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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Obama – As armas repugnantes...


O Presidente dos Estados Unidos da América e Nobel da Paz, Barack Obama, voltou a dizer umas coisas... no sentido de apoiar a ideia de que o uso de armas químicas é «repugnante».
Está carregado de razão! Ainda assim, que mal pergunte...
Dado o carácter inquestionavelmente repugnante das armas químicas, por que raio é que os EUA são o país que, de longe, mais milhares de milhões investiu na investigação, invenção, produção... e posterior venda de armas químicas (presume-se que para utilização futura), hoje espalhadas um pouco por todo o mundo onde exista dinheiro para as comprar?
Porque será que fica no ar a ideia de que Obama, considerando repugnante o uso de armas químicas, acha, pelo contrário, perfeitamente normal, o uso de aviões não tripulados, dirigidos a alvos onde, alegadamente, estarão um ou dois “líderes terroristas”, matando quem quer que esteja nas instalações atingidas, sejam crianças, mulheres, ou homens que nada ligue aos tais alvos?
Porque é que fica a ideia de que Obama acha estes assassínios cometidos cobardemente por soldados sentados confortavelmente em salas com ar climatizado, aos comandos de computadores que controlam esses aviões... como actos aceitáveis, mesmo em cenário de guerra?
Já que estou em maré de perguntas algo ingénuas... quando será que os admiradores de Obama (os que ainda persistem, embora já muito menos!) chegam à conclusão de que, apesar de ser negro e pertencer ao Partido Democrata, apesar de estar, em questões de cultura, costumes e política social dentro de portas, vários furos acima de muitos dos presidentes que o antecederam, sobretudo os Republicanos... o homem, politicamente e enquanto chefe da maior máquina de matar do mundo e de uma elite militar/industrial que não consegue conceber uma vida que não envolva a agressão a outros países... é apenas mais um na longa linha de grandes filhos da puta que habitaram a sede do grande negócio global, conhecida como Casa Branca?

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Ensino – A interesseira cobardia




Não sou pessoa para encontrar “vantagens” nos tempos do regime fascista em Portugal... a não ser as explicadas pelas naturais saudades da juventude e de uma certa forma mais simples de viver, desde que essa “simplicidade” não esteja directamente ligada à miséria.
Posto isto, não tenho pejo em lembrar que o ensino nos tempos da “escola fascista”,  tinha campos muito bem definidos e oficialmente assumidos: um ensino privado pouco mais que residual, reservado à elite das elites... e o ensino público, claramente dividido entre o ensino para os mais ou menos ricos (os liceus), para os mais ou menos pobres e remediados (as escolas comerciais e industriais) e para os mais pobres... que acabava na quarta classe... se o aluno lá chegasse e tivesse sequer, ido à escola.
Lá em cima, o ensino universitário, como era evidente, estava reservado às elites e aos filhos de remediados, cuja inteligência e empenho pudesse convencer os pais a fazerem o gigantesco sacrifício de fazerem os seus filhos “doutores”. A única alternativa era aceitar o “patrocínio” (quase sempre um investimento) da “madrinha” da família rica lá da terra... e aceitar tornar-se padre.
Hoje, como podemos verificar todos os dias, temos exércitos de ex-governantes que se serviram das sua passagens por governos do PSD/CDS ou do PS e respectivas bancadas parlamentares, para legislar e contratualizar a seu favor o financiamento do enxame de escolas privadas que por aí vemos, financiadas pelo dinheiro que é roubado à Escola Pública.
Quanto à tal Escola Pública, definha a cada dia que passa. É uma vítima nas mãos de lacaios dos interesses privados, que vão fazendo tudo o que podem para a estrangular e destruir.
Hoje, o Estado e o ensino estão nas mãos de saudosos da “escola fascista”... mas invertebrados, incapazes de ter a coragem de admitir a sua opção, escondendo-se cobardemente atrás de explicações supostamente “técnicas”, de “eficiência”, de “liberdade de escolha”, de “menos Estado”... os vários eufemismos que usam para falar das suas contas bancárias e escamotear o seu ódio de classe.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

“Primeiro levaram os comunistas...”


Sempre existiram. Desgraçadamente, o mais provável é que continuarão a existir por muito tempo. Sempre foram, são e serão um dos sustentáculos e verdadeiro “abono de família” do patronato e do capital... a somar ao poderio económico, quando não mesmo da força das armas, que esse patronato já detém.
Falo dos trabalhadores que, confrontados com uma acção de luta movida por outros trabalhadores das suas empresas e estando contra essa luta, não se limitam a estar contra e não participar, como seria, no limite, o seu direito. Antes, optam por fazer de cães de guarda do patronato, ou do governo, atacando violentamente os seus companheiros de trabalho.
Claro que estes vendidos e traidores nunca dirão não a uma qualquer conquista que seja conseguida por estes colegas a quem insultam. Nunca rejeitarão um euro que seja, de aumento de vencimento, que seja conseguido por um sindicato “dos comunas”... apesar de, durante as lutas e reivindicações, não pouparem nos insultos a esses que, ao longo da História, os têm vindo a arrancar ao trabalho escravo... por má consciência. Por sentimento de culpa típico dos traidores.
Só assim se explica a acção de um trabalhador dos CTT que, perante a luta dos seus colegas contra a anunciada privatização e destruição do serviço público de correios, opta... por tentar atropelar esses colegas com um camião.
Claro que o faz por pura cobardia. Porque teme que lhe aconteça o que já acontece a mais de um milhão de desempregados, preferindo, de forma invertebrada, ficar do lado dos poderosos, esperando vir a ser, por isso, recompensado.
Lembrando o famoso poema que parece do Brecht, mas provavelmente não é... chegará o dia em que ouvirá à sua porta os passos daqueles que vão buscá-lo, como antes foram buscar os comunistas, alguns operários, sindicalistas... mas quando der por isso já será tarde!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Obama – "Drones", a arma dos cobardes


A utilização de drones, aviões não tripulados, em ataques contra seres humanos, é a cereja em cima do bolo da cobardia de dirigentes capazes de, na segurança dos seus gabinetes e a milhares de quilómetros da acção, darem ordem aos seus “valorosos” generais e técnicos militares para, igualmente em total segurança e por detrás dos seus computadores, lançarem os ditos drones com a missão de assassinar a sangue frio milhares de pessoas.
Fazem-no, sempre com a desculpa esfarrapada de que os ataques se destinam a eliminar, “cirurgicamente”, este ou aquele líder “terrorista” determinado... facto que nunca se verifica. Mesmo quando o tal líder “terrorista” é atingido, há sempre dezenas, quando não mesmo centenas de inocentes sacrificados por esta nova forma liminarmente criminosa e cobarde de fazer a guerra.
Embora pelas razões erradas, isto é, para embaraçarem Obama na sua anunciada intenção de controlar o uso de armas de guerra dentro do território dos EUA, uso que tem tido os resultados dramáticos que se conhecem... os fanáticos de extrema direita daquele país, aliados aos seus financiadores, os negociantes de armamentos, resolveram “denunciar” os assassínios promovidos pelo inefável “nobel da paz”. Os ataques ao presidente são muitos... como neste texto que faz um balanço entre as centenas de ataques autorizados por Obama (apenas no Paquistão) e as mortes que originaram, texto de que destaco uma pequena passagem, com a tradução possível.
«Do número total de pessoas mortas pelos ataques com “drones” (entre 1900 e 3300), menos de 3 por cento (51) eram “líderes militantes”. Mais... apenas 30 desses “líderes” eram membros da al Qaeda».

sábado, 22 de dezembro de 2012

Passos Coelho – Sem um pingo de vergonha na cara!


Já passaram várias horas sobre o momento do debate em que o pascácio Coelho agrediu verbalmente a deputada Heloísa Apolónia, acusando-a de mentir, vomitando a sentença mais ou menos berrada de que «não podemos dizer tudo o que nos apetece, sem sermos confrontados com a realidade», acrescentando, raivoso, «isso é uma falsidade, nunca disse isso em lado nenhum e desafio a senhora deputada a trazer afirmações minhas nesse sentido».
Heloísa Apolónia tinha apenas referido o facto (gravado e conhecido) de o pascácio Coelho ter afirmado, ali mesmo, naquele Parlamento, mas há um ano, que seria este ano de 2012... e não 2013, o ano da “viragem económica” que agora resolveu re-anunciar.
Como disse, já passaram várias horas sobre a agressão cobarde do primeiro-ministro à deputada Heloísa Apolónia... e o bandalho ainda não veio a público pedir desculpas!
A exibição impune da total falta de carácter, da total falta de vergonha na cara, “alavancada” (como eles gostam de dizer) por uma arrogância sem limites... é sempre um espectáculo degradante e nojento!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Cavaco Silva – Ah... se não fosse Presidente!...


Mais uma vez, Cavaco Silva opta pelas encolhas e não envia o Orçamento Geral do Estado para o Tribunal Constitucional, apesar das opiniões de constitucionalistas, apesar dos avisos, dos apelos, das denúncias de irregularidades... de tudo a que chamou "pressões".
Mais uma vez, Cavaco Silva não vê inconstitucionalidades no Orçamento de Estado. Um Orçamento de Estado criminoso, contra os interesses dos portugueses e de Portugal, que trai o país, que destrói o património, que sequestra o futuro. Porém, como tudo indica, tal como no anterior, provavelmente em maior número e mais gravidade ainda, as inconstitucionalidades estão lá!
Não se tratasse de Sua Excelência o Senhor Presidente da República... e seria caso para pensar que é:
Conivente
Cúmplice
Membro da súcia
Lacaio
Hipócrita
Incompetente
Cobardolas!!!
Mas não! Uma coisa dessas pode lá ser!!!?

sábado, 17 de novembro de 2012

Passos Coelho - Sempre para lá da troika



Entre Janeiro e Setembro o Governo livrou-se de mais de trinta mil funcionários públicos. São mais de cinco 5%. Um pouco mais do dobro do número exigido pela troika ocupante.
Não tenho conhecimentos teóricos para avaliar o único critério porque se rege este Governo, ou seja, o “lucro”, ou o “prejuízo” que um tal corte no número de trabalhadores implica para o funcionamento dos serviços públicos. Não tenho meios técnicos para saber se os cortes são feitos cegamente, deixando serviços que, hipoteticamente, tivessem trabalhadores em excesso, continuarem a ter trabalhadores em excesso... enquanto outros serviços ficam bloqueados, com falta de funcionários.
Uma coisa sei: o Governo de Portugal gaba-se de ter mandado para casa mais do dobro dos trabalhadores que a troika queria ver afastados... e isso sim! Esta firme vontade de ir sempre além das ordens da troika, mesmo tendo deixado de inspirar grandes comentários, justifica plenamente alguns adjectivos... sei lá... lacaios, vendidos, sabujos, criminosos, cobardes, "escravos felizes"... para não carregar muito nas cores.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Greve Geral – Coisas que vêm à memória


Vendo a eficácia com que a Greve Geral foi quase banida da informação, por acção de um grupelho de profissionais da provocação, alguns mesmo vindos do estrangeiro para executara terefa, fica-se com a pulga atrás da orelha.
Vendo o ar “feliz” com que os media destacam imagens (sempre muito artísticas!) conseguidas em apenas alguns minutos de um dia que, como todos, teve 24 horas, ou vendo títulos, como esta grandiosa (e acanalhada) parangona da "Visão" «Lisboa incendiada em dia de carga policial», vem-me à memória a estória de um cromo brasileiro, detentor de um programa de televisão dedicado a explorar escândalos e crimes... que há uns tempos foi parar à cadeia.
Segundo se provou, o bandalho, quando via as audiência a fraquejar, encomendava crimes, para depois estar lá, no primeiro minuto, conseguindo o exclusivo na “notícia” e entrevistando os familiares das vítimas.
Vêm-me à memória, também, sessões de cantigas em simples colectividades, assembleias de estudantes e reuniões de trabalhadores que, antes de Abril de 74, eram “canceladas” violentamente, apenas por um grito isolado de “Morte a Salazar!”, ou algo do género, lançado ora por pides, ora por meninos e meninas carregados de "MRPP", de "R" e de "ML"... que mais tarde ocuparam lugares bem vistosos nas máquinas partidárias e governos do PS e do PSD... ou até na Comissão Europeia.
Quero crer, esperançosamente, que ainda não estamos aí... mas lá que me lembrei, lembrei!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

PSD/CDS – Que vergonha!




Pronto... no mínimo é uma forma nova e original de aprovar um Orçamento de Estado, logo, da República... e que, logo, deveria ser do povo. Não é! Para além de não ser um Orçamento do povo, nem para o povo, vem agravar tudo.
A maioria parlamentar do PSD e CDS resolveu discutir e aprovar o Orçamento a “mata cavalos”... antes que aparecesse por perto o dito povo.
Vida triste, a destes deputados que durante a campanha eleitoral andam atrás do povo, esteja ele em casa, na escola, em empresas de serviços, em oficinas, nos campos, num lar de idosos, ou atrás de uma banca do (belíssimo!) Mercado do Bolhão... e, passado tão pouco tempo sobre a eleição, fogem do povo, apavorados, como o diabo da cruz.
Gostaria de ter um comentário fundamentado, profundo, calmo e construtivo para esta estorieta triste que ficará a manchar a História do Parlamento... mas não tenho.
Cobardes!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Experimentalismo e fascismo económico – As cobaias podem revoltar-se...


Um leitor/comentador do post anterior, pôs o dedo numa ferida interessante, dando a sua opinião sobre a motivação de muitos dos que agora se insurgem contra as medidas de Passos Coelho. É uma bela questão!
Na verdade, gostaria muito de saber quantos destes novos “indignados” com a monstruosidade, falta de sensibilidade social, falta de conhecimentos e preparação, ataque brutal aos trabalhadores, etc., etc., várias das classificações que encontram para esta inegável selvajaria do governo de fanáticos do PSD/CDS, quantos desses, como dizia, gesticulam agora contra o governo por uma qualquer e real convicção social ou sentido de justiça, ou se o fazem apenas por simples cobardia, para de distanciarem dos “culpados”, caso este evidente excesso dos canalhas que detêm o poder, gere reacções mais duras da parte dos explorados e roubados.
Esta espécie de experimentalismo económico neoliberal, que ignora em absoluto quaisquer consequências que as suas experiências tenham na vida das “cobaias”, não pode deixar de lembrar as experiências “a bem da ciência” que o monstro nazi Josef Mengele fazia com os prisioneiros dos campos de concentração. A natureza abjecta e criminosa deste tipo de “política experimental” é de tal maneira odiosa, que não admira que os mais cobardes de entre eles queiram juntar-se ao imenso coro de protestos para, numa possível hora de aflição, poderem lembrar: nós também fomos contra!
Apostam, no fundo, na nossa atávica falta de memória, que mais uma vez deixaria de fora e impunes, os responsáveis pelo conjunto de políticas que nos trouxeram até este pântano fétido e, ao longo de décadas, criaram os “Passos”, os “Gaspares”, os “Borges”, os “Relvas” deste mundo.
Entretanto, Passos Coelho, no papel de “amigo” e assinando apenas como “Pedro”, vendo que o seu “desgosto” via facebook, em vez de lhe granjear simpatias, acicatou ainda mais a ira e o nojo que já provoca a largos milhões de portugueses, decidiu encomendar uma “genial solução” para o problema: uma espécie de manual de “língua de pau”, em que se alinham as respostas com que os funcionários devem contornar as perguntas inconvenientes de jornalistas e cidadãos em geral. Mais uma vez, o governo aposta em tomar todo o país por um bando de débeis mentais.
Numa nota final, referir que no meio de tantas dúvidas sobre quanto se perde, quem mais perde, ou o que se ganha com estas medidas; sobre tantas dúvidas sobre se um único posto de trabalho vai ser criado com esta desavergonhada falácia... pelo menos já se sabe quem vai ganhar milhões numa espécie de “jackpot” inesperado e sem obrigações:
As grandes empresas, que terão por esta via um “presente” de muitos milhões, com a SONAE do mega-merceeiro Belmiro de Azevedo e o seu “Continente” à cabeça, esfregando as mãos perante os cerca de 20 milhões de euros de “prémio”.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Wikileaks e o Reino Unido... de cobardes!


Pouco interessa o que eu, ou seja quem for, pense da organização “Wikileaks” e do seu dirigente Julian Assange. Aquilo que está em causa numa notícia como a que nos dá conta da ameaça «expressa e por escrito», por parte do poder de Londres, de invasão da embaixada de um país soberano, o Equador, com o fito de raptar o famoso e polémico australiano que ali se refugiou e pediu asilo, é, não o acto a todos os títulos ilegal à luz de qualquer lei civilizada de relacionamento entre nações... mas sim a abjecta cobardia que está por detrás dessa ameaça.
Não passa, afinal, de mais uma página da história de xenofobia e "snobeira" de um país com a mania da superioridade, neste caso, "ajudada" pelo facto de o Equador não possuir qualquer poder... e ainda por cima, ter um presidente que deve ser considerado um esquerdista pela monarquia britânica e seu o sebento sistema de poder de lordes mais ou menos "comuns"...
Na verdade, adoraria ver os Bandalhos ao Serviço de Sua Decrépita Majestade, lacaios dos interesses e vontades dos EUA na Europa, ameaçarem invadir as representações diplomáticas dos mesmos EUA, ou da Rússia, ou da China, ou da Alemanha... caso Julian Assange tivesse escolhido uma dessas embaixadas para se refugiar, em vez da embaixada da pequena República do Equador.
Confesso que adoraria!!!