segunda-feira, 30 de março de 2009

Cardinalis, Cardinalis!...



O “nosso” Cardeal Patriarca, Sr. Policarpo, diz que “a Igreja não muda ao sabor das circunstâncias.”

É natural! Sendo uma colectividade que se guia directamente por dicas divinas, a Igreja muda primeiro e só muito depois é que se verificam as circunstâncias que justificam essa mudança!...

Ou então, é tudo muito mais prosaico e terreno, tratando-se apenas do hábito já antigo, que a Igreja assume como natural, de serem as “circunstâncias” a terem que se moldar aos seus apetites e interesses.

9 comentários:

Fernando Samuel disse...

É isso: as circunstâncias é que mudam ao sabor da igreja...

Um abraço.

Maria disse...

Vou pela última hipótese...
O passarinho merecia ter outro nome, caramba!

Abreijos

Adriana disse...

Pena que o passarinho chama cardeal...

poesianopopular disse...

De cardealice em cardealice, estes cardeais, são uns grandes pontos!
É caso para dizer cardeais hà muitos...
Abraço

Ana Camarra disse...

O passarito é lindo!

Joao Carlos disse...

mas até que a cor não é feia de todo e o nome se formos a ver bem tem muito a ver com a igreja dos católicos.

É assim como chover no molhado dizer que a igreja, bem vistas as coisas qualquer uma delas, não muda ao sabor das circunstâncias não se sabendo muito bem a que circunstâncias se referem até porque as mesmas circunstâncias estão sempre para além do seu entendimento, bastando para isso lembrar que só passados quatrocentos anos o papa, de cognome João, vindo da polónia do solidariedade, que parece ter sido o primeiro sindicato amarelo da história do movimento sindical e cujo presidente chegou esse sim a presidente da república ou coisa parecida talvez como recompensa, veio finalmente reconhecer que a terra onde vivemos gira em volta da estrela que por cá temos o hábito de chamar sol, não se sabendo como são chamadas todas as outras estrelas por esse universo fora.

O que eles sonham todo o santo dia, porque os dias e os anos após Constantino passaram a ser santos, é a continuação dos privilégios de quem é dono deste mundo e conhecedor do outro baseado numa catadupa de imbecilidades, que nem já eles acreditam e vivendo isso sim na sombra do Estado ou do poder político da altura.

Obrigado pela atenção.

anamar disse...

Essa de "colectividade", gostei...
O pássaro é demasiado belo para a met´fora...
Abracinho

Mar Arável disse...

Coitado do animal

samuel disse...

Fernando Samuel:
O que lhe facilita bastante o negócio.

Maria:
Realmente... o passarito não tem culpa.

Adriana:
O passarinho é um infeliz! Tem este nome... não entra no “Passaredo” do Chico Buarque... nada!

Poesianopopular:
Hoje em dia, quase mais que chapéus.

Ana Camarra:
É o que salva o post... ☺ ☺

João Carlos:
Espero viver o suficiente para ver a Igreja pedir desculpas pelos disparates que diz este papa e estes cardeais...

Anamar:
Até eu já estou com pena do bicho...

Mar Arável:
Ia repetir que também tenho muita pena... mas até isso já me parece ser a gozar com o pobre pássaro. ☺


Abreijos colectivos!