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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Banditismo - Haverá vantagens reais em fazer-se alguém passar por idiota?


Apesar de, como quase todos os consumidores de literatura policial, ter uma considerável admiração pela superior inteligência de alguns grandes criminosos (felizmente, quase todos figuras de ficção!), aquilo que me diverte mesmo, mesmo... são os criminosos estúpidos.
É o caso de mais um desses indigentes, um bandidozeco que, não resistindo à vaidade, decidiu publicitar o seu “poderio” de tal forma... que foi imediatamente preso ficando sem todo o seu arsenal.
Outra coisa que me “diverte” são os criminosos que, longe de serem estúpidos, antes pelo contrário, carregados de cursos e com currículos impressionantes construídos em grandes escritórios de advogados, administrações de empresas e até governos, numa qualquer altura das suas vidas e medindo as possíveis consequências dos seus actos... preferem fazer-se passar por parvos.
É o caso do “nosso” ministro dos Negócios estrangeiros que, perante a dificuldade de explicar as suas tão extraordinariamente lucrativas accções do BPN... prefere fazer a figura de um imbecil, que não sabe muito bem quanto gasta em acções, ou, sequer, quanto é que elas valem realmente.
É o caso dos membros do “nosso” governo... que preferem fazer a figura de idiotas capazes de se esquecerem de que cortaram os salários a milhares de trabalhadores... "esquecimento" que tem "justificado" a insistência do FMI em mais cortes salariais.
Depois... lembramo-nos daquilo que são na verdade: 
bandidos, canalhas, aproveitadores... e perdem a “piada” toda!!!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Mulas – Há-as para todos os gostos...




O destacado “socialista” espanhol e colaborador do FMI, Carlos Mulas Granados, não se poupou no rigor e na dureza, aquando da feitura do relatório encomendado por Passos Coelho ao mesmo FMI, e de que foi coautor, relatório destinado a justificar os cortes de (mais) quatro mil milhões de euros retirados aos bolsos e à vida dos portugueses. Isto, depois de rasgar publicamente as vestes em discursos contra a austeridade...
É nestas alturas que se vê que não é só em Portugal que há gavetas atulhadas de “socialismo”! Adiante...
caballero y nuestro hermano era também presidente de uma treta qualquer chamada “Fundação Ideias”, também ela assaz “socialista”. Ora, como isto tudo está pela hora da morte, o nosso amigo Mulas tratou de inventar uma amiga virtual, Amy Martin, uma “especialista” que assinava por ele resmas de artigos para o site da Fundação. Calculam os restantes dirigentes da dita Fundação (que agora o expulsaram da presidência) que o Mulas tenha, através desta fraude, pago a si próprio qualquer coisa como 50.000 euros da organização.
Pela minha parte, agradeço a notícia. Estas estórias, uma espécie de novas fábulas imorais, são sempre pedagógicas... mas na verdade não havia necessidade!
Nesta altura do “campeonato” já todos temos uma ideia bastante precisa sobre que tipo de canalhas é que pulula nestas organizações. Já temos uma imagem bastante nítida quanto à matéria de são feitos os bandalhos que vêm esticar o dedo a aconselhar baixas de salários, cortes nas indemnizações por despedimento, cortes em pensões de idosos, cortes nos subsídios de desemprego, no acesso ao ensino, à saúde, à cultura...
Estão devidamente identificados. Falta apenas (fazer) chegar a hora, como dizia uma cantiga que cantei muito, antes de Abril, “em que tenhamos ocasião de lhes pagar tanta atenção!”

Adenda:  Afinal, a falcatrua da escritora misteriosa não era para se abotoar, ele próprio, com o dinheiro... mas para pagar à esposa



sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Ele há livros e livros...


Pois claro que não! Começa a ser claro para toda a gente que o livro de cabeceira destes bruxos de fancaria é mais o “Livro de S. Cipriano”.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

FMI e Governo Passos/Portas – Bando de criminosos!


Christine Lagarde, a miserável ruminante sonsa que dirige o FMI, precisou de apenas algumas horas para passar dos elogios hipócritas a Portugal e ao povo português, a este relatório monstruoso e nojento.
O FMI e a ruminante sonsa vêem o país como uma manada mais ou menos misturada com outros “activos” negociáveis, bastando cortar aqui, liquidar ali, despedir acolá... para que as contasdêem certo.
Não importa à ruminante sonsa, o facto de toda a gente ver que ela, todos os dias e só em farpelas e assessórios, carrega em cima do lombo mais dinheiro do que aquele que um trabalhador português com o ordenado médio da Função Pública ganha num ano inteiro.
Não importa quantos milhares de seres humanos se atiram para a miséria. Não interessa quantas famílias (o que eles gostam de falar das “famílias”!!!) se destroem. Desde que o crime renda os milhões certos (ainda que os crimes anteriores não tenham rendido nada daquilo que planearam)... destrua-se!
Não importa que um país inteiro se enoje e indigne. Não importa que para a GNR o relatório seja «uma verdadeira afronta», que para a Polícia seja «estranho e ridículo», que para a FENPROF signifique a possível «demolição do sistema educativo», que para os utentes do SNS seja «inconcebível», que para aqueles que realmente se opõe a esta política, como é o caso do PCP, se trate apenas da «continuação do roubo do povo português».
O que importa é satisfazer os fanáticos das contas, de que é exemplo o “alegre” secretário Carlos Moedas, para quem o relatório, evidentemente, «muito completo e importante», acrescentando mesmo que «o Governo não elimina qualquer medida do relatório».
Esta canalha troikista e o governo que a serve, deve ser varrida!
Toda a resistência é legítima!!!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Miguel Beleza – Gostava de ter dito isto...



Não costumo identificar-me com quase nada do que diz o economista Miguel Beleza nas suas recorrentes visitas às televisões. Muito menos aprecio o ar enfastiado com que costuma dizer tudo o que diz.
Posto isto, há sempre uma primeira vez para tudo.
Estava Miguel Beleza comentando o facto de tanto o FMI, como a Comissão Europeia acharem agora que a prioridade são as políticas de crescimento e alertarem para a "insuficiência dos sacrifícios", quando estiveram na base da imposição da austeridade cega que se abateu sobre Portugal. Na sequência, o economista insinuou desconfiar que, no caso de Barroso, anda gato escondido com rabo de fora, com o fim de juntar “créditos” para atacar outros voos mais altos (o que começa a ser evidente). Quando achou que se tinha explicado... saiu-se com esta pérola, que lhe invejo grandemente:
«É como se um indivíduo que mata o pai e a mãe, vá depois para o tribunal pedir clemência... por ser órfão.»
Brilhante!!!


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Onde está Aníbal CavacWally Silva?


Será que o Orçamento é um crime contra quase todos os portugueses?
Será que o Orçamento é inconstitucional?
Será que os governantes que o criaram são criminosos?
Será que os deputados que o aprovaram são cúmplices de um crime?
Será que, como "eles" dizem, não existem alternativas?
Será que convidar organizações estrangeiras para “refundar” o Estado português... é traição?
Será que os traidores ficarão impunes?
E por último, por mais que eu desconsidere a “figura”...
Onde está Cavaco Silva?

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

FMI e Durão Barroso - É preciso ter lata!



Que a austeridade, resultando no esmagamento do poder de compra de milhões de cidadãos, que assim contraem o consumo, levando à falência milhares de pequenas empresas viradas quase exclusivamente para o consumo interno, aumentando o exército (antes fosse!!!) de desempregados... que a austeridade, como ia dizendo, seria a ruina da economia e não a sua salvação, era uma coisa tão óbvia, tão óbvia, mas mesmo tão óbvia... que até eu sabia!
Fazendo durante meses e meses ouvidos de mercador aos avisos de gente que também o sabia, e muito melhor do que eu, de repente, xanããã!!!... o FMI descobre que se tinha enganado e que a austeridade, afinal, não é solução, pedindo mesmo um «travão á austeridade na Europa»
Durão Barroso borrou-se todo e jura a pés juntos que a culpa é dos governos e que nunca houve nenhuma imposição europeia aos países e aos povos “intervencionados”.
Olhando para o brutal Orçamento e demais medidas avulsas que continuam a "parir"...  os nossos governantes ainda não sabem de nada, ou, provavelmente, Angela Merkel ainda não lhes telefonou a fazer saber.
É preciso ter lata!
Mais lata ainda que a que vinha da Flandres, a região onde eu pensava que “nascia” e de onde era importada toda a “folha de flandres”, a vulgar lata com que se forravam vistosos baús de madeira, com que eram feitos aos alguidares, baldes, regadores, almotolias... e muitos dos meus brinquedos mais queridos, que tanto me ajudaram a matar tempo e ficar com alguns golpes nos dedos enquanto o fazia...
Agora já sei de onde vem a lata!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Cristine Lagarde – A mulher certa, no lugar certo!


Disse muito bem o Vítor Dias, que o que gostaria de ouvir da boca de Cristine Lagarde, a “chefa” do FMI, seria algo como: «As crianças da África subsariana precisam muito mais de ajuda do que os bancos que têm recebido biliões de ajudas estatais e de instituições financeiras internacionais».
Mas, infelizmente, não foi isso que a senhora disse!
Serviu-se apenas da miséria, fome e morte das crianças africanas, para numa manobra do mais porco populismo, “justificar” a insolência do insulto que dirigiu, de uma forma generalizada, ao povo trabalhador da Grécia.
Fazendo de conta que não sabe quais as origens (e os culpados) desta actual crise do capitalismo, fazendo de conta que não sabe distinguir entre o olho do cu e a feira de Beja, diz que a culpa do que se passa na Grécia «é dos pais das crianças, que não pagam impostos», enfiando no mesmo saco reformados que trabalharam toda a vida e toda a vida pagaram, vendo agora as suas reformas cortadas para níveis de miséria, com os ricos espertalhaços (e os seus subprodutos) que fogem aos impostos, sim... mas que estão longe de ser uma originalidade grega.
Tudo, para justificar o facto de, confessadamente, não ter «pena das crianças gregas»... porque tem mais pena das “outras”, como disse numa entrevista, que entretanto já tentou, à pressa, "suavizar".
Depois, imagino, soltou um loooongo “múúúú”... e voltou para o curral, para aí continuar a chafurdar na sua “obra”.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

FMI – Já faltou mais...



Pouquíssimo tempo depois de substituir Dominique Strauss-Kahn na cadeira de presidente do FMI, por este estar a braços com uma grande embrulhada de contornos muito mal contados, para onde foi arrastado pela sua reconhecida “ciguêra” sexual por tudo o que se mexa... agora é a vez de Christine Lagarde vir a ter, muito provavelmente, um encontro imediato e desagradável com a justiça francesa, por mor de uns dinheiros públicos que, alegadamente, seguiram por caminhos errados... e o que mais se verá.
Se esta tendência para a asneira e a alta rotatividade dos presidentes do FMI de tornar num padrão... quer dizer que ainda há esperança para a nossa ladina Fátima Felgueiras e para o sempre isaltinante” Morais... entre outros.
Na dúvida, devem manter-se sempre contactáveis. Já faltou mais...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Dominique Strauss-Kahn – Também quero ser enviado da RTP!


O socialista (???) francês e presidente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, viu-se envolvido (ou envolveram-no?), novamente, mas desta vez de uma forma mais grave, num escândalo de cariz sexual. O PS francês está em estado de choque, porque contava com ele como principal arma contra o traste Sarkozy. Menos chocados ( a não ser de satisfação) estão aqueles que iriam ser os seus adversários na próxima eleição presidencial, incluindo alguns seus correligionários de partido.
Nós também estamos muito chocados. Tão chocados, que achámos justificável enviar para Nova Iorque a jornalista Sandra Felgueiras e a sua equipa que, custe o que custar, ficarão ali plantados à porta do tribunal, do hotel, da polícia, do que for... para nos relatarem ponto por ponto tudo o que se passa com o alegadamente incontrolável predador de trabalhadoras de hotel, jornalistas, ou mesmo funcionárias do próprio FMI.
É óbvio que o homem tem direito à presunção de inocência... já nós, não temos como escapar à sentença de “parolice agravada”.
Não tenho nada contra a jovem Sandra Felgueiras. Nunca me passaria pela cabeça transferir para a moça aquilo que penso da inenarrável senhora sua mãe, a autarca maravilha de Felgueiras, Fátima Felgueiras (nem sequer o desagradável excesso de “felgueiras” neste texto). Quanto ao facto de, enquanto jornalista televisiva, ser um pouco “panela de expressão”... isso é apenas cansativo.
Fiquemos pois descansados! A nossa parolice nacional pode beber as informações da Sandra diretamente da fonte. Além disso, a prisão do presidente do FMI não vai "prejudicar Portugal" e, pelo menos, conseguiu "surpreender" Mário Soares... o que é, digamos, uma forma de exercício cerebral... e ele bem precisa.

Esperemos que, caso ele seja condenado aos tais possíveis setenta e tal anos de cadeia, a pobre moça não tenha que acompanhar o indivíduo no seu dia a dia de reclusão. Como disse, não tenho nada contra ela, coitada!





quarta-feira, 20 de abril de 2011

Soares – Sem sombra de surpresa


Confesso que quando vi as notícias das recusas, por parte do PCP, dos Verdes e do BE, à participação nas reuniões com a troika do FMI e dos outros... pensei logo com os meus fechos éclair e um colchete: Danou-se! E agora o que é que vai dizer o doutor Soares, “balhamedeus”?!
Agora a sério, esta notícia, já repescada, garantindo que Mário Soares não ficou surpreendido com a recusa do PC... também não me surpreende nem um pouco. Soares já conhece relativamente bem os comunistas portugueses, mas nada que se compare com o conhecimento e convívio que tem tido com o FMI e a “europa connosco”, de que foi (e é), entre nós, o principal lacaio. Sabe muito bem, portanto, que uns e os outros não ligam.
Os seus amigos americanos vieram sempre em “seu auxílio” de cada vez que os capitalistas portugueses precisaram muito e era necessário alguém de fora para fazer o trabalho sujo de esmagar os direitos dos trabalhadores e roubar ordenados e pensões, permitindo aos seus amigos do PS salvarem a cara e manterem as aparências... mesmo que o “socialismo” já estivesse (sempre esteve!) na gaveta.
Nas duas vezes em que fomos roubados pelo FMI, a primeira em 1977 e a segunda em 83, o principal pretexto para as dificuldades e para a brutal austeridade foi o “choque petrolífero”. Das duas vezes o povo pagou duramente a restituição dos milhões que os capitalistas sentiam fugir-lhes das mãos. Das duas vezes, era primeiro-ministro Mário Soares.
Na verdade, para além do pretexto do "choque petrolífero", o país afundou-se, em 1977, em resultado do violento boicote internacional à Revolução de Abril, somado à massiva fuga de capitais criminosamente cometida pelos senhores “do antigamente”, que em vez de terem os dentes partidos por essa traição, foram recompensados com rios de dinheiro do FMI.
Na verdade, para além do repetido pretexto do "choque petrolífero", o país voltou a afundar-se, em 1983, principalmente porque grandes empresas e a banca, começaram a ficar estranguladas com as novas políticas monetárias da Reserva Federal dos EUA e a consequente subida dos juros, imposta pela chegada ao poder dos neoliberais, curiosamente, os “gurus” políticos e económicos do inútil que agora lidera as hostes da São Caetano e do PSD.

De todas as vezes Portugal foi "aliviado" de copiosas toneladas das suas reservas de ouro.
Resumindo... embora o calhordas Soares tenha aproveitado esta sua “não surpresa” pela recusa do PC em colaborar com o FMI, não para valorizar essa posição de coerência, ou para constatar (ainda que discordando) a existência de uma posição e projeto alternativo na defesa do interesse e soberania nacionais, mas sim para cantar louvores ao FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia (que é para isso que é pago há muitos anos)...  eu, pela minha parte, quero afirmar que também não fiquei surpreendido com essa recusa... mas pelas razões certas.
Colaborar, seria como se alguém viesse assaltar-me a casa e eu, voluntariamente, ainda me dispusesse a ajudar os ladrões a embalar as minhas coisas e levá-las para a carrinha. Não contem comigo! 

Outro mundo é possível... mesmo que por enquanto tenha que me deixar roubar.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Troikas e baldrocas


Dominique Strauss-Kahn, presidente do FMI, Jean Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu e Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, são as caras das três entidades que nos invadiram e tomaram o poder, a convite dos vendidos que nos "governam". São a troika que anda na boca dos nossos comentadores e jornalistas nas últimas horas.
Como temos um jornalismo televisivo tão parolo quanto subserviente, agora os telejornais têm equipas a seguir a “troika” para todo o lado, descrevendo cada passo, cada espirro, cada olhar dos seus elementos. Quanto tempo irá durar a paranóia jornalística?
A “troika” veio a pé do hotel até ao Terreiro do Paço.
A “troika” está a admirar as arcadas do Ministério da Finanças.
A “troika” está a entrar para a primeira reunião.
A “troika” agora vai almoçar.
A “troika” está finalmente embrenhada nos assuntos da coisa pública...
A “troika” agora foi à casa de banho... está com outros assuntos “entre mãos”...

Haja pachorra! Não nos bastava a gravidade da situação?!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

FEEF/FMI – Ajuda, sim... mas primeiro para "quem mais precisa"


Sérgio Ribeiro faz uma série de (in)pertinentes perguntas sobre quais os reais beneficiários da “pesada ajuda” europeia que aí vem. À questão sobre se a “ajuda” se destina aos desempregados, aos pensionistas a quem cortaram as pensões, aos funcionários públicos a quem cortaram os vencimentos, aos doentes a quem tiraram as credenciais para os transportes e os centros de saúde na sua terra, às famílias a quem prometeram a facilidade de casa, carro e férias a crédito... para agora os terem presos pelo pescoço e de garrote bem apertado... o Sérgio Ribeiro responde aquilo que só não vê quem não quer: a “ajuda” é para beneficiar em primeiro lugar... e em segundo, em terceiro, em quarto, quinto... ... os credores de toda esta gente. Os bancos!
A crua realidade não demorou a confirmar esta “má vontade” do economista comunista. As notícias não tardaram: mesmo antes de acontecer seja o que for... os bancos portugueses já estão a ganhar muito dinheiro, com as cotações das suas ações a subir no mercado de capitais. Sobretudo, os bancos dos dois banqueiros que mais engrossaram a voz para ordenar a Sócrates que pedisse a “ajuda”, a saber, Carlos Santos Ferreira, pelo BCP e Ricardo Salgado, em nome da família Espírito Santo e do BES, cujos títulos, em apenas um dia valorizaram cerca de 5 por cento.
É assim como que uma espécie de recompensa pela sua intransigente defesa dos “valores” nacionais... o que, particularmente no caso do Dr. Ricardo Salgado é um desígnio que já inspira a família há muitas décadas. Pelo menos desde o tempo em que o avô Espírito Santo, também ele Ricardo, trabalhava estreita e diretamente com Oliveira Salazar e colaborava ativamente com os nazis, simpatia essa que lhe valeu muitos negócios e muito, muito dinheiro.