sábado, 31 de outubro de 2009

Esgoto a céu aberto





Por vezes, podemos cair na cómoda tentação de pensar que quem já viu um esgoto a céu aberto, viu todos.

Nada mais errado! Há sempre algum que, ou pelo aspecto, ou pelo cheiro, ou pelo conteúdo, ainda nos pode enojar mais e surpreender... como é o caso de Henrique Raposo e deste seu texto no Expresso.

20 comentários:

Maria disse...

E eu fui ler... e ainda li os comentários ao texto...
Lá tenho que ir à água das pedras...

Tem o fim-de-semana possível, com este nojo.

Abreijos

Maria disse...

Corrijo: com este nojo na memória!

:-D

salvoconduto disse...

Coitado do raposo, já vem tarde.

Abraço.

do zambujal disse...

Francamente! Fizeste-me voltar a ter de passar por esta provação. Com fotografia e tudo. Durante semanas, li este pedaço de asno com prosápia de cavalo de cortesias, e até (calcule-se) ensaiei comentar. Vi o disparate que estava fazer. Este fulano e mais dois ou três com assinaturas nas colunas dos "jornais de referência" nem com luvas e aquelas máscaras p'rá gripe AH1 ou lá o que é.

Vá lá, perdoo-te por esta...

Um abraço

Anónimo disse...

O que podemos esperar de escribas a soldo do capital predador ?
Este Raposo e quejandos são o produto do «contra-vapor" da Revolução e necessitam destas bacoradas para manter o "santo emprego" que nos pesa bastante no déficite negativo da Balança Comercial...

Daniel disse...

A primeira vez que vi a cara do moço, não me pareceu recomendável. Mas quem vê caras não vê escritos. Por isso li. Correspondia à cara. Não voltei a lê-lo.

Joao Carlos disse...

Vamos aguardar que ele de certeza e muito em breve vai escrever sobre a democrática ditadura da maioria parlamentar, a democrática arrogância na Educação, a democrática bandalheira na Justiça, o democrático desperdício nas Finanças, a democrática corrupção dos políticos e a democrática ditadura do patronato apoiada pelos democráticos ministros e presidentes da não menos democrática União Patronal Europeia do Ferro e do Aço, que eles muito democráticamente abreviaram para UE.

O moço tem futuro na próxima grelha de Carnaxide.

amigona avó e a neta princesa disse...

Eu até fui até lá por indicação do Pedro Namora. Até me respondeu! Pior a emeneda que o soneto! Não há remédio!
Abreijos

Justine disse...

Já houve muitos vómitos cá por casa por causa desse esgoto, sim...

CS disse...

Escreve o que o Balsemão pensa mas não tem coragem de assinar.É a "face oculta" do Expresso.

Luis Nogueira disse...

O problema é que o Balsemão, além de não assinar, também não pensa, exactamente como este cretinoide este pena-de-aluguer da "cultura (?) do consenso". Em termos de literatura também não vai longe om o beatério do tempo e o modo mais a escrita pobrinha e sem fulgor do reaccionário Alçaca e do esfumaçante Benard. A sofia, apesar de monarchica, sempre é outra coisa. Conheci-a em 72 ou 73num jantar de amigos oude por acaso também estava o Alçada. Ela deu-me um livro que tinha coligido para recolher fundos para os presos políticos, sobretudo para a libertação do Pires Jorge. Quando ao Alçada, falou toda a noite sem deixar mais ninguém dizer coisa nenhuma, ouvindo-se a si própio. Não sei se quando saí, depois de muito bocejar, o alçada ainda perorava. Deve ter acabado sozinho. Estes antifascistas de capela são uns pontos.

A propósito Qual é o curriculo deste Raposo... além de estivador de merda em letra de forma para o Balsemão.

Luis Nogueira

Hurtiga disse...

As coisas que andaram a contar ao cachopo...Imberbe na barba e no mentecapto nas ideias!

JMJ disse...

há que dar mérito ao rapaz...

Tanta ignorancia em tão poucas palavras não é para qualquer um...

Miguel Botelho disse...

Esgoto ou escroto?

Os textos escritos contra o PCP são redigidos por gente que se presta a esse favor.

A maior parte daquilo que "Mr. Escroto" escreve é pura imaginação. Logo, a imaginação, nestes casos, também é pura mentira.

Luís Neves disse...

Eu não sou do PCP! Gostei do texto! Não percebi nada do texto! li algures no meio: 1958! Foi aliás a única coisa que percebi do texto: foi escrito em 1958! Mas porque raio é que o Expresso vai buscar um texto de 1958?

eduricardo disse...

Fui ler o artigo e correu-me a palavra «subgente».
Julgo que foi no livro «Escrito na Cela», de Fernando Miguel Bernardes (Ed. Avante!) que li essa palavra. Parece que era utilizada pelo Francisco Miguel para se referir aos pides.

Fernando Samuel disse...

Estes raposos - raposões dos tempos actuais - são todos iguais no cheiro...

Um abraço.

manuela galhofo disse...

Isto é jornalismo?Já não há Júlio de Matos que lhe valha,a besta não tem um neurónio que se aproveite.O lugar dele é mesmo a sarjeta, de preferência da Quinta da Marinha,para se deliciar com o bedum dos ricaços amigos.
Que nojo...

Antuã disse...

Como é que pode haver um raposo tão sabujo?!...

Anónimo disse...

Obrigado pelo link. De outra forma ter-me-ia escapado este magnífico texto de Henrique Raposo. Sei que pode doer a alguns mas não deixa de ser verdade que ele tem carradas de razão.
Viva a Liberdade! A verdadeira, a que fez cair o muro, que todos os democratas do mundo hoje comemoram.