domingo, 21 de junho de 2009

Freeport



Como se pode ver pelas notícias, também no “Caso Freeport”, quem se vai lixando são os mexilhões, enquanto os tubarões, embora algo agitados, continuam em águas profundas e longe da rebentação.

“O mais grave de tudo é que são os grandes que comem os pequenos, ou seja são precisos muitos pequenos para alimentar um grande.”

(Padre António Vieira)

11 comentários:

Anónimo disse...

Pois sim, mas para se saciarem da arraia-miúda, algo existe na cadeia alimentar dos tubarões que os torna as espécies vorazes que conhecemos, e esse factor, de importância determinante, eu quero acreditar que começou a enfraquecer no dia 7 de Junho, e prende-se com toda a sorte de imunidades que o poder confere e que, no caso presente, o poder absoluto, tem conferido absolutamente.

Até quando? Acreditemos que não vá para lá de Outubro!...

Depois…, outros tubarões virão!...

@braços e DIAS TRANQUILOS para todos.

Maria disse...

Um dia destes ainda havemos de ver o pm "assobiar" para o lado quando ouvir falar em freeport... ou documentação a desaparecer...

Abreijos

ferroadas disse...

Freeport o Polvo

http://docs.google.com/View?docID=dcfcc6t9_49cwprc4mg&revision=_latest

GR disse...

Hoje não comentarei o Caso Freeport, nem os tubarões capitalistas, muito menos o mexilhão cada vez mais desanimado e esfomeado. Não!
Por uns segundos gostei do quer vi no telejornal da TVI. Parabéns, estavas muito sorridente, com confiança no futuro.
Bjs,

GR

Diogo disse...

Está na altura dos mexilhões os mexilharem com determinação. Até porque há cada vez menos a perder e cada vez mais a ganhar...

Crixus disse...

Sempre admirei essa frase do Pe Antonio Vieira, e aplica-se bem à fauna do Freeport.... Só não sei é se o tubarões, aqueles do mar, são tão vorazes como estes que andam por ai

maltes disse...

Sempre gostei dos textos deste Padre António, o gajo não era nada parvo.

Vieira Calado disse...

Palavras sábias,

as desse meu longínquo parente!

Abraço

Daniel disse...

O padre António Vieira é o meu português preferido. Representa o que de melhor houve na nossa colonização e elevou a língua a alturas nunca antes conseguidas em prosa.
Quanto aos tubarões, eu ia dizer algo que, afinal, o Crixus já disse... Ah, e os tubarões não comem mexilhões!

samuel disse...

Dias tranquilos:
Continuará a haver tubarões, é claro, mas uma boa parte dos cardumes... está atenta. ☺

Maria:
A documentação da “Cova da Beira”... já marchou. Pelo menos uma parte que interessava. Mais se seguirão, sem dúvida.

Ferroadas:
Pois é...

GR:
Ah... viste a TVI? ☺ ☺
Fui descoberto!!!

Diogo:
A coisa “vai-se dando”, felizmente.

Crixus:
Não são, não, coitados...

Maltes:
A parvoíce, efectivamente, não era um dos seus atributos! ☺

Vieira Calado:
O valor inestimável de uma boa linhagem! ☺

Daniel:
Nota-se.
Pronto... fui injusto para com os peixes...
A ligação com os mexilhões não foi a melhor, mas eu não disse exactamente que os tubarões os comiam, “percebes”? ☺ ☺


Abreijos colectivos!

Fernando Samuel disse...

E o «caso Freeport» lá vai avançando, lá vai... até ao arquivamento final...

m abraço.