domingo, 24 de novembro de 2013

Vou-me embora prá cidade...


“Vou-me embora prá cidade
Já o campo me aborrece
Que eu lá na cidade tenho, que eu
Lá na cidade tenho, quem
Penas por mim padece”

Já um pouco farto de tanto bucolismo, “despedi-me das ovelhas, do meu cão, das casas velhas”... vendi as alfaias, vendi os animais, "fui colher uma romã"… e agora vendo a herdade. Tem um metro quadrado e muito boa localização.

7 comentários:

Rogerio G. V. Pereira disse...

O campo está a desertificar a cidade...

Maria disse...

Não me espanta que um dia destes a gente veja batatas e couves e cenouras e sei lá à volta de uma ou outra árvore. Imaginação não falta. Se a moda pega... aqui em frente tenho um jardim :-D

Abreijos e 'santo' domingo para todos!

do Zambujal disse...

Olha...romãs nã há (ainda)! mas outras fruta se arranja...

Inté já

Graciete Rietsch disse...

Mas também vão eliminando pequenos"jardins e hortas" no centro da cidade. Como aconteceu na recuperação do "palácio" das Cardosas no Porto que se transformou num Hotel de Luxo e condomínio para ricos.

Um beijo.

Medronheiro disse...


esta cidade não é a Necrópole?!...

Rocha disse...

És dos meus Samuel! Um poeta camponês! Nem Marx não viveu para ver como pode ser vanguardista o campesinato.

Reaça disse...

O mundo dá tantas voltas que cinicamente eu digo, «a terra a quem a trabalha», vamos correr com os jardineiros da câmara que os tomates são do povo.