sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Vaticano – Mais depressa se apanha um mentiroso...



O Papa demissionário, o Sr. Ratzinger, que até há pouco usou o nome artístico de “Bento XVI”, disse, ao demitir-se, que a razão porque o fazia se prendia com a saúde débil, que o impediria de exercer condignamente as funções de chefe de estado do Vaticano.
Agora, passados uns meses sobre a demissão, diz que a decisão de abandonar o posto lhe foi sugerida directamente por Deus, numa experiência “mística” que não está muito bem explicada, mas que já foi confirmada pelos que o rodeavam à época.
Não tenho qualquer problema com nenhuma das duas versões da estória. As minhas pernas e outras maleitas, fazem-me entender perfeitamente a situação de não se poder chegar aonde se quer. Quanto à segunda explicação, também estou em condições de entender o “ex-papa”, já que toda a minha juventude foi passada a mudar de terra... e ao que constava lá em casa, essas mudanças eram também ditadas por chamamento divino... mas isso são contas de outro “rosário de penas que vou desfiando e choro a cantar”. *
Assim sendo, o problema não está nas duas explicações para a demissão do Papa, mas sim no facto de elas serem contraditórias. Estabelecido, então, que o Papa mentiu com quantos dentes tinha na boca... resta apenas a curiosidade de saber quando.
Seja como for, a explicação da demissão do Papa, depois deste tão oportuno "retoque", fará muito melhor figura nos livros de HistóriaTanto da piedosa e mística Igreja Católicacomo do muito mais terreno e venal Vaticano.

* Frase interessante! Com uma música, era bem capaz de dar uma cantiga gira… um fadosei 

14 comentários:

Graciete Rietsch disse...

E as verdadeiras razões? A América latina anda tão turbulenta!!!!

Um beijo.

Anónimo disse...

!! :))))))))) !!

vovómaria

X disse...

É tão bom que as estórias dos livros de História sejam assim, lindas de morrer!

E fico à espera da tal cançoneta, ou fado, sei lá!...
:))

Amália, a olhar o povo que vai novamente lavar no rio, por ter posto a máquina no prego.

trepadeira disse...

O texto recordou-me a expressão de um amigo, quando obrigados a estar na guerra, era frequente ouvir-se, "o comandante é uma besta", ao que o Garcia, assim se chama o amigo, invariavelmente respondia, "isso é um pleonasmo".

Abraço,

mário

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Pode ser ou ter as razões que ele quiser, por mim tanto me faz como me fez...Jesus deve ter coisas mais importantes para fazer/resolver

Zequinha disse...


O gajo já podia ter ido para o raio que o parta!

Anónimo disse...

Que se foda o papa...

samuel disse...

Anónimo (23:25):

E isso não seria um pecado... mortal? :-) :-)

São disse...

Desculpem, mas não foi também o Bush filho que teve uma conversa com Deus para atacar o Iraque?

Bom fim de semana

A. disse...

Não me diga que ainda acreditava em santos no Vaticano. Espere pela verdade (tarda mas não falha) e compreenderá que artista é o Francisco, e qual é o objectivo real da patranha. Adianto-lhe que os Judeus dos SWAPs já iniciaram a transfega para os seus bancos em parte incerta!...


Abraço

Antuã disse...


Com papas e bolos se enganam os tolos.

Anónimo disse...

Frases comunas, nome artístico "Bento XVI", contra tudo e a favor dos comunas.Jerónimo.

O Geek do Blog disse...

Sou um bocado chato, porque, enfim, sou geek. A questão é esta: podemos não gostar da pessoa, ou até gostar, não importa muito, mas há dois reparos a fazer:
a) Bento XVI continua a ser Bento XVI (não é uma questão religiosa, é uma questão legal, tendo em conta que ele é cidadão dum país que define as suas leis e nesse país, o nome dele é Bento XVI).
b) As duas explicações, por mais absurdas que sejam uma delas ou ambas, não são minimamente contraditórias, se virmos bem.
Cumprimentos do geek e até breve!

Anónimo disse...

Mas que conversas? Só se forem as conversas da treta!
Vicky