sábado, 31 de outubro de 2009

Doce



(Para lavar, se possível, esta página)

Gostaria de ser capaz de descrever em palavras a fantástica concentração de doçura que vejo à volta deste pequeno chupa-chupa azul...

Como não sou... partilho. Alguém saberá...

14 comentários:

Aníbal Pires disse...

A imagem vale por si só.

O azul do chupa-chupa.
O brilho no olhar
A mão que segura
...Toda a ternura do Mundo

Um abraço,

Aníbal Pires

Justine disse...

Os poetas saberão. Eu fico muda, fascinada e enternecida perante esta foto.
Obrigada - é mesmo para lavar a alma!

Graciete Rietsch Monteiro Fernandes disse...

Há coisas que não se descrevem, sentem-se. E a ternura desta foto é uma delas. Beijos.

Julieta Real Ferreira disse...

Depois de ver esta imagem, fui pedir ajuda ao José Gomes Ferreira:

Entrei no café com um rio na algibeira
e pu-lo no chão,
a vê-lo correr
da imaginação...

A seguir, tirei do bolso do colete
nuvens e estrelas
e estendi um tapete
de flores
a concebê-las.

Depois, encostado à mesa,
tirei da boca um pássaro a cantar
e enfeitei com ele a Natureza
das árvores em torno
a cheirarem ao luar
que eu imagino.

E agora aqui estou a ouvir
A melodia sem contorno
Deste acaso de existir
-onde só procuro a Beleza
para me iludir
dum destino.

Fernando Samuel disse...

Doce, tão doce...

Um abraço.

do Zambujal disse...

Obrigado pela partilha.

gabriela disse...

Faz-nos bem ver tanta doçura.
Lindo!
Bj
:)))

Anónimo disse...

A pequenita parece relançar para o futuro o olhar enternecido e doce que recebe da mãe.
Sinto neste negro/azul um brilho de esperança, tão bem captado pelo fotógrafo nos olhos da menina e na dinâmica do seu cabelo.
António

Anónimo disse...

Um soneto de amor que seja puro,
E tão puro o soneto como o amor.
Um beijo seja amar em qualquer cor,
E um braço seja o abraço mais seguro.

Nos meus olhos, o olhar com que esconjuro
Qualquer mal que te queira o mundo pôr
No caminho de rosas, só a flor,
Que eu te sonhei, e sonho, por futuro.

O meu olhar de mãe (dizem que é lindo)
Não se cansa de ti, oh maravilha,
Que mesmo sem sorrir me estás sorrindo.

E sorve o chupa-chupa sem receio
De que ele acabe em breve, minha filha,
Pois quando se acabar tens o meu seio.

Anónimo disse...

O ébano açucarado, na pele e nos olhos,
a “ajuda” do José Gomes Ferreira,
o imperativo que o último terceto do soneto anónimo encerra

“…e sorve o chupa-chupa sem receio
De que ele acabe em breve, minha filha,
Pois quando se acabar tens o meu seio.”

É a ambrosia que faltava ao domingo fantástico que desejo ao Cantigueiro e a todos os seguidores do seu blog.

@braços e DIAS TRANQUILOS!

samuel disse...

Aníbal Pires:
É tudo, não é?

Justine:
Estava a precisar...

Graciete:
E faz muita falta!

Julieta Real Ferreira:
O Zé Gomes Ferreira é sempre uma ajuda de luxo!

Fernando Samuel:
Faz falta...

Do Zambujal:
Retribuição...

Gabriela:
Entra pelos olhos e vai fundo...

António:
Ali está tudo certo... tudo bem.

Anónimo:
Um certo ar de Daniel de Sá... (?) ☺

Dias Tranquilos:
Estes posts (felizmente) atraem coisas boas...


Abreijos colectivos!

Maria disse...

Que coisa mai linda!!!!!!
Tanta ternuras nestes olhares...

Abreijos

menina alice disse...

Que linda essa foto! Posso blogar?

Van disse...

conformo-me em dizer que talvés seja o único doce de um dia sofrido. Linda foto, parabéns ao fotógrafo, impressionante e profundo, gostei muito.