segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Alberto João Jardim – O falso carnavalesco




Estão a ver a situação das gentes que, quis o infeliz acaso, vivessem em Vila Velha de Ródão, Cacia, ou na zona do Barreiro, sob a “influência” quase constante do cheiro nauseabundo que exalam algumas das indústrias vizinhas? Pois! A verdade é que, com o passar das horas, dos dias e dos anos... acabam por habituar-se e achar aquilo quase “normal”.
É exatamente assim que Portugal reage a Alberto João Jardim. O biltre faz o que lhe apetece, ameaça, incita abertamente à violência, persegue opositores, agride, dá ordens diretamente à Assembleia Regional, desrespeita uma lei atrás da outra... e o mais que lhe acontece é ser dado como maluco.
O estatuto de maluco tem-lhe dado imenso jeito e tem servido às mil maravilhas às “famílias” de ricaços que, desde há muitas gerações, sugam tudo o que a Madeira tem para dar e ainda se sentam à mesa do orçamento da república.
Mesmo assim, o nauseabundo figurão, sente-se incomodado pela possibilidade de os opositores ainda terem oportunidade de dizer alguma coisa, por pouco que seja, que lhe risque o verniz da loucura e faça aparecer o vulgar criminoso que sempre esteve por baixo.
Como se fosse possível sentir-se ameaçado nas próximas eleições, quando o máximo que poderá acontecer-lhe é não ter uma maioria tão esmagadora como é costume, ameaça que abandona a política. Depois, como se não tivesse a certeza absoluta de que qualquer líder de qualquer um dos partidos da oposição vai perder as eleições... desafia-os a terem a coragem de abandonar as suas lideranças... seguindo o seu “exemplo”.
Como se houvesse equilíbrio na luta eleitoral. Como se houvesse jogo limpo. É um biltre!

12 comentários:

Maria disse...

Não te irrites com este palhaço. Ao menos hoje. A não ser que estejas sorrindo... mas olha que de maluco ele não tem nada!!!

Abreijo.

Sonhadora disse...

O que este palhaço precisava era que alguém lhe "fosse aos fagotes".

Anónimo disse...

Faz o mal e a caramunha!
Abraços.
J. Coelho

trepadeira disse...

É em cima destas figuras que me apetece experimentar escultura orgânica depois de uma barrigada de ameixas caranguejas.

Um abraço,
mário

O Puma disse...

Meu caro

o soba intimida os seus utentes
até nas urnas

até quando?

GR disse...

É intolerável o comportamento deste fascista. A verdade é que o governo (qualquer que ele seja) e os Presidentes da República calam-se e voam como os crocodilos. Será que o JJ sabe algo sobre eles e pode abrir a boca?!!!

Grande, Grande BJ (especialmente hoje),

GR

Luis Filipe Gomes disse...

Falando agora de jardim: parece que coelho há que não gosta da vida de jardim; por outro lado que jardim precisa de coelho que lhe coma os amores-perfeitos? Jardim é também local impróprio para qualquer silva, pois a silva é de grande alimento; a silva tudo invade e tudo envolve. Há uma certeza porém porém tronco podre, galho corroído ou cavaco sêco com a silva se transfigura e amoroso se torna toca de coelho ou ninho de abutres. Fauna esta que faz pequeno qualquer jardim.

carol disse...

Biltre, nauseabundo figurão ordinário e sei lá o que mais, não chega para nos referirmos a esse ordinário dessa Jardim. E só num país como este se admite que continue a ser governante. Isto para não falar dos inúmeros madeirenses que durante anos endeusaram - e continuam endeusando - esse energúmeno!

Antuã disse...

Que cheiro fétido!...

João de Sousa Teixeira disse...

Aqui há tempos escrevi isto não sei para quê. Tenho agora a noção de que não completei o texto e como não me lembro do objectivo que tinha na altura, também não sou capaz de o acabar. De qualquer forma (isto é uma vantagem dos computadores) abri o “ficheiro” sem querer e achei-lhe graça.

NOTA DE CULPA

Alberto João Jardim faz o que quer. Arrogante e pesporrente, criou na Madeira um clima de medo e de favorecimento de clientelas ao melhor estilo caciqueiro. O Estado é tolerante: tem aceitado as diatribes, os humores e as vontades, como se existissem energúmenos bons e energúmenos maus. Devia ser preso.
Alberto João Jardim insulta quem muito bem lhe apetece, promove a calúnia e instiga o separatismo (ele e os que o acompanham) com assobios para o lado. Ameaça e faz chantagem com o dinheiro dos impostos de todos nós, contados ao milímetro para os restantes cidadãos, com impunidade e a conivência do Estado. Devia ser preso.
Alberto João Jardim não cumpre as leis da República porque não, com argumentos porque sim. É um fora da lei a gritar agarra que é ladrão e o Estado remata para canto, dizendo que o assunto se resolverá. Devia ser preso.
Alberto João Jardim faz de palhaço-estadista, faz de estadista-alcoólico, como se o Estado fosse um circo ou uma taberna. Devia ser internado num manicómio para curar a dupla personalidade que aparenta. Após a cura, devia ser preso.

Abraço
João

Fernando Samuel disse...

De facto, este jardim está todo podre, cheira que tresanda, mete nojo...
(e desta vez não se emborrachou de poncha porque o médico não deixou...)

Um abraço.

Anónimo disse...

Este caramelo,A.J.é o sinónimo evidente do déficite democrático na Madeira.Parafraseando Jô Soares é caso para dizer aos madeirenses que têm pai que é cego....