quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Embaixada de Israel - Concentração - 18 h




Pelo fim dos massacres na Faixa de Gaza
Pelo fim dos crimes de guerra contra os palestinianos
Denúncia dos crimes, em frente da embaixada dos criminosos

Hoje 18:00 Horas - Embaixada de Israel - Rua António Enes - Metro Picoas

A distância que me separa de Lisboa parece, por vezes, mais curta, outras vezes mais longa... hoje, infelizmente, por razões ligadas com trabalho, é intransponível.
Estou certo de que alguém entre os presentes, não se importará de ser "portador" da minha voz.

10 comentários:

lino disse...

Não sabia :(. Espero que ninguém tenha sido agredido ou assassinado pela Mossad, que guarda as portas.

duarte disse...

É capaz de vir a ser a noticia de abertura dos telejornais: "grupos de esquerda manifestam-se a favor dos terroristas palestinianos!!!"
Hoje vai ser exibido um documentário/reportagem sobre fidel castro na rt2...vamos ver o que dali sai...
abraço do vale e solidariedade para com as vítimas da "guerra".

GR disse...

No Porto a JCP levou a efeito uma acção com largas dezenas de jovens, abrindo uma grande faixa colocaram-se, bem no centro da cidade. Enquanto outros distribuíam comunicados “NÃO À AGRESSÃO A GAZA!”
Milhares de comunicados foram entregues e muito bem aceites.
Uma juventude activa, esclarecida e solidária.
Gostei de ver e participar!

A TVI não se portou mal, não consegui ver em mais nenhuma.

Mesmo sendo má, utilizei a minha, bem gostaria de ser portador da tua Voz,

GR

Joao Carlos disse...

acabei de ler num comentário do dia 5 de Janeiro que afinal o Oppenheimer e o anónimo sempre são a mesma personagem. E lamentavelmente ele escreve que já não volta. E não volta, talvez por vergonha.
O que é se pode ainda dizer em defesa dos judeus?
Porque depois de bombardearem cruelmente uma ESCOLA da ONU, desta vez foi uma caravana de ajuda humanitária a ser brutalmente atingida. E o mais grave de tudo isto foi a afirmação do representante ONU que diz que o exército dos judeus nem se deu ao trabalho de socorrer aqueles infelizes atingidos, que eles sabiam que eram civis e em missao de ajuda. Isto é assassinio, em qualquer parte do Mundo.
Quando a ONU ainda diz que o exército dos judeus estava informado desta missão, o que é que falta para levar estes assassinos ao Tribunal dos Direitos Humanos de Haia.
Ou será que este Tribunal também só funciona quando convém??

Antuã disse...

Não há tribunais capitalistas que condenem estes criminosos militantes. apenas com a revolução a justiça será uma realidade. Façamos o que estiver ao nosso alcance para mudar isto.

duarte disse...

eu não tive a pachorra de ver a tvi até ao fim, obrigado GR...
Mais acções destas vão repetir-se pelo globo...cabe a todos nós, difundir a realidade, para criar uma onda global , que depois de formada , nada parará.
abraços e INCH'ALLAH

Mar Arável disse...

Que nunca te doa a voz

Daniela Costa disse...

Tenho me apercebido que há muitas pessoas revoltadas com o que se está a passar,mesmo que a nossa comunicação social a nivel televisivo seja muito pouco esclarecedora.Mas trata-se de pessoas que não costumam ir a manifestações.No entanto não deixam de exprimir a sua revolta junto das outras pessoas,seja no trabalho,seja no café,seja no centro de dia.Eu vivo numa zona da cidade maioritáriamente habitada por pessoas já idosas mas tenho-me apercebido que não estão alheias aquilo que se está a passar.Só que por vezes a idade não facilita as deslocações ás concentrações.

in Combustoes disse...

Quando em 1948 Israel proclamou a independência, os comunistas, pensando tratar-se de um potencial aliado, fizeram campanha pelo nóvel Estado. Então, os "imperialistas britânicos", mais as "monarquias-fantoche" (Iraque, Transjordânia, Egipto) e as "Cinco Irmãs" faziam o boneco perfeito de uma luta que oporia o capitalismo global ao socialismo kibutzim. As contas sairam-lhes erradas.

Uma década volvida, com a instalação dos regimes árabes socialistas manipulados pelo Kremlin, Israel era já a alma danada do "capitalismo sionista", instrumento de agressão contra as "massas árabes" e agente perturbador regional. A URSS dava dinheiro e armas, velhos cientistas nazis reformados davam assessoria a mirabolantes projectos de "armas secretas" alimentados por Nasser e um certo jornalismo de causas reproduzia a rábula da manipulação judaica da banca ocidental. O mito foi tão longe e aceite com tal naturalidade que, sem tirar, limitou-se a copiar a historieta dos Protocolos dos Sábios do Sião que durante tantas décadas havia alimentado o imaginário de uma conspiração mundial "plutocrática judaico-maçónica". A verdade é que Israel, ou antes, os judeus israelitas, nunca foram ricos e foram, até, muito hostilizados, tanto pela mais estrita ortodoxia judaica - que no laicismo identificava uma herética quebra da tradição - como pelos judeus assimilados, que viam no nacionalismo sionista um agente de perturbação do seu estatuto de cidadãos de outros Estados.

Fernando Samuel disse...

Infelizmente, não fui, como queria, «portador» da tua voz...


Um abraço.