passeios enquanto o “rio” deslizava intensamente, batiam palmas e tiravam milhares de fotografias. Mesmo ao pé de mim, um polícia de serviço, por três ou quatro vezes, ao ver passar alguns dos seus camaradas que reconheceu, usou o apito para os fazer voltar a cabeça na sua direcção... e verem o seu sorriso rasgado e o polegar bem esticado para cima.
Como disse, há sempre uma primeira vez para tudo! Ah... e se alguém se tiver “esticado” nos comentários ao Governo, a Passos Coelho e aos seus ministros, ou à Troika... fez muitíssimo bem!!!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Passos Coelho... ficou com dói-dói “derivado” à agressividade


Pedro Passos Coelho mobilizou, na forma de uma entrevista encomendada, meios do Estado para proveito do Governo, “confusão de interesses” que daria uma bela discussão... que agora não vem ao caso.
Produziu aquilo de que é capaz: uma entrevista aldrabona e fanática, onde insistiu nos erros e crimes que já cometeu e tenciona repetir, só que ainda em mais larga escala.
Nada me identifica com este cidadão... senão um pequeno pormenor da entrevista, quando Passos se mostra «surpreendido com a agressividade de Seguro».
Também eu fiquei! Não descobri ainda se está acima ou abaixo do grau de agressividade da anterior “abstenção violenta”... mas vou dar-lhe o benefício da dúvida, admitindo que estará um pouco acima. Veremos!
No próximo sábado, dia 15, infelizmente não poderei juntar-me à anunciada manifestação, momento em que encontraria, certamente, muitos dos meus amigos. Estarei a trabalhar. O nosso trabalho é feito em dias e horas que, o mais das vezes, nos desviam dos lugares e horas em que se reúnem os nossos amigos. Sim, embora ainda tenhamos que ouvir muitas vezes perguntar se para além da música... «também trabalhamos», esta coisa das artes e da cultura é trabalho! Implica (e garante) a sobrevivência de muitos milhares de portugueses e, desculpem-me o aparte, começaria a ser hora de merecer mais respeito, incluindo por parte de muitos que têm esse “respeito” no discurso oficial.
Adiante... se tudo correr como previsto, não deixarei de dizer algumas das coisas que me vão no espírito... mas no dia 29, na outra manifestação, esta convocada pela CGTP.
Se Pedro Passos Coelho ficou com tanto dói-dói por causa desta "agressividade... é preciso que sinta mais, muito mais! Alto e bom som!
Manifestações já nos dias 15 e 29 de setembro! É importante estar presente! Numa... e na outra!


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Passos Coelho - Retrato




Num numerozito reles de revista à portuguesa de quinta categoria, Passos Coelho, fez-se “confrontar” pelo dirigente da JSD a propósito da contratação de enfermeiros, em regime de trabalho escravo, por parte do Governo. Afivelou um ar compungido e um som grave na voz, para dizer que o “jotinha” tem muita razão e que «temos que rever e estudar a situação», declarando mesmo para a posteridade que aquele tipo de contratação é «perverso».
Como se tudo tivesse sido uma armadilha montada por enfermeiros maldosos. Como se a decisão de contratar daquela forma, assim como as adjudicações por aquele preço, não tivessem sido tomadas pelo Governo que ele (supostamente) dirige. Depois, dirigindo-se aos seus "jotas", acrescentou mais algumas ameaças a juntar aos cortes salariais para o sector privado. Desta vez, diz que poderão acontecer novos cortes (ainda mais?!) na saúde e na educação... cumprindo, passo por passo, o raivoso ajuste de contas com o 25 de Abril e todas as suas conquistas, que lhe foi encomendado pelos donos.
Esta denúncia não serve para muito... mas pode ser que entre aqueles que votaram Passos Coelho ainda haja alguns grupos convencidos de que ele é um “bom”, cercado de “maus”.
Não é! É um bandalho que, cuidadosamente, se fez rodear de bandalhos como ele!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Governo Passos/Portas – Sem surpresa!


Que o Governo e o seu Ministério da Morte coloquem doentes diabéticos internados em perigo de vida, para poupar alguns euros, deixando-os sem comer durante doze horas... é típico de um governo de canalhas neoliberais, como o que nos governa.
Que o Governo decida colocar-se fora da lei (na minha opinião) ao promover a contratação a falsos recibos verdes, de profissionais de saúde que vão trabalhar com horário de trabalho, hierarquia e um único empregador... empurrando a “contratação” para empresas de trabalho temporário, em vez de contratar oficialmente e com direitos esses profissionais... é típico de um governo de canalhas neoliberais, como o que nos governa.
Que um dirigente da ARS empurre as culpas do sucedido para as empresas de parasitas intermediários, dizendo que se limita a «defender os interesses dos contribuintes», ao adjudicar os contratos de prestações de serviços tendo como único critério de adjudicação o preço mais baixo... é típico de um governo de canalhas neoliberais, como o que nos governa.
Que o Governo, depois de instalado o regime de ditadura do terror entre os milhares de desempregados que a sua política multiplicou, aproveite a situação para “contratar” pessoal de enfermagem, homens e mulheres com grande qualificação e formação profissional que, feitas as contas à vergonhosa oferta de menos de 4 euros por hora de trabalho, irão ganhar bem menos do que o Ordenado Mínimo Nacional... isso consegue mesmo ultrapassar aquilo que é típico de um governo de canalhas neoliberais, como o que nos governa.
A lembrar que (e parafraseando mais uma vez Mark Twainas notícias sobre o fim da escravatura foram bastante exageradas.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Troika e governo “português” – De que covil saíram?


Enquanto toda a gente que quer ver, vê que todos os indicadores económicos e sociais pioram, vê o aumento descontrolado do desemprego, o desmantelamento do tecido produtivo, as falências sobre falências, a emigração dos jovens mais qualificados, o desespero daqueles que já nem a emigração têm como solução, os cortes de meses ou anos de vida a doentes oncológicos por questões de “poupança”, a morte prematura de idosos por falta de meios para seguirem as suas medicações e acederem aos serviços de saúde, os mais diversos cortes nos apoios sociais, o roubo dos salários, o roubo no devido subsídio de desemprego, a cada vez maior facilitação dos despedimentos, o crescente abandono prematuro das escolas por parte de estudantes em cada vez maiores dificuldades, etc., etc., etc....  os capatazes dos patrões e donos da crise, auto-intitulados como troika e os seus sub-empreiteiros nacionaisauto-intitulados como “governo português”... dizem-nos que está tudo a correr bem, que estamos no caminho certo e que a «avaliação da troika decorreu com bastante sucesso».
Quem raio é esta canalha?
Como é que lhes foi permitido chegar até aqui?

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Bruxelas – Fascismo económico travestido de democracia


Instalados no conforto dos seus salários de muitos milhares de euros mensais, pagos pelos trabalhadores, os burocratas do antidemocrático poder europeu, apesar de serem responsáveis pelo brutal aumento do desemprego, pelo obsceno aumento de impostos, pelos criminosos cortes nos apoios sociais, roubo de salários e pensões, etc., etc., não hesitam em insistir na sua “receita” para “criar” a riqueza que irá encher os seus próprios bolsos, os bolsos da banca e demais especuladores apátridas:
Começa a ser altura de se perceber que a ideia do “país de brandos costumes” é uma invenção do Estado Novo de Salazar, mas que nunca passou de um mito, sustentado apenas pela repressão de ferro da ditadura fascista.
Começa a ser altura... de acabar com o mito!

sábado, 26 de maio de 2012

Miguel Relvas... ou reles?




Enquanto se adensa a verdadeira nuvem de dejectos que atinge o (ainda ?!) ministro Miguel Relvas e que dá pelo nome genérico de “caso das secretas”, que já conta com baixas na equipa ministerial e tudo, este insiste na negação total tanto deste caso, como do outro, consequência deste, o das pressões e ameaças a uma jornalista. A fazer fé na autêntica catadupa de notícias que vão chegando, Relvas mente de cada vez que mexe os lábios.
Apesar da negação das pressões e ameaças, a verdade é que o jornal e os seus jornalistas, não só mantêm a sua versão da estória, como a contam, ponto por ponto, num documento que tornaram público.
Aí ficamos a saber, entre outras misérias, que o facto da “vida privada” da jornalista, facto que o ministro considerou ser tão grave que a sua divulgação poderia consistir matéria para uma “ameaça”... era, afinal, que a jornalista vive com um político de um partido da oposição... seja lá que partido for.
Portanto, na pequena bola de sebo que Miguel Relvas usa no lugar do cérebro, um jornalista só tem credibilidade para questionar o governo, ou um governante... se for solteiro. Ou se for mudando de cônjuge de cada vez que muda a cor política do governo, passando sempre a viver com alguém que seja um conhecido apoiante do partido do poder.
Parto do princípio de que no caso presente, tratando-se de uma jornalista, Relvas ainda achará a coisa mais grave, dado que na tal pequena bola de sebo que usa como cérebro, deve florescer a ideia peregrina (e bem tuga) de que “a gaija deve fazer tudo o que o homem manda”, logo, se este é de um partido da oposição... “a gaija, o mais certo, é fazer jornalismo sempre ao serviço desse partido”.
Agora tenho que parar... pois enquanto escrevo, há praticamente uma única coisa em que consigo pensar:
Como raio é que esta figurinha reles ainda está com o rabo sentado no lugar de ministro?!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Governo PS/Sócrates – O que é que ainda falta?


Perante o espetáculo degradante da incompetência deste governo “socialista”; perante a lista de crimes cometidos por este governo contra o seu próprio povo, para favorecer uns poucos, lista que me dispenso de especificar, pois todos a conhecemos de cor; perante os últimos números avassaladores e insustentáveis do desemprego que, para não variar, apanharam o executivo “de surpresa”; perante o discurso de alguns que, fingindo-se preocupados, acenam com o grande papão do que poderá acontecer se este governo cair... perante tudo isto e por mais sério que tudo isto seja, não consigo evitar lembrar-me da “Anedota do Mendigo mal Disposto”.
Estava o mendigo, que como não bastasse ser mendigo também era marreco, zarolho, torto de uma perna, com uma enorme verruga no nariz, um ombro que sofria de espasmos, falho de dentes e sofrendo de azia crónica, isto para além de... mas voltando ao princípio:
Estava o mendigo mal disposto sentado no passeio, todo torcido, com a perna torta ao léu, o sol a dar em cheio na verruga, com o ombro a abanar histericamente... e a caixa de esmolas vazia de lés a lés... quando passam duas freiras, alegres, esvoaçantes e louçãs, que mal olharam para ele.
- São todas umas vacas! – resmunga o mal disposto entre os poucos dentes.
Malcriadão!!! Olhe que Nosso Senhor castiga-o! – atiram-lhe elas iradas.
- Ai castiga? E faz-me o quê? Despenteia-me?!!!