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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

"Obamacare" - Democracia um pouco original...



Devo começar por esclarecer que não sou propriamente o que se possa chamar um “fan” da lei de Obama, conhecida como “Obamacare”, que, apesar das boas intenções, deixa de fora dos cuidados de saúde muitos milhões de cidadãos pobres dos EUA e, mesmo tendo incluído no programa de saúde com custos suportados pelo Estado alguns milhões de outros cidadãos, faz passar, obrigatoriamente, todos os milhões de dólares envolvidos pelas seguradoras privadas, acabando por serem estas que realmente ganham com o programa.
Ainda assim, não posso deixar de admitir que este “pouco” de Obama é muito melhor que o rigoroso e frio “nada”, defendido pelos republicanos, defensores do cada um por si e assistência zero. Republicanos que têm mantido esta lei de Obama debaixo de fogo cerrado.
Dentro deste universo republicano há um nicho ocupado por fanáticos político-religiosos, um bando de ultra reaccionários roçando mesmo o fascismo, que dá pelo nome de “Tea Party”.
Um desses bandalhos, senador pelo Texas, está a usar uma norma de funcionamento do Parlamento/Senado, norma verdadeiramente imbecil que dá o direito a qualquer parlamentar/senador, de boicotar uma votação ocupando todo o tempo a falar, sem parar, durante horas e horas, sobre o assunto em causa... até que se esgotem todos os prazos legais para a discussão ou votação.
Tendo já dito que acho esta norma uma imbecilidade “democrática” (até o nome, “filibustering”, é palerma), lendo a notícia, parece-me que o senador daultra-direita nem está, sequer, a respeitar as regras, a ser verdade que no decorrer da sua maratona de boicote aos trabalhos, já falou de tudo e mais alguma coisa, fora do tema em apreço, tendo até recorrido à leitura de estórias infantis.
Num Senado/Parlamento que se respeitasse a si próprio, um palhaço que tentasse uma proeza destas... seria retirado da sala pela segurança e julgado e condenado por obstrução dos trabalhos de um órgão de soberania.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Obama – As armas repugnantes...


O Presidente dos Estados Unidos da América e Nobel da Paz, Barack Obama, voltou a dizer umas coisas... no sentido de apoiar a ideia de que o uso de armas químicas é «repugnante».
Está carregado de razão! Ainda assim, que mal pergunte...
Dado o carácter inquestionavelmente repugnante das armas químicas, por que raio é que os EUA são o país que, de longe, mais milhares de milhões investiu na investigação, invenção, produção... e posterior venda de armas químicas (presume-se que para utilização futura), hoje espalhadas um pouco por todo o mundo onde exista dinheiro para as comprar?
Porque será que fica no ar a ideia de que Obama, considerando repugnante o uso de armas químicas, acha, pelo contrário, perfeitamente normal, o uso de aviões não tripulados, dirigidos a alvos onde, alegadamente, estarão um ou dois “líderes terroristas”, matando quem quer que esteja nas instalações atingidas, sejam crianças, mulheres, ou homens que nada ligue aos tais alvos?
Porque é que fica a ideia de que Obama acha estes assassínios cometidos cobardemente por soldados sentados confortavelmente em salas com ar climatizado, aos comandos de computadores que controlam esses aviões... como actos aceitáveis, mesmo em cenário de guerra?
Já que estou em maré de perguntas algo ingénuas... quando será que os admiradores de Obama (os que ainda persistem, embora já muito menos!) chegam à conclusão de que, apesar de ser negro e pertencer ao Partido Democrata, apesar de estar, em questões de cultura, costumes e política social dentro de portas, vários furos acima de muitos dos presidentes que o antecederam, sobretudo os Republicanos... o homem, politicamente e enquanto chefe da maior máquina de matar do mundo e de uma elite militar/industrial que não consegue conceber uma vida que não envolva a agressão a outros países... é apenas mais um na longa linha de grandes filhos da puta que habitaram a sede do grande negócio global, conhecida como Casa Branca?

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Obama, Putin... e a “paz”


«Subiram à árvore... e agora não sabem como descer», terá dito - com alguma graça, convenhamos - um embaixador sírio a propósito dos súbitos “cuidados” com que alguns, ainda há pouco já a vestir os camuflados e de faca nos dentes, estão a “modular” o seu discurso (como diria o nosso presidente do conselho Coelho), quanto à invasão da Síria.
Parece que haverá algo no “tom” de algumas das vozes discordantes (que não houve em invasões anteriores), que estará a abemolar, mesmo que apenas momentaneamente, o entusiasmo atacante dos guerreiros eternamente em busca do santo graal das armas de destruição maciça.
Seja como for, entre as muitas notícias relacionadas com este tema, o título que mais me prendeu a atenção foi este:
Caramba!!! É preciso Obama (a quem não nego traços de alguma simpatia pessoal) ter descido muito, para estar em posição de levar esta “canelada” de um reles gangster chefe de gangsters, de um canalha, um escroque, um facínora como Putin... e este ter razão!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Humorista por humorista... prefiro o nosso!


Chegam-me novas que dão conta de uma promessa assaz vistosa de Barack Obama. O sui generis Nobel da Paz, que diariamente continua a autorizar voos de aviões não tripulados para assassinar pessoas que não sabe quem são, nem têm nada que ver com os motivos desses voos assassinos... promete «mais transparência na espionagem».
Tirando os remoques do primeiro parágrafo (a que não resisti)... este post não é sobre os EUA, ou a sua política de “império”, política tanto mais perigosa quanto mais falido, ferido e desesperado o império vai ficando. Não, o post é mesmo sobre o patusco tema da “transparência na espionagem”.
Prometer transparência na espionagem está ao nível da promessa do “Candidato Vieira”, um boneco criado pelo Manuel João Vieira (artista plástico, músico, humorista... “e tudo”), quando este prometeu um Ferrari para cada português.
E pronto... piada por piada, o Manuel João Vieira tem mais... e ainda por cima tem a vantagem de também prometer que a primeira medida que tomará, caso seja eleito... será pedir a demissão. O que, somado ao facto não pretender mandar matar ninguém, é uma coisa que fica sempre bem num currículo!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Jennifer Lopez – Vida difícil!


Jennifer Lopez, a multimilionária cantora, actriz, produtora e empresária norte-americana de raiz latina, apanhou um “tareão” nas redes sociais por ter ido cantar para um tal Gurbanguly Berdimuhamedow, presidente do Turkemenistão. Dizem os indignados admiradores da artista, que ela não tinha nada que ir cantar para um gajo que não respeita os direitos humanos e que é um bruto e um ditador e tal…
A coisa foi de tal modo, que a pobre  já pediu desculpas urbi et orbi.
Pode ser tudo verdade. A verdade é que, por falta de elementos, não tenho opinião sobre o indivíduo em causa e muito menos sobre o facto de Jennifer Lopez ter ido cantar para ele.
Agora o que eu não entendo é como é que a artista vai continuar a trabalhar no seu próprio país, os EUA, um país onde se deixam milhões de cidadãos à mercê dos elementos, sem acesso a serviços de saúde e sem apoios de qualquer espécie.
Não sei como vai ter coragem de continuar a trabalhar sob o regime de Obama, um presidente que pratica alegremente a tortura nas suas prisões, prisões como a de Guantanamo, onde mantém centenas de prisioneiros sem qualquer culpa formada, um regime que invade países por interesses económicos, para lhes roubar, ou pelo menos, controlar e explorar os recursos naturais.
Não sei como terá cara para cantar para um presidente cujo regime não hesita em mandar assassinar adversários políticos, pouco se importando com o facto de, no decorrer dessas operações de assassinato, acabar por chacinar centenas de crianças, mulheres e homens cujo único pecado (mortal) foi o facto de viverem perto dos inimigos dos EUA.
Não sei como terá lata para encarar o seus colegas internacionais, artistas de países cujas instituições e cidadãos são miserável e ilegalmente espionados pelos serviços secretos do regime de Obama, uns bandalhos que não hesitam em violar comunicações, dados, vidas privadas… e até censurar jornais estrangeiros.
Ainda bem que Jennifer Lopez já está “podre” de rica… pois se passar a observar este rigor em futuros contratos… não lhe auguro um grande futuro em termos de trabalho.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Obama – "Drones", a arma dos cobardes


A utilização de drones, aviões não tripulados, em ataques contra seres humanos, é a cereja em cima do bolo da cobardia de dirigentes capazes de, na segurança dos seus gabinetes e a milhares de quilómetros da acção, darem ordem aos seus “valorosos” generais e técnicos militares para, igualmente em total segurança e por detrás dos seus computadores, lançarem os ditos drones com a missão de assassinar a sangue frio milhares de pessoas.
Fazem-no, sempre com a desculpa esfarrapada de que os ataques se destinam a eliminar, “cirurgicamente”, este ou aquele líder “terrorista” determinado... facto que nunca se verifica. Mesmo quando o tal líder “terrorista” é atingido, há sempre dezenas, quando não mesmo centenas de inocentes sacrificados por esta nova forma liminarmente criminosa e cobarde de fazer a guerra.
Embora pelas razões erradas, isto é, para embaraçarem Obama na sua anunciada intenção de controlar o uso de armas de guerra dentro do território dos EUA, uso que tem tido os resultados dramáticos que se conhecem... os fanáticos de extrema direita daquele país, aliados aos seus financiadores, os negociantes de armamentos, resolveram “denunciar” os assassínios promovidos pelo inefável “nobel da paz”. Os ataques ao presidente são muitos... como neste texto que faz um balanço entre as centenas de ataques autorizados por Obama (apenas no Paquistão) e as mortes que originaram, texto de que destaco uma pequena passagem, com a tradução possível.
«Do número total de pessoas mortas pelos ataques com “drones” (entre 1900 e 3300), menos de 3 por cento (51) eram “líderes militantes”. Mais... apenas 30 desses “líderes” eram membros da al Qaeda».

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Obama – O “culambismo” em directo...


Diz uma das notícias sobre a tomada de posse de Obama, que ele está decidido a «apoiar a “democracia” desde a Ásia a África, das américas ao Médio Oriente»... frase que me faz lançar a primeira dúvida:
Eles terão assim mesmo tantas bombas, tanques, navios, aviões e soldados?!
Adiante! É uma velha questão de filosofia política. Quem é mais culpado? Aquele que, pela primeira vez na História da Humanidade, delimitou uma parte do território, até aí sem donos, declarando “Este território passa a ser exclusivamente meu!”... ou todos os restantes que o ouviram e aceitaram a imposição daquela nova realidade... sem luta?
Ao ver o grau de subserviência acrítica com que todas as nossas televisões fizeram “directos” da tomada de posse de Obama, dos seu discurso, da nova franja de Michele... voltando a repetir-se tudo nas aberturas dos telejornais, com comentários, análises e toneladas de “graxa ao cágado”... não posso deixar de me colocar, de novo, a tal velha questão.
Quem é realmente culpado pelo facto de os EUA se sentirem – e bastantes vezes serem de facto – os polícias do mundo?
Ainda fiquei para aqui a fantasiar sobre como seria muito bem feito se eu pudesse “obrigar” os norte-americanos a ver o vídeo da tomada de posse de Cavaco Silva... mas, pensando bem, isso seria, para além de uma enorme crueldade da minha parte para com pessoas que, na sua grande maioria, nunca me fizeram mal algum... uma retaliação bastante desproporcionada em termos de violência visual.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Obama – Um homem dividido?


Naquilo que por vezes parece uma última e desesperada tentativa de “entender” Barack Obama, muitas pessoas e até alguns analistas profissionais, tentam explicar esta espécie de “poço da morte” em que o Presidente dos EUA roda vertiginosamente, ora ganhando o Nobel da Paz, ora promovendo esquadrões para assassinar adversários e, mais tarde, fazer disso trunfo de campanha eleitoral, ora inspirando os mais indefesos do seu país a votar em si com promessas de políticas sociais, ora patrocinando crimes de guerra no Afeganistão, no Iraque, ou onde calha, ora cantando salmos à nova democracia na velha Birmânia, ora defendendo incondicionalmente a chacina de inocentes na Faixa de Gaza às mãos dos fascistas no poder em Israel, etc., etc., etc.
Na falta de explicações para o que seria uma inescrutável gincana entre posições de direita, destinadas a servir e dar lucro aos “falcões” do complexo político/industrial/militar dos EUA e do resto do mundo, ou posições de “esquerda”, destinadas a encantar ocidentais com vocação para babados lacaios do “império”, como Soares e os seus muitos subprodutos... há quem, em desespero de causa se refugie na teoria do “homem muito dividido”. Dividido entre o que quereria fazer e aquilo que lhe permitem fazer aqueles que o rodeiam.
Puro engano! Ali não há um homem dividido, não há um executor de direita, ou um orador de esquerda! Há apenas um Barack Obama... e não é flor que se cheire!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

E pronto! Vamos lá em frente... que a nossa vida não é isto!


E pronto! Deixemos para lá as idiossincrasias da “democracy” norte-americana, com o seu esmagamento dos pequenos partidos, o feroz bipartidarismo que fecha quaisquer portas ao debate alargado, aos números quase sempre miseráveis de votos expressos, à arrogância que lhes permite, mesmo perante todos estes factos (e tantos outros iguais ou piores!), ter o descaramento de pretender dar lições de moral e democracia ao mundo.
E pronto! Aplausos, aplausos, parabéns, parabéns!!!... e voltemos a tratar daquilo que, realmente, interessa (não que o tipo de regime em vigor nos EUA não interesse), façamos regressar os ranchos de jornalistas que foram esturrar dinheiro para a campanha norte-americana, e tentemos motivar os nossos jornais, telejornais e jornalistas em geral, para darem aos problemas portugueses, reais, o mesmo tipo de atenção que deram a esta reeleição de Obama... se puder ser, com o mesmo entusiasmo.
E pronto! Quanto às eleições nos EUA, teremos mais do mesmo... o que (não se pense que não valorizo!), dadas as sombrias e medievais características da alternativa que se apresentava, não é, com efeito, o pior que podia ter acontecido.
E, claro, há sempre a hipótese de Obama, agora em segundo e último mandato, liberto da pressão de uma futura reeleição, passar a praticar alguns dos princípios apregoados, tão apreciados pelo mundo ocidental... e que lhe ficam tão bem nos “arejados” discursos.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Obama e as armas químicas – Só para ajudar...




Independentemente do que eu possa pensar sobre a criminosa bandalheira que (dos dois lados da contenda) se passa na Síria, há várias coisas (para além do principal, que são as mortes estúpidas e inúteis) que já cansam, como por exemplo:
1. A sonsice ocidental, que faz de conta que não sabe que a “oposição rebelde síria” é, maioritariamente, uma amálgama de mercenários estrangeiros, pagos por vários países da região e de fora dela... países esses movidos por interesses inconfessáveis, sendo que nenhum deles é nem sequer vagamente aparentado com a liberdade, a democracia, ou a paz.
2. A sonsice de Barack Obama, que continua a vender o “argumento” já com cheiro a peixe estragado, segundo o qual há “mãos boas” e “mãos más” no que diz respeito à posse de armas nucleares ou químicas. “Mãos boas”, os EUA e Israel, sempre! “Mãos más”, o resto do mundo... com raras e momentâneas excepções reservadas aos “aliados” de circunstância.
Lá veio ele, mais uma vez, com o seu ar de santinho de pau carunchoso, traçar a linha que a Síria não poderá pisar, sob pena de ser fustigada por um ataque dos EUA... e do resto do lastimável mundo que anda a reboque do “império”: vir a descobrir-se que a Síria tem, ou pretende usar, armas químicas.
Pronto! Agora só resta provar que as armas estão lá! 
Sempre com o intuito de ajudar, cá estou eu, oferecendo umas dicas a essa grande figura de estadista e esperança do “mundo livre”.
Ó Bama... perdão, ó Obama! Se você tiver alguma dificuldade em “provar” a existência das prostitutas das armas químicas da Síria, não hesite em voltar a recorrer aos nossos cronistas, como o ex director do Público, José Manuel Fernandes, ou do vistoso Durão Barroso, figuras que não terão qualquer dúvida em voltar a jurar que viram as provas... ou mesmo a inefável blogueira e jornalista Hiena Ma... perdão, Helena Matos, que para compensar a falta de protagonismo na invasão ao Iraque, será mesmo capaz de jurar que, para além das provas, já viu as próprias armas.
Se for preciso ainda se arranjam por cá mais alguns... mas presumo que você quererá ter outros países representados, o que não deve ser difícil. Idiotas úteis da estirpe destes... há-os por todo o lado!

Adenda:  Eu não disse?! Aí estão os "bobis" amestrados dos EUA...



sexta-feira, 4 de maio de 2012

Obama e Osama... Bin Laden – Duas faces, a mesma moeda


Dizem os jornais que Osama Bin Laden, a fazer fé nuns papéis que teria consigo quando foi encontrado e executado a sangue frio pelos soldados dos EUA, planeava assassinar o presidente norte-americano Barack Obama. Acredito que sim.
Sejamos claros... eu considero que Bin Laden era um assassino. Não há causa que possa branquear ou tornar legítimo o massacre de pessoas indiscriminadas, em esplanadas, comboios, autocarros... ou torres gémeas em Nova Iorque.
O grande azar do assassino Bin Laden foi ter encontrado pela frente outro assassino... mas que dispunha de melhores operacionais, melhores armas e muito, muito mais poder. Um assassino que já mandou matar muito mais seres humanos do que o terrorista saudita, com a mesma, ou mais frieza. Um terrorista que, como se viu, também tinha planeado assassinar o seu “adversário”. A diferença é que, para além de o planear... teve sucesso.
Tratou-se do embate entre dois assassinos. Ganhou o mais bem apetrechado. Apenas isso!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

??? à americana?


Li no “Cravo de Abril” uma referência certeira a esta notícia. Nada de novo! Os cinco cidadão cubanos presos e condenados nos EUA a penas obscenas, por crimes inexistentes, acusados de terrorismo, exatamente aquilo que combatiam... viram, mais uma vez, um recurso ser recusado.
Provado que foi o facto de os “jornalistas” responsáveis pela campanha pública de ódio que ajudou a criar o clima para a condenação dos patriotas cubanos, terem sido pagos diretamente pelo governo para fazer esse trabalho sujo de distorção de factos e calúnia... os advogados de defesa acharam por bem recorrer das sentenças.
Nada feito! O governo do “democrata” Obama mandou dizer que não senhor, que o tribunal deve ignorar esses factos, já que em nada são ilegais, nem terão contribuído para o desfecho da farsa a que, hipocritamente, chamaram julgamento.
É por essas e por outras que fico gelado quando vejo a “nossa” ministra da Justiça fazer títulos de jornais (independentemente do texto que os acompanha), dizendo querer «uma justiça à americana».
A “justiça” que condenou estes patriotas e antiterroristas. A “justiça” da tortura institucionalizada de prisioneiros. A “justiça” de Guantánamo, Abu Grahib e das prisões secretas. A “justiça” das penas de prisão perpétua para crianças. A “justiça” da pena de morte.
É mesmo isto que quer, senhora ministra?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Cavaco lava mais branco


Cavaco Silva está nas terras de Obama com o objectivo (entre outros) de «corrigir imagem um pouco distorcida» de Portugal.
A ideia é louvável, mas parece-me que a primeira grande medida... seria não ter ido ele à frente da “embaixada” encarregada do tratamento em “photoshop” da nossa imagem.
...mas já que lá foi, um grande feito seria convencer os ianques de que os seus ministros e secretários de estado a contas com a justiça, nunca existiram... os da fotografia e os outros todos que não “cabiam”.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A reunião do G20 passo a passo


A minha colega de canções, Carla Bruni, autora e intérprete de algumas cantigas de que gosto, está de parabéns. Para além de, aos 44 anos, ter dado à luz a sua Giulia, filha de Nicolas Sarkozy, o seu marido de 56... “deu” também a Barack Obama aquela que é, até agora, a única ideia de jeito saída da reunião do G20.
Barack Obama, dando os parabéns a Nicolas Sarkozy pelo nascimento da sua filha, acrescentou: «Ainda bem que a menina saiu à mãe!»
Muito bem! Que diacho... o homem não pode errar sempre...
Quanto às verdadeiras razões e possíveis resultados desta reunião de figurões mundiais... adiante se verá, mas temo que não passe de mais do mesmo.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Obama e EUA – Assassinar... mas legalmente


Os EUA, país presentemente presidido por um Nobel da “paz”, essa colossal fraude política e humana que dá pelo nome de Barack Obama, instituíram para si próprios o “direito legal” de assassinar qualquer homem ou mulher, de qualquer nacionalidade, em qualquer parte do mundo, desde que essa pessoa obedeça a algum dos requisitos constantes de uma lista de “ameaças” aos EUA, lista essa também inventada pelos próprios... EUA.
Mais uma vez, cumpriram esse desígnio quase divino (como quase tudo o que fazem) enviando “corajosamente” alguns aviões não tripulados, para assassinar um tal Anwar al-Awlaki, alegadamente membro da al-Qaeda. Claro que, na passada, também assassinaram “um outro” que estava por lá ocasionalmente, e, provavelmente, toda a gente que estava na casa... mas como já se viu, isso não é coisa que tire o sono aos “heróis”, sentados ao comando dos aviõezinhos, tal como não faz pestanejar os pilotos que (e esses presencialmente) têm arrasado escolas, hospitais, casas particulares, ruas, bairros inteiros... exterminando milhares de inocentes e abrindo caminho ao extraordinário e tão “solidário” negócio multimilionário da “reconstrução”, o segundo negócio mais lucrativo dos fabricantes, negociantes e traficantes de armamentos. Como assistimos na Líbia e na longa lista de intervenções militares americanas que antecederam esta.
Não espanta que nada disto incomode a maioria dos cidadãos dos EUA. Um povo que tem gente capaz de, como eu vi e ouvi, ovacionar histericamente num estúdio de televisão um dos candidatos ao lugar de representante republicano às próximas eleições presidenciais, quando foi anunciado que ele era o “campeão” absoluto das execuções de penas capitais nas prisões do seu Estado, no papel de Governador, com a marca de quase duzentas e cinquenta mortes desde o ano 2000... é um povo capaz de tudo.
Agora o que me deixa sem grandes adjectivos é o monstruoso cinismo que é preciso para vir depois alertar os turistas americanos e o mundo em geral, para os possíveis actos terroristas e outras acções violentas, que os amigos e companheiros destes homens agora assassinados possam cometer, como retaliação contra este acto deliberado e terrorista dos EUA.
O mito Obama vai caindo, inexoravelmente, como uma construção de areia. Provavelmente, dentro de pouco tempo já só mesmo Mário Soares restará para o aplaudir... enquanto se baba.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Líbia – Com o dinheiro não se brinca!


Numa singela e absolutamente transparente amostra da estirpe de “liberdade” e de “democracia” que os ventos da NATO e os seus mercenários transportaram dos EUA para despejar sobre Líbia em doses mortais, um grupo de grandes empresários líbios que, obviamente, fizeram as suas fortunas sob o comando de Kadafi, acharam chegada a hora de mostrar o seu incondicional e sentido apoio à causa dos “rebeldes”, pedindo a cabeça do histórico líder do país. Morto ou vivo. Oferecem mais de um milhão de dólares de recompensa e, a ver pela gorjeta extra, o total perdão, seja de que crime for... está mesmo a ver-se qual o crime que pretendem “perdoar”: o assassínio de Kadafi.
Entretanto, sem um pingo de pudor, na comunidade internacional especializada em exportação de “liberdade e democracia”, está aberta, às claras e descaradamente, a luta pelo controlo do petróleo líbio.
Neste caminho criminoso feito de milhares de bombardeamentos dos EUA, sem os quais os “rebeldes” e os mercenários pagos por forças estrangeiras, nunca teriam avançado um quilómetro, somaram-se, ao longo dos últimos dias, os relatos das verdadeiras “estradas” que a destruição e mortes resultantes desses bombardeamentos foram abrindo ao avanço dos “opositores” do regime. De súbito, uma notícia estranhamente diferente, num noticiário nocturno da Antena 1:
«Os rebeldes, apoiados pela aviação da NATO, atacaram e conseguiram controlar o porto petrolífero de Ras Lanuf... sem provocar quaisquer danos materiais».
Como se vê, há que ter sempre presentes as verdadeiras prioridades... e com um porto petrolífero não se brinca!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Obama – Apenas mais um...


(Pawel Kuczynski)

O que é que ganhei até agora em ouvir e ler excertos de discursos de Barack Obama?
Passado todo este tempo é já evidente, até para aqueles que agora têm vergonha de admitir que se espalharam ao comprido ao darem o seu apoio quase beato ao presidente dos EUA, que apesar da vistosa articulação e da peganhenta “simpatia” dos discursos de Obama, o essencial da sua prática tem revelado um extraordinário aldrabão a tentar disfarçar o oxímoro criminoso de guerra nobel da paz.
Enquanto o “comandante” da NATO, braço armado dos EUA, produz frases como esta, que mais parecem um abjecto exercício de humor-negro, isto se formos seguindo a forma mortífera com que os lacaios de Obama vão “protegendo” os civis na Líbia, mesmo que depois peçam desculpas... para logo a seguir voltarem a “proteger” mais civis... o criminoso Obama vai gerindo a sua imagem de estadista, anunciado intenções de retiradas de tropas aqui ou ali, ao sabor dos interesses da omnipotente indústria de armamento.
Perante tal hipocrisia, perguntei “o que ganhei até agora em ouvir e ler excertos de discursos de Barack Obama”. Ganhei pelo menos uma informação: o local exato em que foi enterrado um dos filhos do velho Gepeto. E digo “um dos”, porque o famoso construtor de pinóquios produziu aquela praga às centenas... como nós por cá bem temos também sentido na pele.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Bin Laden – E vai mais um ex-amigo da “américa”!




Estranho mundo este, em que, salvo as exceções, milhões de homens e mulheres ignoram ou olham com desprezo para gente boa, cultura, arte, honestidade, trabalho... mas são capazes de festejar histericamente e de não menos histericamente se esfarraparem... por uma qualquer taça de futebol.
Estranho mundo este, em que quase tão entusiasticamente como a vitória num campeonato, se vem para a rua festejar um assassínio!
É ocioso estar para aqui e explicar o grau de asco que uma figura como Bin Laden me provocava, mas não deixa de ser curioso meditar no destino que têm as “criações” políticas dos EUA no mundo árabe, quando resolvem voltar-se contra o “criador”. Ainda estão bem vivas as imagens da corda à volta do pescoço dessa outra aberração criada para servir os interesses dos EUA (e Mubarak e Kadahfi e Ben Ali e etc., etc., que a lista é longa), até que um dia... perde a utilidade.
Seja como for, podemos agora deixar de ficar tão chocados e ofendidos na nossa escorreita condição de “gente civilizada”, sempre que virmos multidões de homens e mulheres árabes, festejando ruidosamente nas ruas a morte de alguém, morte essa que considerem uma vitória para a sua “justa luta” e uma vingança da morte e sacrifício dos seus “mártires”... tudo isto enquanto vão queimando imagens de líderes e bandeiras dos seus ocidentais e “infiéis” agressores.
Para isso basta revermos as imagens de milhares de norte americanos “cristãos” e extremamente “civilizados”, urrando nas ruas a sua vitória sobre o “infiel” responsável pela morte dos seus “mártires”, enquanto iam queimando imagens de Bin Laden.
Diz uma fonte da Casa Branca: «Se pudéssemos teríamos apanhado Bin Laden vivo». Nem mais!!! Como se estivessem dispostos a arriscar, por um momento que fosse, ficar com aquela “brasa” nas mãos, em território norte-americano. Como se arriscassem um julgamento público, aos olhos de todo o mundo, em que poderiam bem vir ao de cima as ligações entre Bin Laden e a CIA, dos tempos da grande amizade, dos negócios familiares...
Diz Obama com um sorriso triunfal... não sei se pela vitória sobre Laden, se pela indiscutível garantia de reeleição que esta lhe proporciona, que Bin Laden foi responsável pela morte de homens, mulheres e crianças... e pelo sofrimento irremediável dos seus familiares. Efetivamente, foi! Mas não deixa der ser arrepiante ouvir esta “justificação” para o elogio ao assassínio, apenas dias depois de um ataque da aviação da NATO, o brinquedo de guerra de Obama, ter assassinado um dos filhos de Kadahfi, juntamente com os seus netos. Presume-se que estes não contam. Esta gente, na verdade, não tem família... preenche os lugares à mesa e pelas divisões da casa com figuras de peluche, a quem chama pai, mãe, filhos, netos, mulher, namorada...
Estranho mundo este, em que sobem os valores de títulos em bolsa e desce o preço do petróleo, porque se assassinou um terrorista... e em que bandos de indigentes que, infelizmente, estão à frente do destinos de países e de milhões de seres humanos, acham, estupidamente, que esse assassínio, seguido dos obscenos festejos, contribui minimamente para o fim do terrorismo. 
Estranho mundo este!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Obama/Bush – Duas máscaras para o mesmo assassino


A grande fraude política e humana que é Barack Obama, justificou a intervenção militar na Líbia, para a qual arrastou os acéfalos lacaios do costume, dizendo que sempre que os interesses e os valores dos EUA estejam em causa, o seu país deve “agir”.
Primeiro, não valia pena ter dito “interesses e valores” na mesma frase, já que são uma e a mesma coisa.
Segundo, é extraordinário confirmar que milhares de soldados de vários países, incluindo o nosso, andam pelo mundo a matar e a morrer para defender os interesses e valores... dos EUA.
Terceiro, isto é um tremendo e sonoro aviso a todos os países do mundo, sem exceção... mesmo aqueles que acreditam pertencer à lista de amigos dos EUA.
Quarto, olhem... meus amigos e amigas, adaptem-se à “nova ordem internacional” perfeitamente aplicável às relações entre vizinhos. Sempre que acharem que o vosso vizinho de cima, ou do lado, ou do fundo da rua, não está a corresponder plenamente aos vossos “interesses e valores”, já sabem... bombardeiem-no, incendeiem-lhe a casa, ou então, se quiserem resolver o assunto de forma mais “humanitária”... dêem-lhe uma amostra do “sonho americano”. Matem-no!

terça-feira, 22 de março de 2011

Obama - “Democracia” mortífera


Mais uma vez, chegam notícias do envolvimento de elementos do exército de ocupação norte-americano no Afeganistão. Desta vez as fotografias e vídeos são às centenas. Mais uma vez, os “heróis” dos EUA mostram a sua obsessão pelo assassínio e tortura de gente indefesa. Algumas das vítimas das macabras fotografias, ao que tudo indica, não foram mortas em qualquer contexto de combate, mas antes e só, assassinadas por desporto... e para a fotografia/troféu.
Más notícias para os defensores da operação de “proteção” dos cidadãos da Líbia, agora iniciada pelo “império”. Péssimas, tenebrosas noticias, para os civis líbios que vão ser “protegidos” pelos valorosos embaixadores da “democracy”.
Adenda: E não vale a pena vir alguém invocar o pedido de desculpas dos EUA. São já demasiado recorrentes... tanto os pedidos de desculpas, como os assassínios e crimes de guerra.