quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Passos Coelho – Eh!... Eh-eh!... Eh... cultura linda!!!





Passos Coelho, embalado por mais uma vaia, desta vez de estudantes, resolveu fazer uma rápida “decoração de exteriores” às bacoradas que tinha para vender sobre os destinos do país... citando Luís de Camões.
Já reparei que alguns membros do governo gostam muito de citar. Citam a torto e a direito... e desta vez o azar calhou ao pobre do Camões.
Observando o ódio vesgo e vingativo que alguns destes governantes dedicam à cultura, bastando para isso ver como sorrateiramente, por entre justificados encerramentos e cortes de apoios a Fundações diversas, aproveitaram para propor a destruição de instituições produtoras de cultura, nalguns casos, entidades e estruturas absolutamente viáveis, ou pura e simplesmente insubstituíveis... parece-me que esta constante vontade para citar a cultura é, digamos, bastante “tauromáquica”:
Citam de longe!

9 comentários:

São disse...

Realmente , quem nasce com má fortuna, até séculos depois de morto tem azar!!

Pobre Luís Vaz...

Bons sonhos.

Provoca-me disse...

Querem destruir tudo, e nós temos que os destruir a eles, e às suas politicas, antes que fiquemos sem nada.

Anónimo disse...

São muito intelectuais estes finórios!
Vicky

Maria disse...

Depende do animal.
Mas citar de longe (de muito longe) pode ser... fatal!
:)))))

Abreijo.

Anónimo disse...

O PPC também já tinha estado muito bem quando disse:

"Li Kafka muito antes da Fenomenolofia do Ser, de Sartre. Li Voltaire muito mais cedo do que consegui ler Camilo e Eça".

Muito bem o nosso primeiro. Muito culto, muito distinto. Às tantas ainda sabe tocar piano e, sei lá, falar francês...

trepadeira disse...

Citar sem ler é perigoso,parece o caso.A própria cultura os atropela.

Um abraço,
mário

Antuã disse...

Os asnos também já citam.

Felicidade Carvalho disse...

Gostei daquela,Os asnos também já citam! É mesmo!!!

Luis Filipe Gomes disse...

Citam de longe com os peões de brega de permeio.

E dizia um dos inseguros seguranças do prumeiro menistro para um video-jornalista: -Não me filmas a cara! Não me filmas a cara! -enquanto com a manápula abocanhava a lente da câmara de vídeo. Este segurança afastava um "perigoso" estudante que terá apupado o dito menistro.
O cândido esbirro ignorará que outras câmaras estariam a filmar o seu acto? Creio que não! A sua manobra tem aquele odor
bafiento de tempos antigos de opressão.