sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Os Pontos Cardeais




Durante o processo de busca na Net de artigos relacionados com a recente “Aventura de D. Policarpo no Casino”, acabei por tropeçar em dezenas de referencias a Cardeais por esse mundo fora. De facto, salvo as sempre honrosas excepções, são muitos os países que se podem “gabar” de terem à frente das suas Igrejas verdadeiros “cromos”, capazes de produzir as declarações mais exóticas e destrambelhadas. Experimentem uma pesquisa no Google e vão ver...

Afinal, ao contrário do que me ensinou o saudoso Professor Queirós, nas primeiras noções de geografia que me deu na já tão “longínqua” Escola Primária do Adro, em Águeda, os Cardeais é que são uns pontos!

18 comentários:

salvoconduto disse...

Ainda bem que puseste os cardeais e os pontos a bold,éu ia chamar-lhes outra coisa...No meu blogue dei a notícia de mais um ponto.

Abraço

Anónimo disse...

Era bom que este nosso ponto cardeal,fosse um ponto final.
Um abraço
Lagartinha de Alhos Vedros

Maria disse...

Este ponto, que não é final porque está ainda muito novo, está-me completamente atravessado.
Vou dar uma voltinha ao google...

anamar disse...

Hoje por Razoes diferentes, andámos à procura dos pontos cardeais...
da poética á vida...
Só hoje tenho a oportunidade de lhe falar no "frisson"que me causou a pianista francesa...
Obrigada!!!! abracinho

Joao Carlos disse...

a secretária de Estado Idália Moniz afirmou que "nos últimos oito anos foram registados 132 mil casos de vítimas de violência doméstica" em Portugal, admitindo que os dados corresponderão a "30% da realidade".
Quer dizer que estamos a falar de 400 mil bons católicos que muito religiosamente agrediram as suas católicas esposas.
"Este é um número que, para além de mera estatística, nos deve levar a fazer uma reflexão, porque representa 52 vítimas por dia e duas por hora", disse Idália Moniz.
E nem é preciso falar da pedofilia dos padres, sempre escondida, melhor dizendo tapada.

Vergonha!!

Pata Negra disse...

O cardeal é um tipo porreiro, fuma e tal...
Se o minha filha me anunciasse que ia casar com um muçulmano eu aconselha-la-ia: filha, ainda bem que não te encantaste por um católico mas, se é para viver em monogamia, então mais vale ficares solteira!
Eh pá, deixem o cardeal abrir a boca! Afinal de contas o homem não percebe nada de mulheres!
Um abraço sem machismos

Antuã disse...

Eu que fui seninarista na Sociedade Missionária Portuguesa sei muito bem o que é terrorismo psicológico feito pela padralhada, especialmente os directores espirituais, a crianças com 11, 12 ou 13 anos. dos de maior idade não sei porque me expulsaram do Seminário de Cernache do Bonjardim. Também há quem escreva Sernache do Bonjardi. Por via de dúvidas é no concelho da Sertã.

BlueVelvet disse...

Brilhante humor o teu.
Abreijinhos

Fernando Samuel disse...

Boa!



Abraço.

Anónimo disse...

Não é D. Policarpo que os dons não vêm com apelidos, só com nomes próprios. alguém fala do D. Duarte Pio como o D. Bragança?

Anónimo disse...

acho mais ajuizado este texto http://esquerda-republicana.blogspot.com/2009/01/aap-solidria-com-policarpo.html

samuel disse...

Ó caro anónimo

E acha que eu chamo "dom" a um cardeal a sério? Quero lá saber se Policarpo e nome ou alcunha...
Haja sentido do ridículo! Dom???

samuel disse...

Caro anónimo, o mesmo ou outro, que com isto dos anónimos não há como saber.

Fui ler o tal texto que aconselha. É uma bela salganhada!

Anónimo disse...

Caro Samuel, chame-lhe o que lhe chamar (ao uso do Dom) é erro de português.

samuel disse...

Caro anónimo

Se a questão é mesmo o meu mau português, está obviamente carregado de razão.
Passarei a chamar, sempre, Dom José ao senhor Policarpo. :-)

Anónimo disse...

por mim pode chamar senhor josé ao senhor policarpo, mas quando se lembrar do dom não transmita o erro.

samuel disse...

Para tudo é preciso ter dom... até para saber como e onde o usar.

googler disse...

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